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Além de bonito é um gado milenar.


você vai conhecer a raça bovina Barrosã, considerada a mais bonita do mundo.

Barrosã, conheça o boi mais belo do mundo.
O Barrosã é considerado o mais belo entre todos os bovinos e têm registros de sua existência pelo menos há mais de dez mil anos.

Alguns autores informam que a origem da existência da raça é do norte da África. Animais de características parecidas, principalmente no tamanho e na espessura dos chifres já existiam por lá.

O gado migrou para a península ibérica e a expansão da raça aconteceu posteriormente no Planalto Barroso, norte de Portugal. Local que deu origem ao nome da raça.

Carne Barrosã certificada

O animal da raça possui uma carne saborosa e macia. Que tem sido explorada cada vez mais a partir do momento em que se tornou Carne Barrosã – Produto Certificado de Origem Protegida.

O Barrosã, possui a certificação exclusiva de suas vitelas quando os animais são abatidos entre os 5 e 9 meses de idade, pesando até 130 kg. Além disso, os touros são ótimos reprodutores e seus sêmens podem ser coletados a partir dos 16 meses.

Raça como troféu

Em Portugal, nas tradicionais chegas, é possível ver a disputa entre dois touros da raça de aldeias distintas. O boi vencedor é desfilado como troféu decorado com flores e bandeirolas, com a finalidade de simbolizar a força cultural e econômica daquele povo.

Além das festividades que acontecem geralmente aos domingos, ainda é possível encontrar diversos exemplares do animal no tradicional concurso anual da raça.

O boi mais belo do mundo, não está no Brasil
O Barrosã é considerado um animal dócil de características marcantes. Sua pelagem de cor cereja é curta e fina, e nas regiões dos olhos e pálpebras apresentam cores mais claras.

Contudo, no Brasil não foram encontradas fazendas de criação do Barrosã. A raça ainda continua sendo principalmente desenvolvida com mais força no país de origem.

A Amiba (Associação dos Criadores de Bovinos de Raça Barrosã) é a responsável pelo registro oficial e genealógico dos animais.


No meio de uma região de selva fechada em Belize, existe uma caverna que por muitos anos foi utilizada pelos maias para reencenar a história da criação. A Actun Tunichil Muknal (caverna ATM) é uma entrada para Xibalba, o submundo sagrado dos maias.

Xibalba é descrito na mitologia maia como um lugar no mundo inferior onde espíritos de doenças e morte reinam. Segundo o Popol Vuh — algo como “livro da comunidade”, é um dos principais registros culturais dos maias —, seria uma corte abaixo da superfície da Terra associada à morte e com doze deuses ou governantes poderosos conhecidos como os Senhores de Xibalba. A caverna ATM era utilizada como uma representação deste local.

Uma oferenda aos deuses do submundo
Esqueleto de uma pessoa que foi utilizada durante um sacrifício maia na caverna ATM.

Os primeiros estudos levaram os pesquisadores a concluir que a caverna ATM era um local utilizado para que os maias se conectassem com suas divindades. Mas foi somente em 2021, que um grupo de arqueólogos liderados por Holley Moyes e Jaime J. Awe conseguiu construir uma imagem das cerimônias religiosas que aconteciam ali.

De acordo Moyes e Awe, os maias estavam usando a caverna para encenar reconstituições teatrais elaboradas e mortais do mito da criação. Não existem relatos sobre o que realmente acontecia nestas cerimônias, nem sua principal motivação. A principal teoria é que os maias estavam pedindo um “renascimento” do mundo para os deuses durante um período de forte seca.

No mito da criação Popol Vuh, duas figuras divinas conhecidas como os Heróis Gêmeos vão ao submundo para acalmar os Senhores de Xibalba e desafiá-los para um jogo. Os gêmeos perdem e são prontamente sacrificados, mas acabam sendo vingados por outros heróis. Um destes heróis vingado renasce como o Deus do Milho, que dá origem a toda a vida humana.

Evidências dentro da caverna ATM sugerem que é esse mito que os maias estavam reencenando. “Os maias devem ter acreditado que os senhores de Xibalba estavam triunfando de alguma forma durante o período de seca”, disse Moyes. “Os Senhores de Xibalba não têm permissão para ter coisas boas, e quase tudo o que encontramos na caverna está quebrado, o que me faz pensar que devem ser oferendas para divindades do submundo”.

Dentro da caverna
Entrada da caverna ATM.

A caverna ATM, que hoje é aberta a visitação, possui alguns rios que se espalham por dentro. Em determinados pontos, é necessário nadar para poder avançar. Os pesquisadores acreditam que era assim também com os maias, que provavelmente precisavam nadar com tochas acesas. Por mais de 1.000 anos, os 5 quilômetros de túneis da ATM permaneceram intactos. Sua descoberta aconteceu em 1986, por moradores da região. Pouco tempo depois os primeiros esqueletos foram encontrados pelo hidrólogo e espeleólogo Thomas Miller.

Por ser um sítio arqueológico que se manteve intocado por séculos, ele logo se tornou objeto de muitos estudos, oferecendo aos cientistas um vislumbre único da religião e sociedade maia de cerca de 700 a 900 a.C.. Ao chegar à câmara principal, é possível se deparar com uma parte importante da história dos maias. Quase 1.500 objetos e fragmentos foram registrados até agora, além de 21 esqueletos humanos.


Você já parou para pensar há quanto tempo a água existe no Universo? Uma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, pode ajudar a responder essa questão.

De acordo com os pesquisadores, a substância é muito mais antiga do que imaginamos. Para ter uma noção, a equipe foi capaz de detectar sinais de água e monóxido de carbono em uma galáxia a 12.880 bilhões de anos-luz da Terra.

Isso sugere que a água já existia quando o Universo era apenas um recém nascido, com 780 milhões de anos. Estima-se que ele tenha hoje quase 14 bilhões de anos.

A galáxia em questão recebe o nome de SPT0311-58. Ela é super massiva e parece ser o produto de duas galáxias que, há mais de 12 bilhões de anos, estavam prestes a colidir.

As detecções foram feitas a partir do ALMA (Atacama Large Millimeter Array), um observatório localizado no Deserto do Atacama, no Chile. Os cientistas identificaram a presença de água na galáxia a partir da análise da poeira cósmica.

Imagem: Erda Estremera/Unsplash/Reprodução

A poeira cósmica absorve a radiação ultravioleta das estrelas e a reemite como fótons infravermelhos, estimulando as moléculas e provocando uma emissão de água que os cientistas conseguem enxergar.

O estudo, publicado no The Astrophysical Journal, sugere ainda que a água se formou ao mesmo tempo em que surgiram os primeiros elementos pesados. Estes, por sua vez, são criados no centro de estrelas a partir da fusão nuclear.

Além disso, a água e o monóxido de carbono são substâncias químicas essenciais para a existência de vida. Ter eles presentes nos primórdios do Universo é extremamente significativo.

Seus olhos, que são verdes e brilhantes, ficam na parte interna de sua cabeça; veja imagens desta peculiar espécie!

O peixe olho de barril - Divulgação/ MBARI

Nessa semana, pesquisadores do Monterey Bay Aquarium Research Institute (MBARI), da Califórnia, publicaram imagens de um animal marinho conhecido como barreleye, ou olho de barril.

Seu nome, um tanto quanto curioso, faz referência a uma característica ímpar da espécie: seus verdes e brilhantes olhos ficam na parte interna do animal, que possui uma cabeça translúcida.

O que torna o peixe ainda mais único é que acima de sua boca, onde normalmente ficariam os olhos da maioria das espécies, ele possui apenas dois pequenos orifícios, órgãos olfativos, que o auxiliam a identificar a presença de outros seres vivos na água.

O peixe olho de barril / Crédito: Divulgação/MBARI

O peixe olho de barril foi identificado durante uma expedição na Baía de Monterey, na costa da Califórnia, na semana passada, em uma profundidade de cerca de 700 metros. Entretanto, a espécie já é conhecida desde 1939, segundo aponta um artigo da CNET.

Até 2019, de acordo com o Daily Mail, pesquisadores acreditavam que o peixe possuía um olho fixo, que só permitia que ele enxergasse para cima, em direção ao topo de sua cabeça. Porém, agora, sabe-se que seus olhos possuem um movimento de rotação muito mais complexo, sendo que ele pode enxergar até mesmo através da boca.

Segundo os especialistas, seus olhos são conhecidos como tubulares, típicos de criaturas que vivem no fundo do mar. Eles são compostos por uma retina multicamadas e uma "grande lente" — o que permite que eles detectem a maior quantidade de luz possível vinda de uma direção.

Os biólogos também descobriram que o olho de barril usa suas nadadeiras grandes e planas para permanecer imóvel na água, o que permite que ele se camufle no fundo do mar e não seja avistado por predadores.

Embora se alimente de pequenos peixes e plânctons, o peixe olho de barril — que pode medir até 15 centímetros — tem nas medusas sua comida favorita.

O peixe foi avistado por um veículo controlado remotamente (ROV) por profissionais da MBARI, que dizem já terem realizado mais de 5.600 mergulhos e terem capturado mais de 27.600 horas de vídeo, sendo que a espécie só foi avistada em apenas nove ocasiões.

Silkie Chicken é espécie de galinha chinesa explorada na agricultura ornamental ou como animal de estimação

A Galinha Sedosa é uma raça que chama atenção pelo visual exótico. Com plumas que dão um aspecto "peludo" e um formato de coração, ela é muito usada como animal de estimação e na agricultura ornamental. A Silkie Chicken, nome verdadeiro da espécie, embora seja de origem chinesa, também é conhecida (erroneamente) como Sedosa do Japão. Por baixo das penas, sua pele pode ser azul ou preta e o preço, quando adulta, pode chegar a 400 reais.

Para saber mais sobre essa espécie inusitada, a Globo Rural conversou com o zootecnista César Giordano, professor doutor da Escola de Avicultores. Confira, a seguir, tudo sobre a Galinha Sedosa.

Silkie Chicken, a galinha 'sedosa' que costuma ser adquirida como pet (Foto: Reprodução)

Origem
A Silkie Chicken é de origem chinesa e seu primeiro registro é de 1958. “No Brasil, ela é chamada de 'sedosa' ou 'sedosa do Japão', o que é errado, afinal ela é da China. O motivo pelo qual relacionam o Japão à sedosa tem a ver com um melhoramento genético pelo qual a raça passou no país asiático”, explica Giordano.

Principais características
O professor ressalta que quando se fala de raças puras, é necessário seguir alguns quesitos e padrões para classificar as galinhas, como a cor da pele, do bico e das plumas.

A principal característica racial da sedosa é o seu "topete" que pode ser exclusivamente de pena, mas também de osso. “O ideal é que seja formado por penugem. Além disso, elas podem possuir barba, o que também dá o aspecto ‘fofinho’ dela, e por isso ela é comumente usada como pet”.

Para o especialista, a característica mais interessante da espécie é a coloração da pele que é azul - ou preta azulada. Ele explica que essa cor ocorre por conta de um gene chamado ‘fibromelanose’, responsável por diferir ela das outras raças. A cor do bico segue o mesmo padrão e costuma ser azul escura, puxada para o preto.

Galinha Sedosa e seu filhote (Foto: Divulgação/Wikipedia)

Além disso, ele destaca outros traços únicos da sedosa. Seus pés têm cinco dedos, todos com bastante pluma e suas penas podem ter diferentes colorações. “Apesar de existirem cruzamentos que trazem diferentes cores, as principais são brancas, pretas, 'boof' que é dourada, perdiz dourado, perdiz prata e lavanda”, afirma o zootecnista.

O professor acredita que um dos maiores motivos para elas serem adquiridas como animais de estimação é o seu formato. “Quando ela está ‘retinha’, a sedosa tem formato de coração, muito por conta das suas penas. Esse é um fator importante para ela ser muito explorada como ave ornamental”.

Giordano também explica como as sedosas são geradas. “O ‘silk’ é o nome de um gene recessivo que dá as características de pluma que faz ela ser sedosa. Se há um cruzamento com um gene dominante, ela não vai trazer essa característica para as penas. Deve haver dois genes recessivos para ele se expressar”.

Ovos e carne para consumo
“Ela bota cerca de 80 a 100 ovos em um ano, o que é uma produção baixa para exploração comercial e os seus ovos são menores que os convencionais”. Por isso, a sedosa não é utilizada para esse fim, apesar de seus ovos poderem ser consumidos.

Na China e no Japão, ela é considerada uma iguaria por conta da sua coloração, e tem sua carne considerada exótica. “Não é comum o consumo, mas quem a tem no quintal pode consumir seus ovos e carne”.

Galinha Sedosa ou Silk Chicken (Foto: Divulgação/ Wikipedia By Boris Bartels )
Domesticação

A Silkie é a principal raça de galinhas utilizada para estimação. Segundo o professor, elas são extremamente dóceis, porém deve haver um processo para a domesticação. “Devem ser aplicadas algumas práticas desde que ela nasce para trazer essa ‘estimação’. Por ela ser pequena, isso também chama atenção para tê-la como pet”.

Preço
Existe uma grande variação de preço em função da região e do padrão genético dos animais. Ele exemplifica: "se o rosto, em volta do olho, a barbela, a crista forem puxados para o preto, o valor é menor. Agora, se é um azul vivo vale mais". Já se a Sedosa tiver essas partes da pele vermelha, fica desvalorizada, pois está fora do padrão racial. "Como estamos falando de uma raça ornamental, o padrão precisa existir”, explica.

No Brasil, existem criatórios que vendem os ovos férteis da raça e que fazem essa reprodução. “A unidade dos ovos variam entre oito e 15 reais. Os pintinhos variam entre 15 e 50 reais. Já as aves adultas variam entre 80 até 400 reais, sempre a depender do padrão racial”.

Tempo de vida
Em média, a sedosa vive de oito a dez anos, com uma vida produtiva de quatro anos. “Ela tem uma produção regular e frequente”, finaliza.

De acordo com zoólogos, essa espécie raramente é encontrada na Rússia, mas a sua presença indica um crescimento no número de animais que estavam ameaçados de extinção

Imagem: Pixabay

A agência estatal de notícias russa TASS relatou uma descoberta impressionante: a primeira aparição de pegadas de tigre siberiano no nordeste da república siberiana de Sakha, na Rússia, pela primeira vez em meio século.

O serviço de proteção florestal do país avistou as pegadas ao longo da margem direita do rio Aldan, no sudeste de Sakha. De acordo com zoólogos, os tigres siberianos têm dificuldade de se fixar nesta região devido à falta de florestas decí-duas e de javalis, que lhes servem de alimento.

A descoberta das pegadas indica que a população da espécie ameaçada de extinção está se recuperando, graças aos trabalhos de conservação em andamento. A Rússia decidiu proteger o tigre de Amur, como também é conhecido, depois que a caça excessiva levou a espécie à beira da extinção em meados do século 20.

Agora, a sua população no Extremo Oriente da Rússia quase dobrou desde 2005, quando havia apenas 330 tigres registrados. Viktor Nikiforov, chefe da instituição de caridade ambiental Tigrus afirmou ao Optimist Daily que “o fato de os tigres explorarem seus ancestrais locais de caça indica que o número de animais mais ao norte não é motivo de preocupação”.

Um fogão solar sendo usado para preparar comida em Madhya Pradesh, na Índia.

De cordilheiras frias e úmidas da Europa e florestas úmidas da Ásia Central até a expansão urbana na América do Norte e as paisagens áridas do continente africano, milhões de pessoas estão cozinhando usando apenas os raios do sol como combustível.

Essa magia culinária é conhecida como cozimento solar. Em vez de queimar uma fonte de combustível, o cozimento solar usa superfícies espelhadas para canalizar e concentrar a luz do sol em um espaço pequeno, cozinhando alimentos enquanto produz emissões zero de carbono.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 2,6 bilhões de pessoas em todo o mundo cozinham suas refeições diárias em fogueiras. Alimentados com madeira, resíduos animais, querosene e carvão, esses fogos produzem fumaça altamente poluente e contribuem para o desmatamento, a erosão do solo e, em última instância, a desertificação - mas os fogões solares podem ser uma alternativa.

Fogões solares e florestas em declínio
Solar Cookers International (SCI) é uma organização sem fins lucrativos que defende a adoção de tecnologias de cozimento térmico solar. SCI diz que conhece mais de 4 milhões de fogões solares em todo o mundo, que as pessoas estão usando para cozinhar e assar sob o sol direto ou até mesmo em dias pouco nublados.

Uma dessas pessoas é Janak Palta McGilligan. A senhora de 73 anos é membro do Conselho Consultivo Global da SCI e diretora do Centro Jimmy McGilligan para o Desenvolvimento Sustentável em Madhya Pradesh, Índia - que ela fundou com seu falecido marido em 2010.

Em um país onde até 81% das comunidades rurais dependem de combustíveis poluentes para cozinhar, Palta McGilligan percebeu que as pessoas estavam sendo prejudicadas por cozinhar com lenha de ecossistemas em declínio. Sua saúde foi afetada e o ambiente natural ao redor deles corroído. “As meninas não podiam ir à escola porque passavam o dia todo catando lenha”, acrescenta Palta McGilligan.

Janak Palta McGilligan.

Ainda assim, com uma estimativa de 300 dias de sol por ano, a Índia tem uma oportunidade substancial de usar a energia solar térmica.

Palta McGilligan introduziu fogões solares para essas comunidades, com o Jimmy McGilligan Center cobrindo todos os custos de treinamento e 90% do preço dos fogões, tanto para proteger as florestas da degradação quanto para fornecer oportunidades iguais para as mulheres.

Até o momento, o Centro já treinou mais de 126.000 pessoas em práticas sustentáveis, como cozimento solar e técnicas de cura e desidratação de alimentos, além do uso de energia solar térmica para aquecer um ferro para passar roupas.

“É uma questão de meio ambiente, mas também é uma questão de igualdade”, disse ela à CNN.

Uma solução simples?
Existem muitos tipos de fogões solares: de caixas espelhadas a sistemas de telhado e fogões de tubo a vácuo - um dispositivo mais complexo que funciona bem em climas mais frios.

Palta McGilligan defende globalmente os benefícios do cozimento solar para a saúde. “Até a saúde econômica é beneficiada”, diz ela. "Todos os combustíveis poluentes são tão caros, mas o cozimento solar é gratuito - sempre."

Qualquer pessoa pode usar um fogão solar e o treinamento é simples: "Você tem que aprender a posicionar o fogão solar, como alinhá-lo com o sol. Isso é tudo", explica Palta McGilligan.

Um forno de caixa solar básico pode ser construído com uma caixa de papelão e espelhos ou papel alumínio, custando apenas alguns dólares.


Os fogões solares vêm em uma variedade de formas e tamanhos, mas todos utilizam energia térmica do sol.

Há uma desvantagem óbvia: você não pode cozinhar depois de escurecer e, embora a comida cozinhe rapidamente em um dia ensolarado, em mau tempo os fogões solares podem demorar muito mais do que um fogão ou forno convencional e podem não atingir temperaturas altas o suficiente para cozinhar carne com segurança . Em dias frios ou com vento, alimentos pesados ​​- como pães - podem não cozinhar.

Mas os fogões solares podem ser usados ​​para desidratar e curar alimentos para preservá-los por períodos de tempo, quando há uma forte cobertura de nuvens.

'Florestas inteiras serão salvas'
De acordo com a ONG internacional SolarAid, em climas ensolarados e áridos, um único fogão solar pode economizar até uma tonelada de lenha por ano.

Isso pode aumentar, com o uso de combustíveis poluentes para cozinhar sendo responsável por mais da metade das emissões globais de carbono negro. O carbono negro é um dos maiores contribuintes para a mudança climática depois do dióxido de carbono, mas só permanece na atmosfera por dias a semanas. Na verdade, a queima de biomassa de madeira gera maiores emissões de CO2 por unidade de energia do que a queima de combustíveis fósseis.

Além do custo do carbono, o uso de combustíveis de biomassa pode contribuir para o desmatamento de regiões rurais.

“O planeta está em risco”, diz Palta McGilligan. "Na Índia rural, não podemos cultivar árvores com rapidez suficiente para compensar a madeira queimada para cozinhar."


Ela diz que, junto com o treinamento em métodos de cozimento solar, ela incentiva o plantio e cultivo de vegetação nativa e árvores para começar a neutralizar o impacto ambiental que o tempo de cozimento à lenha teve na Índia rural.

“As pessoas nas aldeias estão conectadas às florestas”, disse Palta McGilligan à CNN. "Eles lamentam que as selvas estejam se perdendo, eles estão tristes por não haver árvores. A energia solar térmica é um grande alívio para eles."

Palta McGilligan observou a recuperação dos ecossistemas como resultado direto da introdução do cozimento solar em uma aldeia. “Florestas inteiras serão salvas com o uso de fogões solares”, diz ela.

Via: CNN

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