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Você tem vontade de relaxar ouvindo os sons da floresta?
O cantar dos pássaros, o vento se movendo através das folhas e o riacho correndo são sons bem relaxantes que quem está acostumado a ter contato com a natureza aprecia muito. Foi justamente essa a inspiração de um grupo de estudantes de arquitetura da Academia de Artes da Estônia para a criação de um projeto interessante.

Como proposta para um trabalho acadêmico de intervenções na floresta, o grupo de alunos desenvolveu uma estrutura de madeira que tem o poder de amplificar até os ruídos mais imperceptíveis. Com o objetivo de criar uma experiência única de interação entre ser humano e natureza, o grupo instalou três megafones de madeira gigantes em uma exuberante área verde para que os visitantes contemplem, relaxem, observem e ouçam o ambiente natural.

Posicionados no terreno em forma de triângulo de frente para o centro, os megafones gigantes proporcionam uma sensação acústica diferenciada. Além de uma maior observação do ambiente, a estrutura permite ótimos momentos de descanso na floresta.
“Os megafones de três metros de diâmetro operam como um ‘coreto’ para a floresta ao redor da instalação, amplificando seus sons.” dizem os criadores do projeto.

Confira as imagens captadas pelo fotógrafo Tõnu Tunnel:





Criado por start-up alemã, CityTree é um banco verde que filtra a poluição do ar
Os níveis de poluição no ar em Londres são terríveis e este ano logo no primeiro mês a cidade já ultrapassou o limite estabelecido pela União Europeia para 2018 inteiro. Mas agora Londres ganhou uma nova aliada em sua batalha para ficar mais verde: a CityTree, a árvore da cidade. Criada pela start-up alemã Green City Solutions, a "árvore urbana" é uma mistura de banco, filtro do ar e medidor de indicadores ambientais.

A CityTree foi instalada na rua Glasshouse, próxima do famoso Piccadilly Circus, e é capaz de absorver a mesma quantidade de dióxido de nitrogênio e partículas microscópicas do ar de 275 árvores, segundo seus criadores. Cada um desses bancos pode absorver 250 gramas de partículas pro dia e armazena 240 toneladas métricas de CO2 por ano.

O produto, na verdade, é uma parede de musgo, que é uma planta acostumada a viver sem terra e que funciona naturalmente como um filtro de ar. Liang Wu, cofundador da Green City Solutions, empresa criadora do banco verde, explica que o musgo é capaz de armazenar partículas de poluição e usá-las como nutriente.

Veja como é o processo de instalação de uma CityTree.

Além de filtrar poeira e gases como dióxido de carbono, dióxido de nitrogênio e ozônio, o banco também é conectado à internet, o que faz com que ele forneça dados sobre os níveis de poluição no ar, umidade do solo, temperatura do ar e qualidade da água. Um adicional é que a árvore urbana foi projetada para resistir a vandalismos e contém painéis solares capazes de suprir toda a sua demanda energética.

O banco é um exemplo de como a tecnologia pode contribuir para a redução dos problemas ambientais, mas não existe solução simples para a questão. Apesar de ser de fácil instalação e manutenção, o custo de uma CityTree é de cerca de R$ 90 mil reais a cada dez anos, enquanto uma árvore tradicional custa R$ 3 mil por década. A pergunta que fica é se não seria melhor investir esse dinheiro em projetos que combatam diretamente a origem da contaminação do ar, em vez de suas consequências.

Fonte: IFL Science

Segundo artigo, descargas elétricas descendentes com carga positiva podem induzir ocorrência de raios ascendentes
Um tipo de raio “invertido”, que em vez de descer das nuvens e tocar o solo, como ocorre com a maioria das descargas elétricas, parte de uma estrutura alta na superfície e se propaga em direção às nuvens, começou a ser observado no Brasil nos últimos anos.

Responsáveis pelos primeiros registros do fenômeno no país, pesquisadores do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) conseguiram desvendar, agora, os mecanismos envolvidos na formação desses chamados raios invertidos.

O estudo, resultado de um projeto apoiado pela FAPESP, teve resultados publicados na revista Scientific Reports. A investigação foi conduzida durante o doutorado de Carina Schumann no Inpe.

“Constatamos que os raios ascendentes são iniciados a partir da ponta de uma torre ou para-raios de um edifício alto, por exemplo, na sequência de um raio descendente [para baixo] e a uma distância de até 60 quilômetros”, disse Marcelo Magalhães Fares Saba, pesquisador do Inpe e coordenador do projeto, à Agência FAPESP.

Para chegar a essas conclusões, o grupo observou e registrou 110 raios ascendentes ocorridos durante tempestades de verão no Pico do Jaraguá, em São Paulo, e em Dakota do Sul, nos Estados Unidos, entre 2011 e 2016.

Para isso, usaram uma combinação de câmeras fotográficas digitais e de vídeo de alta velocidade – capazes de registrar de 10 a 40 mil imagens por segundo –, além de medidores de campo elétrico e de luminosidade e uma câmera de ultra-alta velocidade, que registra até 100 mil imagens por segundo.

As câmeras com essas velocidades de aquisição de imagens são necessárias para esse tipo de estudo porque o tempo que leva para ocorrer um raio “para baixo” e outro “para cima” é muito pequeno, da ordem de centenas de milissegundos. Sem câmeras com essas velocidades é impossível distingui-los, explicou Saba.

“Não seria possível fazer essa série de observações de raios ascendentes, em um número suficiente para entender como começam, sem o auxílio dessas câmeras de alta e ultra-alta velocidades”, disse.

Os resultados das análises, juntamente com dados de sistema de medição de campo elétrico, indicaram que são os raios descendentes positivos – que deixam um saldo de carga negativa na nuvem – que frequentemente iniciam raios ascendentes.

Esses raios descendentes positivos costumam ocorrer no final da tempestade. Logo após o contato da descarga com o solo, eles costumam apresentar uma corrente de longa duração e baixa intensidade.

Essa corrente produz uma perturbação forte e rápida na sua distribuição de cargas na nuvem de tempestade. É essa perturbação que normalmente gera condições para a iniciação do raio ascendente, observaram os pesquisadores.

“Os raios positivos descendentes produzem, dentro da nuvem, descargas negativas com extensão horizontal de muitos quilômetros. Essas descargas negativas podem passar por cima de torres altas e induzirem cargas positivas em suas pontas. Se a intensidade de carga elétrica induzida for suficiente podem surgir, das pontas das torres, descargas ascendentes que formam os raios ‘para cima’”, disse Saba.

O Pico do Jaraguá é o segundo lugar com maior número de registros de raios ascendentes no mundo, atrás apenas de uma localidade nos Alpes Suíços.

Ponto culminante da cidade de São Paulo, a 1.135 metros acima do nível do mar, o Jaraguá registra, em média, entre 30 e 40 raios ascendentes por ano, em maior parte no verão, mas também no inverno, quando há frentes frias, afirmou Saba.

“Já registramos a ocorrência de raios ascendentes no Pico do Jaraguá no inverno. Mas são mais frequentes na transição da primavera para o verão e do verão para o outono”, disse.
Danos às estruturas

De acordo com os pesquisadores, raios descendentes são muito mais comuns do que os ascendentes e ambos têm a mesma intensidade. Os raios ascendentes, porém, costumam ter duração 40% maior e, felizmente, não apresentam risco de atingir humanos, pois são originados na ponta das torres.

Mas, enquanto o impacto de um raio descendente é mais distribuído, uma vez que em metade dos casos uma mesma descarga toca pontos diferentes no solo, o de um raio ascendente é mais localizado, na ponta das estruturas altas, que podem sofrer danos.

“Temos observado que estruturas com mais de 70 metros são sujeitas a gerar raios ascendentes”, disse Saba.

Com a tendência de construção de torres e prédios cada vez mais altos em cidades como São Paulo, a ocorrência desse tipo de raio tende a aumentar, ponderou o pesquisador.

“Os raios ascendentes não existiriam sem a presença de estruturas altas”, disse.

Os pesquisadores estão avaliando, agora, como um para-raios responde a um raio descendente, uma vez que, assim que esse tipo de raio se aproxima, a estrutura lança para o alto uma descarga para conectá-la a ele.

“Isso pode ser importante para definir a área de proteção de um para-raio, por exemplo”, disse Saba.

O artigo On the triggering mechanisms of upward lightning, de Carina Schumann, Marcelo M. F. Saba, Tom A. Warner, Marco A. S. Ferro, John H. Helsdon Jr., Ron Thomas e Richard E. Orville, pode ser lido na revista Scientific Reports em www.nature.com/articles/s41598-019-46122-x.

Para cientistas, plantar se provou a melhor solução para o aquecimento global
Segundo novo estudo, árvores ainda podem — e devem — ser plantadas no mundo. (Johannes Plenio/Pixabay)

Foi publicado na última edição da revista científica Science o estudo mais abrangente até agora em relação à prática do reflorestamento. A pesquisa, realizada por cientistas do laboratório Crowther, da Suíça, foi a primeira a quantificar quantas árvores a Terra consegue suportar, além de estipular onde seria melhor plantá-las e de estimar quanto dióxido de carbono essas plantas poderiam armazenar.

De acordo com os resultados obtidos, cerca de 25% dos níveis de carbono da atmosfera seria retirado do ar se o reflorestamento atingisse seu ápice. A última vez em que esses níveis foram registrados no planeta já faz quase um século — desde então, os números são crescentes.

O plantio é uma ótima forma de diminuir os níveis de gás carbônico de um ambiente, uma vez que, durante o processo de fotossíntese, elas “puxam”o CO2 do ar. O gás é responsável por grande parte do aquecimento global e das demais mudanças climáticas, e sua presença em excesso pode ser muito danosa à natureza.

Por meio da análise de quase 80 mil florestas e das imagens disponíveis no Google Earth, os pesquisadores geraram um modelo que prevê a potencial cobertura verde que as plantas proporcionariam ao planeta — o chamado ápice do reflorestamento.

A conclusão foi de que a Terra conseguiria suportar 900 milhões de hectares de árvores, as quais, quando maduras, sequestrariam cerca de dois terços de todo o carbono emitido pela atividade humana. Grande parte da capacidade de suportar essas novas árvores está concentrada em seis países: Rússia, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Brasil e China.

Segundo os cientistas, o estudo claramente comprova que o reflorestamento é atualmente a melhor solução para reverter as mudanças climáticas. No entanto, as ações devem ser urgentes. Segundo o artigo, a extensão das áreas em que o reflorestamento é possível depende diretamente do clima e da temperatura. Assim, se até 2050 a temperatura global subir “apenas” 1,5°C (que é o objetivo atual das grandes nações), o território disponível para o replantio seria 20% menor do que o de hoje.

Por: Sabrina Brito
Fonte: Veja

Wallace-Wells afirmou que as queimadas são uma das principais consequências das mudanças climáticas (David McNew/Getty Images)

David Wallace-Wells conversou com a revista VEJA sobre os perigos e os impactos do aquecimento global

Não é difícil coletar evidências de que a Terra está passando por um severo aquecimento global. Enquanto a Europa atravessa uma das mais intensas ondas de calor de sua história, agravada pela ação humana, países como o Brasil e os Estados Unidos discutem a necessidade de políticas que protegem o meio ambiente. Temas relacionados ao estado da natureza estão cada vez mais em debate.

No último mês, o jornalista norte-americano David Wallace-Wells, editor da New York Magazine, lançou o livro “A terra inabitável: Uma história do futuro“, onde explora a extensão dos danos ao meio ambiente e a urgência de se agir em prol da natureza como forma de tentar minimizar uma verdadeira catástrofe climática. O livro se tornou best-seller na lista do New York Times. Em conversa com VEJA, o autor discorreu sobre o assunto e opinou sobre a importância do tema.

De acordo com Wallace-Wells, o homem ignorou a mudança climática por tempo demais. Parte disso, diz ele, se deve à ação da imprensa, que tende a comentar o tópico de modo excessivamente otimista, dando ao público uma ideia errônea da severidade do problema. Segundo o autor, cabe à mídia mudar esse tipo de comportamento. “O principal é que a imprensa simplesmente conte a verdade sobre o que está acontecendo ao meio ambiente. Durante muito tempo, jornalistas relutaram em falar sobre o clima porque achavam o assunto entediante, pensavam que o público não estaria interessado. Mas é nosso trabalho contar toda essa história honestamente”, afirma.

David acredita que haja muitos outros motivos por trás da demora em encararmos os fatos. Para ele, a novidade do assunto tem um papel importante nesse aspecto. “A mudança climática ainda é algo relativamente recente. Os primeiros avisos sobre o aquecimento começaram a ser feitos no fim da década de 80. Uma verdadeira mudança de perspectiva pode demorar mais do que 40 anos para se infiltrar em nossos pensamentos e hábitos”, opina.

Ainda assim, as coisas podem estar prestes a se transformar. De acordo com o jornalista, tudo está se alterando muito rapidamente. “Desde 1980, já fizemos mais dano à atmosfera do que em qualquer época antes disso”, informa. “Acho que os políticos estão começando a perceber que os efeitos da mudança climática não virão apenas a longo prazo. Espero que nossos líderes se atentem a isso.” 

Por: Sabrina Brito
Fonte: veja

Fotos de satélite, drones, destinos de viagem distantes - tudo isso contribui para reduzir o número de lugares na Terra onde a humanidade nunca pisou. Há, no entanto, um punhado de locais intocados, ou pelo menos quase intocados. Não seria uma boa ideia para eles continuar assim?

© Shutterstock
As profundezas das cavernas de Yucatán
As incríveis cavernas inexploradas do México foram criadas, como outras cavernas da Terra, quando a rocha desabou, revelando fontes subterrâneas de água limpa. Os turistas podem nadar na superfície, mas a rede subterrânea permanece praticamente inexplorada. As profundezas dessas cavernas são tão inacessíveis e perigosas que mesmo os espeleólogos mais experientes não ousam ir até lá para preservar o ambiente aquático. Essas profundezas são provavelmente uma boa razão pela qual os maias realizaram seus sacrifícios humanos nas proximidades.

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As florestas de Mianmar
Mianmar, um pequeno país do sudeste asiático situado entre China, Bangladesh, Índia, Tailândia e Laos, ainda guarda alguns mistérios. O Complexo Florestal do Norte, a mais de 5.000 metros (16.400 pés) acima do nível do mar, é um desses mistérios. A fauna encontrada lá - garças, veados e pandas vermelhos - raramente é perturbada, apenas ocasionalmente por expedições científicas. Esse refúgio natural está longe da atividade humana e ainda é considerado inexplorado, pelo menos por enquanto.

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Patagônia Norte
Estepes áridas, florestas tropicais, geleiras, fiordes - a Patagônia, que se estende da Argentina ao Chile, possui muitas paisagens de tirar o fôlego, mas o acesso é desafiador devido à sua “geografia cruel”. Por ser tão difícil de visitar, é um verdadeiro Jardim do Éden pela flora e fauna que florescem lá.

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Deserto do Namibe
Significativamente menos conhecido que o seu homólogo do Saara, o deserto do Namibe, localizado no sul da Namíbia, está incluído na lista dos desertos mais desconhecidos e inexplorados do planeta. Alguns dizem que é o deserto mais antigo da Terra, com uma idade presumida de até 80 milhões de anos. Cobrindo quase 80.000 quilômetros quadrados (30.900 milhas quadradas), o deserto do Namibe se estende da África do Sul a Angola.

© AP Photo / USFWS, Jim Maragos / Imprensa canadense
Fossa das Marianas
Pegue o Monte Everest e solte-o nove quilômetros (seis milhas) sob o oceano e você ainda precisará nadar cerca de um quilômetro (3.300 pés) antes de chegar à superfície. Isso dá uma boa idéia da profundidade da Fossa das Marianas, perto de Guam, no sudoeste do Pacífico. É provavelmente a trincheira mais profunda da Terra e a localização menos explorada em todo o oceano, e por boas razões: a pressão é tão grande que esmagaria quase qualquer embarcação. Os seres humanos definitivamente não são bem-vindos. Por outro lado, o que podemos encontrar lá embaixo? #Godzilla

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Parque Nacional Daintree
Este parque nacional de 1.200 km², localizado no norte de Queensland, na Austrália, abriga o ecossistema mais antigo do mundo, onde milhares de espécies de plantas e animais vivem em uma solidão feliz nesta parte desabitada da ilha. Esta floresta tropical tem mais de 110 milhões de anos.

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A cimeira de Gangkhar Puensum
Este pico gigante com vista para o Butão e a China é o cume de quadragésimo mais alto da Terra, atingindo 7.500 metros acima do nível do mar. É também o pico mais alto do mundo que nunca foi escalado, apesar de várias tentativas fracassadas. Desde 2003, é proibido escalá-lo. O nome da montanha se traduz como Pico Branco dos Três Irmãos Espirituais.

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Star Mountains
Essa cordilheira de difícil acesso, localizada na Papua Nova Guiné, é um dos lugares mais úmidos do planeta. Isso é compreensível, considerando que recebe cerca de 10.000 mm (390 pol.) De chuva a cada ano. E não, isso não é um erro de digitação - 10 metros (33 pés) de chuva caem como um dos elementos essenciais desse ecossistema relativamente isolado que abriga mais de 1.100 espécies, incluindo quase 100 que não existem em nenhum outro lugar.

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Gronelândia
A Groenlândia não é desprovida de atividade humana, mas quase. Sua população é de apenas 60.000, o que não é muito, considerando o território que mede 2 milhões de quilômetros quadrados (772.000 milhas quadradas). Isso equivale a 0,03 pessoas por quilômetro quadrado (0,08 por metro quadrado), tornando-o o 207º país mais populoso do mundo - muito longe de Macau, China, com suas 21.081 pessoas por quilômetro quadrado (54.600 por metro quadrado). mi). Três quartos da Groenlândia estão para sempre cobertos de gelo, medindo 3 km (1,9 milhas) de profundidade. O clima imprevisível torna praticamente inexplorado, ainda hoje.

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Caverna Son Doong 
Dizer que esta caverna vietnamita é enorme seria um eufemismo maciço. Esta caverna, a maior do gênero na Terra, poderia conter um arranha-céu inteiro. Uma parede de calcita de 61 metros de altura (200 pés) bloqueia o acesso a uma rede de cavernas e túneis subterrâneos. Cerca de mil turistas podem se aventurar no meio de uma gritante quantia de US$ 3.000 cada, mas seus oito quilômetros (cinco milhas) de túneis e uma rede de cerca de 150 cavernas permanecem inexplorados. Lá dentro, tem um rio e até uma selva. As chuvas torrenciais o tornam praticamente inacessível de setembro a janeiro.

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República de Sakha
Este território russo localizado no norte da Sibéria abriga cerca de um milhão de pessoas. Cerca de 20% dessa imensa república fica acima do Círculo Polar Ártico, o que explica suas temperaturas de -43 graus Celsius (-45 graus Fahrenheit) e muito mais baixas, além da presença de permafrost. Não é de admirar que grande parte da terra seja desprovida de atividade humana, pois seria quase impossível morar lá, mas isso não diminui sua beleza natural.

© Greenpeace
Lagos antárticos
A Antártica é um lugar incrível - é um continente que permanece relativamente inexplorado, menos alguns postos avançados científicos que estão lá há décadas. Mas há algo ainda menos explorado: seus lagos subglaciais, como o Lago Vostok, localizado a 3,7 km (2,3 milhas) abaixo da superfície, que não vê a luz do sol há 15 milhões de anos. Os humanos acham muito, muito difícil chegar a esses locais completamente inóspitos, onde, como se vê nesta foto do Greenpeace, a vida encontra um caminho. A possível contaminação das amostras obtidas durante as expedições pode manchar facilmente os resultados científicos. Esses lagos são realmente difíceis de acessar em todos os níveis.

© Twitter @ JulianBayliss1
Monte Lico
O cume do Monte Lico, no norte de Moçambique, apenas recentemente começou a revelar seus segredos. Foi uma grande surpresa encontrar uma floresta tropical que estava completamente escondida da humanidade, localizada a mais de 700 m (2.300 pés) acima do nível do mar. Mesmo apenas a flora única encontrada, será objeto de muitos estudos. Mas então surge a antiga questão: os cientistas deveriam tornar pública essa descoberta, que poderia atrair visitantes indesejados que poderiam destruir um ecossistema ainda desconhecido? Quanto tempo leva para que este local apareça em um folheto de viagem?

© Shutterstock
Península de Kamchatka
Quando você pensa em vulcões, pode pensar em Vesúvio, Krakatoa ou Eyjafjallajökull (gesundheit!), Mas na Península de Kamchatka, no extremo leste da Rússia, você pode encontrar alguns dos vulcões mais espetaculares da Terra. Mais de 300 vulcões pontilham a área, que também abriga várias espécies de salmão. O território também possui a maior densidade de ursos pardos do mundo. A península, que foi fechada aos ocidentais até 1991, permanece até hoje escassamente povoada e algumas partes ainda permanecem inexploradas. Hoje, cerca de 400.000 pessoas vivem nessa região do tamanho da Califórnia.

© Shutterstock
Reserva Natural Estrita de Tsingy de Bemaraha
Essa reserva natural "estrita" de quase 1.000 km² (390 milhas quadradas) localizada no lado oeste da ilha de Madagascar, na costa da África, usa bem o nome. Na língua malgaxe, tsingy significa "andar na ponta dos pés", que descreve adequadamente o que você gostaria de fazer em torno de seus desfiladeiros e cânions repletos de estruturas gigantes de calcário formadas por milhões de anos de erosão. Numerosas espécies de plantas e animais - muitas ainda não descobertas - só podem ser encontradas aqui. O acesso extremamente difícil e o status protegido da área, datado de 1927, a tornam inacessível.

© Legado
Monte Namuli
Aqui está outra cúpula em Moçambique que foi apenas parcialmente explorada por um punhado de pessoas. Atingindo 2,4 km (7.900 pés) acima do nível do mar, esse pico faz parte de uma cadeia de montanhas que se desenvolveu como “ilhas isoladas”, tornando-se o lar de diferentes espécies. Quase 70 anos se passaram entre as expedições de 1932 e 1998 por causa da guerra civil e seu acesso desafiador. Hoje, o Monte Namuli permanece principalmente intocado pela humanidade.

© Wikipedia
O Rub 'al-Khali
Considerado “o maior mar de areia do mundo”, cobrindo uma área de cerca de 650.000 km2, este deserto, traduzido do árabe como “quarto vazio”, chega à Arábia Saudita, Omã, Emirados Árabes Unidos e Iêmen. Os únicos sinais de vida no horizonte distante são escorpiões, alguns pássaros aventureiros e algumas carcaças de mamíferos do deserto. A temperatura pode chegar a 40 ° C (104 ° F) na sombra (tente encontrar algumas), tornando a área completamente inóspita. Em 1930, Bertram Thomas se tornou o primeiro ocidental a atravessar o deserto inteiro em 59 dias. A maior parte desta terra do deserto nunca foi visitada por humanos - ou pelo menos nenhuma voltou para contar sua história.

© Shutterstock
Monte Roraima
As encostas íngremes deste pico e a dificuldade de obter as permissões necessárias fazem de Roraima uma montanha inexplorada. Não é fácil chegar lá quando, além dos desafios logísticos, obter a aprovação dos três países que a cercam - Venezuela, Brasil e Guiana - não é tarefa fácil. Esses fatores fazem com que apenas a fauna local desfrute da vista deslumbrante do cume.

© Shutterstock
As profundezas do oceano
A comunidade científica sabe mais sobre a Lua, Marte e outros corpos celestes do que sobre o fundo de nossos próprios oceanos, e por boas razões. É mais fácil chegar à estação espacial internacional, orbitando 400 km (250 milhas) acima de nossas cabeças, do que chegar ao fundo do Atlântico, que tem cerca de 3,6 km (2,2 milhas) de profundidade. A maioria dos submarinos é incapaz de suportar a pressão, o que torna a exploração muito cara, arriscada e rara.

© Google Earth
Sandy Island
Esta pequena ilha ao largo da costa da Nova Caledônia, no Pacífico Sul, descoberta em 1774 pelo capitão Cook, foi mapeada pela primeira vez perto do final do século XIX. Nenhum humano jamais pôs os pés nele e ninguém jamais o fará. Por quê? Porque simplesmente não existe. Sua inclusão em mapas antigos foi explicada por um erro cartográfico que foi rapidamente descoberto. Foi apagado da maioria das cartas hidrográficas oficiais durante a década de 1970, mas não todas. Até o Google Earth foi enganado e teve que remover a ilha de seu mapa em 2012, depois que o RV Southern Surveyor, um navio de pesquisa australiano, passou e confirmou sua inexistência. Pelo menos agora o assunto foi resolvido de uma vez por todas.

Fonte: msn

Mais de 100 já foram plantadas num período de quatro anos, são das espécies: Caibeira, Tamboril, Flamboyant, Tamarindo, Oitis e Ipê. Crédito: Divulgação/PMSC

A cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste, maior polo têxtil do estado, está ficando mais arborizada graças ao trabalho de cumpridores de penas alternativas, encaminhados para prestação de serviços à comunidade. 

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O grupo trabalha na Secretaria de Desenvolvimento Urbano, uma das instituições cadastradas a Gerência de Penas Alternativas e Integração Social (Gepais), órgão da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH).

A Gepais fiscaliza a execução da medida ou pena alternativa e acompanha seus cumpridores e as instituições responsáveis pelo recebimento desse público no processo penal alternativo. Na área ambiental do município são 16 cumpridores, que realizam plantio de árvores no projeto “Cidade mais Verde”. Mais de 100 já foram plantadas num período de quatro anos, são das espécies: Caibeira, Pajeú, Tamboril, Flamboyant, Tamarindo, Oitis, Ipê, Pata de Vaca, Aroeira e Gameleira, além de algumas árvores frutíferas. Um aumento de 70% no número de plantio de mudas. 

“Esse tipo de parceria é motivo de comemoração para a GEPAIS. Promover a execução das penas e medidas alternativas de forma humanizada, gerando frutos para a sociedade e, principalmente para o próprio cumpridor é o garanh maior da Política Estadual de Alternativas Penais”, explica Raquel Brandão, gerente da Gepais.

Além da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, os cumpridores estão distribuídos em escolas, delegacia, batalhão, Secretaria de Saúde, conselhos de assistência social, entre outras entidades. 

MKRdezign

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