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ILHAS PHI PHI - TAILÂNDIA
O Sudeste Asiático abriga países incríveis e, muitas vezes, esquecidos pelos turistas! Por serem mais longe, as passagens acabam sendo mais caras e muitas pessoas desistem da viagem. Acontece que, ao contrário do que imaginam, a hospedagem, passeios e alimentação nesses destinos são um dos mais baratos do mundo, compensando qualquer gasto! 

Dentre os países que fazem parte do Sudeste Asiático estão: Tailândia, Vietnã, Laos, Mianmar, Camboja e Indonésia. A religião é muito presente nesses locais, tornando a viagem ainda mais especial, já que é possível conhecer uma cultura nova e lugares incríveis como os templos budistas.

E aí, que tal deixar de lado todos os preconceitos e se aventurar nesses destinos exóticos e paradisíacos? 

O Guia da Semana fez uma lista com 9 lugares incríveis para conhecer no Sudeste Asiático. 

Simplesmente o principal cartão-postal da Tailândia, as Ilhas Phi Phi ficam localizadas no Mar de Andaman. A ilha mais famosa é a : a Phi Phi Leh, que ficou conhecida internacionalmente com o filme "A Praia". Ela é, na realidade, uma reserva ambiental, o que significa que não existe infraestrutura turística e só fica lá quem topa acampar! Eaí, partiu?

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KHAO PHING KAN - TAILÂNDIA
Quem lembra dessa ilha no filme "007 contra o homem com a arma de fogo"? A "Ilha do James Bond" chama Khao Phing Kan e é um dos pontos turísticos mais visitados no país. Não é pra menos, sua incrível formação faz qualquer um se encantar. Um passeio de barco no local não é uma má ideia, né?

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HALONG BAY - VIETNÃ
O Vietnã possui lugares incríveis que faz qualquer um se apaixonar. Um desses locais é Halong Bay, que, literalmente, significa “baía onde desceu o dragão”. É Patrimônio Mundial da Unesco e situa-se na província de Quàng Ninh. Incrível, né? Um dos passeios mais requisitados da região é a navegação com velas, que, inspirado nos antigos barcos chineses, exploram as ilhas da região.

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HOI AN - VIETNÃ
Hoi An é considerada uma das cidadezinhas mais charmosas no Vietnã! Se você busca conhecer a cultura do país e, de quebra, conhecer um lugar típico com uma arquitetura linda, essa é a melhor opção! O passeio é ótimo para relaxar, conhecer melhor a cultura local, passear na cidade histórica, pedalar na beira do rio e, de quebra, comprar umas roupas sob medida pra você (existem muitas alfaiatarias lá!)!

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LUANG PRABANG - LAOS
Para conhecer Laos, uma ótima opção, que mescla cultura e paisagens incríveis, é a cidade de Luang Prabang! Considerada Patrimônio Cultural da Humanidade, a cidade de 16 mil habitantes ostentou, até 1975, o título de capital real. Hoje ainda conserva 32 dos 66 templos ou wats (na língua local) existentes antes da colonização francesa.

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KUANG SI FALLS - LAOS
Uma das atrações mais incríveis da cidade de Luang Prabang é essa cachoeira de águas cristalinas turquesa. Ideal para banhos, o local parece ter saído de um conto de fadas! Além disso, na região da cachoeira há um centro de resgate de ursos conhecido como Free the Bears. Atualmente, 23 belos ursos-negros-asiáticos vivem no local, sendo que a maioria chegou ao centro ainda pequena, resgatada pelo governo local da caça e do comércio ilegal.

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SIEM REAP - CAMBOJA
Embora não seja a capital de Camboja, Siem Reap é o principal destino turístico do país. O que leva milhões de turistas todos os anos à cidade é o fato de ela ser a porta de entrada para o maravilhoso complexo de templos de Angkor! Quem gosta de conhecer lugares novos e desbravar novos costumes, o passeio é super indicado. Quem visita esse paraíso garante que é um dos melhores destinos do Sudeste Asiático.

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BAGAN - MIANMAR
Bagan fica localizada em uma região mais árida de Mianmar - o que remete bastante ao sertão brasileiro se não fosse as incríveis obras imponentes que habitam o local. O Mar de Templos - que chegam até 2 mil (!) - atrai cada vez mais a atenção dos turistas. A experiência é incrível, afinal, você vai poder conhecer de perto os Monges e seus costumes, além de conhecer um lugar que está na fila de ser um patrimônio da humanidade pela UNESCO.

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BALI - INDONÉSIA
Não poderia falar de Indonésia sem mencionar a bélissima ilha de Bali. Suas incríveis praias fazem qualquer um se apaixonar - tornando o destino um dos mais desejados para passar a lua de mel! Dentre os melhores locais para visitar estão: Praia de Uluwatu, Padang (do filme "Comer, Rezar E Amar"), Green Bowl e Pandawa.


Arqueólogos bósnios dizem acreditar que pedra é a mais antiga criada pelo homem; tese não é consenso entre especialistas.

Arqueólogos bósnios dizem acreditar que pedra é a mais antiga criada pelo homem; tese é refutada por especialistas
 (Foto: Reuters/Dado Ruvic)

Uma enorme esfera de pedra encontrada em uma floresta da Bósnia-Herzegovina vem intrigando e dividindo especialistas.

Em entrevista ao jornal britânico "The Independent", o arqueólogo bósnio Semir Osmaganic advoga que formação rochosa é a mais antiga feita à mão por humanos.

Descoberta em uma floresta próximo à cidade bósnia de Zavidovici, a bola de pedra mede entre 1,2 a 1,5 metro de diâmetro, e, em sua composição, tem uma quantidade "extremamente alta" de ferro, segundo Osmaganic.

De acordo com outro pesquisador bósnio, Sam Osmanagich, a região era repleta de esferas no passado, mas muitas teriam sido destruídas na década de 70 por culpa de boatos de que havia ouro escondido dentro delas.

Em 2005, Osmanagic, conhecido como o "Indiana Jones bósnio", virou destaque na imprensa internacional ao alegar que um conjunto de colinas no Vale Visoko, na Bósnia, era, na verdade, um local de pirâmides antigas ligadas por uma rede de túneis subterrâneos.

Apesar das críticas que recebeu na ocasião, o especialista teve o apoio do governo do país, que liberou recursos para escavações na área.

"Soubemos que o mundo está rindo da gente (...), mas não há governo no mundo que deva se calar diante de algo que é positivo".

Críticas
Região era repleta de esferas no passado 
(Foto: Reuters/Dado Ruvic)

Mas Anthony Harding, presidente da Associação Europeia de Arqueólogos, descreveu a revelação como um “total absurdo”.

"Acredito que a esfera possa datar da Idade do Bronze ou Romana. Mas a especulação de que ela seria uma estrutura de 12 mil anos é totalmente fantasiosa e ninguém com um mínimo de conhecimento básico sobre arqueologia ou história diria isso", disse Harding ao Independent.

Já Amanda Edwards, professora da Escola de Ciências Ambientais, Atmosféricas e de Terra da Universidade de Manchester (Reino Unido), diz não acreditar que a esfera tenha sido feita por humanos.

Segundo ela, a pedra teria sido formada “pela precipitação de cimento natural entre os grãos de sedimento”, processo conhecido como concreção, afirmou Amanda ao jornal britânico "Daily Mail".

Picher: crise de saúde ambiental foi provocada por anos de escavação irrestrita e acúmulo de resíduos da mineração. (Seph Lawless ©/)

 “Se o mundo terminasse hoje, ele se pareceria com esta cidade”. É assim que o fotojornalista Seph Lawless descreve o lugar mais tóxico dos Estados Unidos, a cidade de Picher, em Oklahoma.

A cidade prosperou como nunca na primeira metade do século 20, como parte do cinturão de mineração do país. De sua terra saiu a maior parte do chumbo que abasteceu a artilharia americana durante as duas grandes guerras, e zinco suficiente para galvanizar a construção dos subúrbios americanos.

Quando o negócio definhou, em 1970, as empresas de mineração se mudaram de lá. Nos anos seguintes, Picher mergulhou na decadência econômica, que veio acompanhada de uma crise de saúde ambiental provocada por anos de escavação irrestrita e acúmulo de resíduos da mineração.

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Mas foi só em 2006 que Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos ordenou a evacuação dos moradores remanescentes. Três anos depois, a administração local foi totalmente dissolvida. Atualmente, Picher é uma cidade fantasma com cenário pós-apocalíptico.

Seph Lawless ©
“Um lembrete constante do que acontece quando a humanidade não respeita a natureza e o meio ambiente”, diz Lawless, que tem uma paixão especial por fotografar lugares abandonados e a decadência urbana. Seu objetivo é bem claro: mostrar ao mundo cenários escondidos e esquecidos que ninguém que ver.

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No caso de Picher, ele conseguiu acessar áreas restritas da cidade e captar imagens absolutamente desoladoras. Suas fotos foram reunidas em um novo trabalho intitulado '” O Prelúdio: A cidade mais mortal na América”.

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Em entrevista à EXAME.com, o fotógrafo, que se identifica com um pseudônimo, por segurança (“é contra a lei invadir a maioria dos lugares onde vou”), conta que não foi difícil entrar na cidade tóxica.

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“Isso é parte do problema. A área deveria ser melhor protegida para impedir o acesso do público. Eu podia sentir pequenas partículas do material tóxico batendo no meu rosto enquanto o vento soprava. Às vezes, eu podia até mesmo sentir o gosto”, relata.

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No caminho de acesso à cidade, ele encontrou apenas placas com avisos do perigo e sinais de interdição, além de árvores caídas, mas isso não representou um obstáculo. Ao chegar nas imediações de Picher, ele precisou abandonar o carro e seguir a pé.

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Segundo ele, a terra era tão perigosamente fina que poderia desabar a qualquer momento. Se o chão era uma ameaça, o horizonte extrapolava os riscos. Serras enigmáticas cercam a paisagem fantasma. “Esses montes de areia que aparecem nas fotos são resíduos tóxicos da mineração”, explica.

Seph Lawless ©
Através de imagens como essas, ele busca oferecer um “diagnóstico para alguns dos verdadeiros males do meu país e, finalmente, alguns dos problemas do mundo”, resume.

Seph Lawless ©
Ao ser questionado sobre uma possível visita ao Brasil para registrar a tragédia ambiental de Mariana, provocada pelo rompimento de uma barragem cheia de resíduo tóxico de mineração da Samarco, Lawless respondeu: “Eu ouvi sobre isso e gostaria de fotografá-lo trazendo mais consciência global para o problema. É uma tragédia para a região que mais pessoas precisam ver e aprender”.

Para conhecer mais do trabalho do fotojornalista, acesse seu site, Instragam, Twitter ou Tumblr

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O país é uma monarquia constitucional parlamentar democrática banhada pelo mar do Norte a norte e a oeste, que faz fronteira com a Bélgica a sul e com a Alemanha a leste. A capital é Amesterdão (português europeu) ou Amsterdã (português brasileiro)e a sede do governo é Haia.

Geograficamente, os Países Baixos são um país de baixa altitude, com cerca de 27% de sua área e 60% de sua população situados abaixo do nível do mar. Uma significativa parte de seu território foi obtida através da recuperação e preservação de terras através de um elaborado sistema de pôlderes e diques. Grande parte dos Países Baixos é formada por um grande delta, o delta do Reno e Mosa.

Os Países Baixos são um país densamente povoado que é conhecido por seus moinhos de ventotulipastamancos, cerâmica de Delft, queijo goudaartistas visuaisbicicletas e, além disso, pelos valores tradicionais e virtudes civis, tais como a sua tolerância social, tendo se tornado conhecido por sua política liberal em relação à homossexualidadedrogasprostituiçãoeutanásia e aborto. É um dos países com melhor qualidade de vida do mundo, fator pelo qual possui um dos melhores Índices de Desenvolvimento Humano da Europa e do mundo, segmentado em sua forte política de assistência social e direitos considerados essenciais, como educação, saúde e segurança de qualidade, garantidos em nível máximo a seus habitantes. O país possui uma das economias capitalistas mais livres do mundo — 15ª posição entre 177 países de acordo com o Índice de Liberdade Econômica em 2014.



















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Central: projeto é parte do compromisso de Israel em produzir 10% de sua eletricidade a partir de renováveis em 2020

Um colosso de 240 metros de altura no meio do deserto israelense de Neguev capaz de converterenergia solar em eletricidade para abastecer 120 mil famílias. Assim será Ashalim, a central de energia solar concentrada (da sigla em inglês CSP, Concentrated Solar Power) com a torre mais alta do tipo no mundo.

O projeto, nascido em 2013, está em construção e a expectativa é que ele seja concluído no final de 2017. Ao invés de gerar eletricidade diretamente, como nas células solares fotovoltaicas, a tecnologia CSP utiliza heliostats, instrumentos que utilizam um espelho para refletir a luz do sol em uma determinada direção. 

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No caso, eles concentram a luz solar sobre encanamentos na torre central, aquecendo uma mistura de sal fundido, que em contato com a água produz vapor em seu interior. Este vapor aciona, então, as turbinas e os geradores de eletricidade. Para estocar calor e operar 24h, mesmo em dias de pouca radiação solar, as usinas usam sofisticadas tecnologias de armazenamento térmico, que mantém milhares de litros de sal fundido a temperaturas elevadas. 

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O visual dessas fazendas solares é um espetáculo à parte. Na central israelense de Ashalim, cerca de 50.000 heliostats controlados por computador, e medindo até 20 metros quadrados cada, serão instalados em uma área de mais de 3 quilômetros quadrados.

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A usina vai fornecer eletricidade sob um contrato de compra de energia por 25 anos com a Israel Electric Corporation. A expectativa é que a geração seja de 300 MW, cerca de 2% da capacidade de produção de eletricidade de Israel. Além de abastecer milhares de pessoas, a central solar evitará emissões de 110 000 toneladas de CO2 por ano ao longo de sua vida.

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O projeto é parte essencial do compromisso de Israel em produzir 10% de sua eletricidade a partir de energia renovável em 2020. Ele é orçado em US$ 773 milhões e 80% dos recursos são provenientes do maior fundo de infraestrutura de Israel, o Noy Fund, financiado pelo banco Hapoalim e pelo Banco de Investimento Europeu. A execução está a cargo da Megalim, uma sociedade entre a francesa Alstom e a BrightSource Energym, da Califórnia, nos EUA.


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