04/28/15

A startup americana BioCarbon Engeneering, liderada pelo ex-engenheiro da Nasa Lauren Fletcher, anunciou neste mês uma meta ambiciosa: plantar 1 bilhão de árvores ao longo de um ano usando drones. A companhia estima que 26 bilhões de árvores sejam derrubadas pela expansão urbana, enquanto somente 15 bilhões são replantadas por ano.

"Vamos combater o desflorestamento em escala industrial com o reflorestamento em escala industrial", afirma Fletcher em um dos vídeos de divulgação. O método de plantio é diferente do tradicional, que consiste em jogar sementes secas no chão. Segundo a companhia, isso faz com que o índice de sobrevivência seja baixo.


Os drones serão utilizados primeiro para mapear o terreno do plantio 

O processo começa com a análise do solo, feita pelos drones. Imagens em alta definição são captadas e mapas em 3D são gerados para avaliação da empresa. Ao encontrar um local adequado, as máquinas voam a uma altura de dois a três metros do chão e, então, liberam cápsulas com sementes pré-germinadas cobertas com um hidrogel nutritivo.

Os drones também acompanharão o processo de crescimento das árvores e poderão repor as sementes, se necessário. A empresa não diz que o método é melhor do que a plantação feitas por pessoas, mas certamente é mais veloz e 15% mais barato.


As naves também poderão monitorar o crescimento das mudas 

Dois operadores humanos controlarão diversos drones para que eles plantem 36 mil árvores por dia. "O único jeito de atacarmos problemas antigos é utilizando técnicas que não estavam disponíveis antes", diz Fletcher.

Segundo um estudo, divulgado em março deste ano pela revista Science Advances, 70% das florestas do mundo estão ameaçadas pelo desmatamento.

Por enquanto, a BioCarbon tem um protótipo que foi apresentado na Drones for Good, uma mostra de iniciativas que usam os drones para o bem da humanidade, realizada nos Emirados Árabes. A previsão é que a empresa tenha versões totalmente funcionais dos aparelhos até o final de setembro deste ano.

Projetada pelo famoso arquiteto e artista Vincenzo Scamozzi, Palmanova, na Itália, é uma cidade peculiar. O lugar é mundialmente famoso devido à sua forma incomum de uma estrela, praticamente perfeita. 

Do chão, parece, apenas uma cidade comum e bonita do país, mas vista do alto, revela uma forma de estrela simétrica muito agradável do ponto de vista estético, matemático, e até mesmo estratégico. Se você estiver de passagem pela Itália, vale a pena dar uma visitada em Palmanova. 

A cidade, localizada no nordeste da Itália, foi construída durante o Renascimento.

Seu idealizador a projetou para ser uma utopia. 

Palmanova foi construída no final do século 16 pela República de Veneza, que era, na época, um importante centro comercial. 

Note sua forma estrelar praticamente perfeita vista do alto.

As razões pelas quais a cidade foi construída nessa forma, além da estética, são filosóficas, religiosas e militares.



A cidade conta com apenas cerca de 5.300 habitantes.
A data de fundação da cidade (07 de outubro de 1593) comemorou a vitória das forças europeias (fornecidas principalmente pelos Estados italiano e pelo Reino Espanhol) sobre os turcos otomanos na batalha de Lepanto, durante a Guerra do Chipre. 

Utilizando as mais recentes inovações militares do século 16, esta pequena cidade era uma fortaleza em forma de uma estrela de nove pontas.

Um fosso cercava a cidade, e três grandes portões guardados permitiam a entrada.


Em 1960, Palmanova foi declarada um monumento nacional.





Uma cidade verdadeiramente espetacular foi criada!

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