07/31/15

© Fornecido por AFP (Arquivo) A população de tigres de Bengala diminui a um ritmo alarmante nos Sundarbans, a maior floresta de manguezal do mundo, em Bangladesh 

A população de tigres de Bengala diminui a um ritmo alarmante nos Sundarbans, a maior floresta de manguezal do mundo, em Bangladesh, segundo um estudo publicado nesta segunda-feira pelos cientistas.

Enquanto 440 exemplares desta espécie foram contabilizados em 2004 neste ecossistema excepcional, inscrito no patrimônio mundial pela Unesco, os grandes felinos na realidade são apenas uma centena, afirmou Tapan Kumar Dey, responsável pela proteção da fauna e da flora do governo.

A diferença é explicada em parte pela metodologia. Em vez da conta aleatória realizada a partir do recolhimento de pegadas, os cientistas utilizam agora aparelhos fotográficos equipados com detectores de movimento.

Depois de um ano de observação, contaram entre 83 e 130.

"Temos então uma média de 106 tigres nesta parte dos Sundarbans", aos quais é preciso somar 74 felinos identificados anteriormente do lado indiano, disse Tapan Kumar Dey à AFP.

A Índia acolhe a população mais importante de tigres de Bengala com 2.226 exemplares. Bangladesh, Nepal, Butão, China e Mianmar dividem os demais.

Para Monirul Khan, zoólogo na Universidade Jahangirnagar de Bangladesh e grande especialista sobre o tigre, as conclusões da pesquisa confirmam seus piores temores quanto à sobrevivência da espécie.

"Parece que a população diminuiu mais rápido do que esperávamos", lamentou, denunciando a caça ilegal e a destruição do habitat natural do animal.

Segundo a organização WWF, o número de tigres selvagens caiu de 100.000 exemplares em 1990 a 3.200 na atualidade. O tigre de Bengala encontra-se entre as espécies ameaçadas classificadas pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

© Fornecido por Notícias ao…

San Andreas é uma falha geológica nos Estados Unidos muito famosa - e temida, tendo inclusive virado filme recentemente. A falha corta de norte a sul o Estado americano da Califórnia. Entretanto, existe uma outra falha mais ao norte da Califórnia, em frente à costa noroeste do país, que segundo os cientistas pode causar um estrago muito maior do que o terremoto de 1906 e devastou São Francisco.

A falha submarina de Cascadia possui 1,1 mil quilômetros e abrange desde a Província canadense da Colúmbia Britânica até o norte da Califórnia. Segundo os cientistas, em reportagem da BBC Brasil, o perigo desta falha foi demonstrado há poucos dias, em artigo na revista The New Yorker. A falha de Cascadia seria capaz de provocar tremores de uma magnitude acima dos nove graus, acompanhados de tsunamis parecidos com que o que arrasou a costa norte do Japão em 2011.

Ainda no artigo, cientistas revelam temer que esta falha possa causar a maior catástrofe natural da história dos Estados Unidos. O último tremor causado por esta falha geológica ocorreu há mais de 300 anos e se calcula que tenha tido uma magnitude entre 8,7 e 9,2 graus.

A última vez que a falha deu origem a um grande terremoto foi em 1700, causando um tsunami que chegou à costa do Japão. Os cientistas apontam ainda que a maior parte da destruição que possa acontecer será provocada por um tsunami, que alcançará a costa em apenas 20 minutos, afetando uma área em que vivem mais de 70 mil pessoas. Com informações do Estadão Conteúdo.

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