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A National Geographic anunciou os resultados de sua prestigiada competição Wildlife Photographer de 2016.

Os juízes tiveram dificuldade ao escolher as melhores imagens, mas o vencedor do grande prêmio foi Greg Lecoeur com uma imagem incrível de sardinhas na caça predatória sob a água.

O concurso atraiu milhares de participantes de todo o mundo, e as imagens foram divididas em 4 categorias: ação, paisagens, retratos de animais e problemas ambientais.

Urso solitário na praia. Sem neve e inverno esta sendo estranhamente quente. Isso afetará a população de ursos polares quando a temporada de caça as focas chegar ...

1. Menção de honra, os problemas ambientais: Nem neve ou gelo na ilha de Barter


2. Em primeiro lugar, paisagens: Luta pela a vida, Holanda
No outono, partes da floresta estão inundadas, e esta pequena árvore acima da água tentando sobreviver nestas condições difíceis.

3. Em terceiro lugar, paisagens: Tormenta no pacífico
enorme nuvem cumulonimbus sobre o Oceano Pacífico, mais de 11.000 metros de altura indo para a América do Sul

4. Menção de honra, paisagens: Meteorito Verde, Índia
A câmera estava pronta para tirar 999 fotos com uma exposição de 15 segundos e este foi um deles, por acaso. A cor verde é devido à combinação do oxigênio se aquecendo em volta e a mistura de minerais em ignição.

5. Menção Honrosa, imagens de animais: papagaio, Reino Unido
Foto feita em na ilha de Skomer, onde há a maior colônia de Puffins atlânticos do Reino Unido, eles não temem os seres humanos.

6. Grande Vencedor: Caçando sardinhas, África do Sul
Registrando a migração das sardinhas, percebe-se muitos predadores que atacam-nas, começando com os golfinhos e seguido por albatrozes, que mergulhavam a 80 km / h até pegá-los.

7. Primeiro Lugar, imagens de animais: Se arrastando ao fundo do bosque.
Caminhada matinal ao longo da floresta tranquila com névoa e brisa fria, e de repente eu vi esta cobra de árvore de 20 cm.

8. Em terceiro lugar, Ação: O destino inserto da garça branca, Hungria
Em 1921, havia apenas 31 pares de garças brancas na Hungria, mas os esforços para a sua conservação, são agora mais de 3.000.

9. Em segundo lugar, Ação: Colorado
Tornado em Wray, Colorado, em 7 de Maio. Foi fotografado de um local seguro e felizmente ninguém ficou ferido.

10. Menção honrosa, Ação: Festa de água-viva, Nova Gales do sul
As tartarugas verdes comendo os tentáculos de uma água-viva, comida habitual desta espécie

11. Em primeiro lugar, os problemas ambientais: Vida e Morte, Svalbard
Restos de um urso polar na ilha de Svalbard. Não se sabe se morreu com a idade, ou mais provavelmente, a fome. É muito comum encontrar restos de ursos nos dias atuais devido ao aquecimento global.

12. Menção Honrosa, imagens de animais: Corvo perseguindo uma coruja pescadora
O corvo viu a coruja se aproximando e decidiu afugenta-la de seu território.

13. Em terceiro lugar, retratos de animais: A amizade é incolor, Espanha
Mantis pau que parecem brigar em uma planta, muito estranho se ver juntos um par desta espécie.

14. Menção Honrosa, os problemas ambientais, Fogo na praia, Espanha
Mulher de biquíni vista ao lado de um incêndio florestal se aproxima da praia de Son Serra, na ilha de Mallorca.

15. Em segundo lugar, paisagens: Pista de gelo selvagem, Itália
Lago com a superfície congelada que posteriormente recebeu a primeira neve, próximo ao Monte Cimon da Pala.

Mais informações: nationalgeographic.com

Um pneu furado é algo que arruína qualquer viagem, especialmente ciclismo. No entanto, a partir de agora os ciclistas podem esquecer as câmaras e bombas de ar, porque a empresa Nexo criou um pneu sem ar com o qual você pode pedalar o quanto quiser sem se preocupar com espinhos.

pneus sem ar não são novos, mas não é amplamente utilizado devido à sua força e o choque contra o solo em comparação com os pneus convencionais. Mas esta empresa em Utah afirma ter encontrado uma solução para estes problemas. Os pneus são feitos de uma mistura de polímero que não só fornecem o equilíbrio perfeito de força e de amortecimento, mas também são duráveis. O produto vem com duas variantes: pneus montados nas rodas de sua bicicleta, que tem a durabilidade de até cerca de 5000 kms, e outros que podem substituir completamente as rodas de bicicleta com autonomia de até 8000 kms.

Se isso não for suficiente, A Nexo criou seus produtos com uma determinada matéria, o que os torna facilmente recicláveis. Considerando que todos os anos 10 milhões de toneladas de pneus de bicicletas e tubos são jogados fora, a verdade é que essa empresa ajuda a dar um passo na direção certa na conservação do meio ambiente.

Estes pneus inovadores de bicicleta não furam

Eles são feitos de uma mistura de polímeros que oferecem o equilíbrio perfeito de força e de amortecimento, além de durabilidade.

Os ciclistas podem coloca-los em suas bicicletas ou adquirir rodas completas.

E eles podem ser utilizados sem problemas por até 8000 km

Além disso, eles são fáceis de reciclar. Você está pronto para dizer adeus aos pneus convencionais?

Neste vídeo você tem mais informações:


Mais informações: Kickstarter (via: treehugger)

Preste atenção nas imagens a seguir na espécie de gatos mais adorável do mundo! este é o "Lince" ou "caracal", ou, mais especificamente, a prole de Caracal. 


Estas belas criaturas tinham um significado religioso para os antigos egípcios. Eles aparecem em suas pinturas, estatuetas de bronze, eles acreditavam que suas esculturas guardavam os túmulos dos antigos faraós.

Source: www.reddit.com
O "Lince" (Caracal) vivem na África, no Oriente Médio e subcontinente indiano. Os adultos podem pesar até 18 quilos, correm a 50 km/h, e podem matar um homem adulto com sua ternura (bem, possa ser que tenhamos inventado esse último). O "Lince" (caracal) pode ser facilmente domesticado e até criados como animais de estimação. Mas pode ser ilegal em alguns países, por isso sempre é bom pesquisar bastante antes de decidir criar um bichinho fofo desses!

Source: imgur.com

Source: 500px.com

Source: 500px.com

Source: imgur.com

Source: fionaayerst.wordpress.com

Source: media.photobucket.com

Source: fionaayerst.wordpress.com

Source: www.flickr.com

Source: imgur.com

Source: www.fotolia.com

O prazo para participar na edição 2016 dos prêmios de fotografia "Comedy Wildlife" (aqui você pode ver a edição de 2015) terminou em 1 de Outubro, e ao escolher os vencedores, queremos mostrar os participantes que mais se destacaram esse ano.

1.
Fonte: Angela Bohlke

Este evento anual visa mostrar o lado divertido da natureza, mas também quer promover a conservação. 

2.
Fonte: Mary Swaby

Eles trabalham ao lado da fundação Born Free para o bem-estar animal e conservação, e agir em todo o mundo para salvar vidas e proteger as espécies selvagens.

3.

Fonte: Edward Kopeschny

Os prêmios deste ano serão divididos em 6 categorias divertidas. Quem você acha que vai ganhar?

4.
Fonte: Anup Doodhar

5.
Fonte: Murray Mcculloch

6.

7.
Fonte: Tom Stables

8.
Fonte: Barb D’Arpino

9.
Fonte: Olivier Steiner

10.
Fonte: Barb D’Arpino

Mais informações: comedywildlifephoto.com

© Fornecido por New adVentures, Lda.

O movimento das placas tectônicas da superfície da Terra fez a Austrália mudar de lugar. O país foi “carregado” para o norte e sua localização nos mapas e GPSs terá que ser corrigida.

De acordo com a Folha de S.Paulo, as placas que estão sob a Austrália se movimentam com muita velocidade, deslocando o país ao norte 6,85 centímetros a cada ano, com uma micro rotação em sentido horário. Segundo os padrões geológicos, essa movimentação é acontece com muita velocidade.

Apesar da movimentação as pessoas não conseguem sentir, ao contrário do Sistema de Posicionamento Global (GPS). Diante disso, as longitudes e latitudes da Austrália serão reconfiguradas.

Como se forma a chuva ácida, problemas ambientais, clima, poluição do ar, combustíveis fósseis, gases tóxicos


O que é chuva ácida

É um tipo de precipitação pluviométrica com presença de gases poluentes (derivados da queima de combustíveis fósseis) misturados com água, formando compostos ácidos (ácido sulfúrico e nítrico, por exemplo).

Formação e efeitos 

Ela é formada por diversos ácidos como, por exemplo, o óxido de nitrogênio e os dióxidos de enxofre, que são resultantes da queima de combustíveis fósseis. Quando chegam à terra no formato de chuva ou neve, estes ácidos danificam o solo, as plantas, as construções históricas, os animais marinhos e terrestres etc. A chuva ácida pode até mesmo causar o descontrole de ecossistemas, ao exterminar algumas espécies de animais e vegetais. Causando a poluição de rios e fontes de água, a chuva pode também prejudicar diretamente a saúde das pessoas, provocando doenças do sistema respiratório.

Este fenômeno tem crescido significativamente nos países em processo de industrialização como, por exemplo, Brasil, Rússia China, México e Índia. A setor industrial destes países tem crescido muito, porém de forma descontrolada, afetando negativamente o meio ambiente. Nas décadas de 1970 e 1980, na cidade de Cubatão (litoral de São Paulo) a chuva ácida causou muitos danos ao meio ambiente e aos moradores. Os ácidos poluentes lançados no ar pelas empresas, estavam causando muitos problemas de saúde na população da cidade. Foram relatados casos de crianças que nasciam sem cérebro ou com outros problemas físicos. A chuva ácida também causou desmatamentos significativos na Mata Atlântica na região da Serra do Mar.

Estudos feitos pela WWF (Fundo Mundial para a Natureza) indicaram que nos países ricos o problema também ocorre. No continente europeu, por exemplo, estima-se que 40% dos ecossistemas estão sendo danificados pela chuva ácida e outros tipos de poluição.


Curiosidade:

- O termo chuva ácida foi usado pela primeira por Robert A Smith, na Inglaterra durante a Revolução Industrial (meados do século XIX).



No dia 8 de agosto segunda-feira , a humanidade superou o orçamento do meio ambiente para o ano, passando a operar no vermelho. Em oito meses, esgotamos todos os recursos que a Terra é capaz de oferecer de forma sustentável no período de um ano, desde a filtragem de gás carbônico (CO2) da atmosfera até a produção de matérias-primas para fabricação de bens de consumo.

A conta é do Global Footprint Network (GFN), uma organização de pesquisa que mede a pegada ecológica das atividades humanas no mundo. Até o fim 2016, teremos consumido 1,6 planetas Terra, um apetite absolutamente insustentável no longo prazo.

A diferença entre a capacidade de regeneração do planeta e o consumo humano gera um saldo ecológico negativo que vem se acumulando desde a década de 80, também estimulado pelo crescimento populacional - já somos 7 bilhões de habitantes no mundo e até o final do século, seremos 11 bilhões.

Pior, entramos no vermelho cada vez mais cedo. Vinte anos atrás, o "Dia da Sobrecarga da Terra" acontecia em 10 de Outubro. Mas em 1975, era 28 de Novembro. No ano passado, foi em 13 de agosto. Agora, entramos no vermelho no dia 08.

Se continuarmos no ritmo atual, vamos consumir o equivalente a dois planetas até 2030, antecipando ainda mais o "Dia da Sobrecarga", para junho, segundo o estudo.

Juros pesados

À medida que aumenta nosso consumo, cresce a nossa dívida ecológica. Em termos planetários, os resultados dos juros que pagamos se tornam mais claros a cada dia.

Eles se traduzem na perda de bens e serviços ambientais, desequilíbrio climático, na redução de florestas, perda de biodiversidade, colapso de recursos pesqueiros, escassez de alimentos, redução da produtividade do solo e acúmulo de gás carbônico na atmosfera. Este último é uma preocupação constante por conta das mudanças climáticas.

Atualmente, mais de 80 por cento da população mundial vive em países que usam mais do que seus próprios ecossistemas sçao capazes de renovar. Estes países "devedores ecológicos" ou esgotam de uma vez seus próprios recursos ecológicos ou os obtém de outro lugar.

Residentes do Japão, por exemplo, consomem recursos de 7,4 “Japãos”. São necessárias 2,2 "Estados Unidos” para abastecer a população americana. Já a China usa os recursos ecológicos de 3,6 “Chinas".

A imagem abaixo mostra quantos países são necessários para suprir a demanda de seus cidadãos:

Claro que nem todos os países exigem mais do que seus ecossistemas podem fornecer, mas até mesmo os chamados "credores ecológicos", como o Brasil, Indonésia e Suécia, estão diminuindo ao longo do tempo.

A mensagem é clara. Está cada vez mais difícil - e perigoso - sustentar um déficit orçamentário crescente entre o que a natureza é capaz de fornecer e o quanto nossa infraestrutura, economias e estilos de vida exigem. É hora de organizar as contas e rever os gastos.

Vanessa Barbosa - EXAME.com

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