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Lake Louise, no Canadá 
© Warl0rdPT on Visual hunt / CC BY-NC-ND / Warl0rdPT on Visual hunt / CC BY-NC-ND 
Praias, florestas, cordilheiras… O que não faltam são paisagens naturais dos sonhos para conhecer ao redor do mundo. No meio de tantos lugares fascinantes, a Interpoint Viagens & Turismo, agência de viagens, listou sete lagos ao redor do mundo para visitar. Todos eles são perfeitos para colecionar boas fotos, já que os viajantes não perdem tempo quando o assunto é selfie.

Lagos ao redor do mundo para visitar

Lagos de Plitvice, Croácia
Patrimônio Natural da Unesco desde 1979, o Parque Nacional dos Lagos de Plitvice, na Croácia, está localizado a cerca de 150 quilômetros da capital Zagreb e é uma das atrações turísticas mais populares do país.

Dono de paisagens únicas, o local abriga 16 lagos conectados por uma série de cachoeiras e outros mini lagos, que vão do verde ao azul, em várias tonalidades diferentes.

A vegetação deixa tudo ainda mais bonito e propício para fotos inesquecíveis. Estima-se que já foram catalogadas mais de 1.200 espécies de plantas.

Lago Louise, Canadá
Dono de uma das paisagens mais bonitas do Canadá, o Lago Louise, localizado na pequena cidade homônima, dentro do Banff National Park – o mais antigo do país –, impressiona pela beleza.

Rodeado por uma cadeia de montanhas glaciais, o lago tem aproximadamente cinco quilômetros de extensão de águas azul turquesa e é um convite para caminhadas e passeios de canoa. Não por acaso, o Louise é uma das paisagens mais fotografadas do país.

Laguna del Inca, Chile
viviantelles.com.br
O Chile é um país de múltiplas belezas, com destaque para a Laguna del Inca, em Portillo. Emoldurada pela Cordilheira dos Andes e bem pertinho da fronteira com a Argentina, a atração está situada nos fundos do Hotel Ski Portillo, um dos mais tradicionais do país.

O local é atrativo em qualquer época do ano. Mas é durante o inverno, quando a paisagem está totalmente coberta de neve, que o cenário fica ainda mais bonito e interessante. Se o dia estiver ensolarado, então, nem se fala. A água se transformará em uma espécie de espelho, garantindo, assim, ótimas fotos.

Quem quiser uma nova perspectiva pode almoçar ou tomar um café no restaurante do hotel, que oferece, por meio de janelas, uma vista encantadora para a laguna. 

Blue Lagoon, Islândia 
© Divulgação O Blue Lagoon é umas das atrações mais visitadas no país - Divulgação 
Na Islândia, a terra do gelo e de vikings, a Blue Lagoon, uma das atrações mais visitadas do país, é uma das sugestões para quem quer sair bem na foto. 

Localizada na cidade de Reykjanessakagi, bem pertinho da capital Reykjavik, este local de águas geotermais é a pedida certa para quem quer relaxar e rejuvenescer um pouquinho. 

A água, a propósito, é rica em sílica e outros compostos minerais, que, segundo dizem, possuem efeitos medicinais e anti-idade. 

Ao conhecer o lugar, não se assuste com a fumaça proveniente do calor. A temperatura costuma variar entre 37º e 39ºC. 

Lago Titicaca, Bolívia e Peru 
© Divulgação O Lago Titicaca fica na divisa do Peru e da Bolívia - Divulgação 


Outra opção bem interessante na América do Sul é o Lago Titicaca, localizado entre a Bolívia e o Peru. Situado a quase 4.000 metros acima do nível do mar, o Titicaca é o lago navegável mais alto do mundo e, em termos de volume de água, o maior do continente. 

Isso sem falar na paisagem, que conta ainda com a presença da Cordilheira dos Andes ao fundo e também no pacote de experiências a serem desfrutadas no destino. 

Os turistas que desejam conhecer a região podem se aventurar e visitar as comunidades indígenas nas ilhas artificiais dos Uros, que são feitas a base de totora, espécie de planta local. Ou, quem sabe, navegar em barcos também construídos com a vegetação nesta área. 

Lago Leman, Suíça 
Rama [CC BY-SA 2.0 fr (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/2.0/fr/deed.en)] 

O Lago Leman, também conhecido como Lago de Genebra, é o maior lago da Europa Ocidental e se divide entre duas nações: Suíça e França. 

É o lado suíço, mais especificamente nos arredores de Genebra, que concentra mais atrativos, como as belas cidades de Montreux e Lausanne. Ambas podem ser facilmente acessadas de barco durante o verão. 

A pigmentação da água, dependendo da estação do ano, permeia entre o azul e o quase cristalino. Ao fundo, os Alpes embelezam ainda mais o cenário. 

Lago Di Como, Itália 
demayorquierosermochilera.com 


Localizado na região da Lombardia, o Lago Di Como é o terceiro maior lago da Itália e o mais profundo de toda a Europa. Rodeado por montanhas e florestas, que abrigam belas e simpáticas cidadezinhas, vilas históricas, castelos medievais e casas coloridas, a região é um excelente cenário para fotos. 

Os povoados de Bellagio, Varenna, Tremezzo e Como oferecem uma grande quantidade de atrativos e uma vista sem igual para as águas calmas e tranquilas do Di Como. 


Confira outros lagos ao redor do mundo de encher os olhos. 

 Lake Louise, no Canadá 
© edwin van buuringen on VisualHunt / CC BY
Lake Louise, no Canadá 
© Jim Nix / Nomadic Pursuits on Visual hunt / CC BY-NC-SA

Nahuel Huapi, na Argentina 
 © eleZeta on Visualhunt.com / CC BY-ND
 Nahuel Huapi, na Argentina 
 © emiliokuffer on Visual hunt / CC BY-SA
Nahuel Huapi, na Argentina 
© emiliokuffer on VisualHunt / CC BY-SA

Moraine Lake, no Canadá 
© A Camera Story on Visualhunt.com / CC BY-NC-ND
Moraine Lake, no Canadá 
© lytfyre on Visualhunt / CC BY-NC-SA
 Moraine Lake, no Canadá 
© Amateur with a Camera on Visualhunt / CC BY-NC-ND
Blue Lagoon, na Islândia 
© Stuck in Customs on Visualhunt / CC BY-NC-SA
Blue Lagoon, na Islândia 
© WanderingtheWorld (www.ChrisFord.com) on Visualhunt.com / CC BY-NC
 Blue Lagoon, na Islândia 
© Michał Sacharewicz on VisualHunt.com / CC BY-NC-SA
Lagos de Plitvice, na Croácia
© Visual Hunt
Lagos de Plitvice, na Croácia
© Cattle Class Travel on Visualhunt.com / CC BY-NC-SA
  Lagos de Plitvice, na Croácia
© Hans Kainz on VisualHunt / CC BY-NC

Gruta do Lago Azul, no Brasil 
© comicpie on VisualHunt / CC BY

Gruta do Lago Azul, no Brasil 
© LNarimatsu on VisualHunt.com / CC BY-NC-ND

 Gruta do Lago Azul, no Brasil
© Roberto Hungria on Visual hunt / CC BY-NC

Gruta do Lago Azul, no Brasil 
© Roberto Hungria on Visual hunt / CC BY-NC

Lago Ness, na Escócia 
© stelosa on VisualHunt / CC BY-NC
 O Lago Di Como é o mais profundo de toda a Europa
© Divulgação

Lago Ness, na Escócia 
 © conner395 on Visual Hunt / CC BY

O Lago Leman fica na divisa da Suíça e da França
© Divulgação
Lago Nakuru, no Quênia 
© Nagarjun on Visualhunt / CC BY

Lago Nakuru, no Quênia 
© ROSS HONG KONG on VisualHunt.com / CC BY-NC-SA
Lago Nakuru, no Quênia 
© Tambako the Jaguar on VisualHunt.com / CC BY-ND

Lago de Como, na Itália 
© Ray in Manila on Visual hunt / CC BY

Lago de Como, na Itália 
© Juan Rubiano on Visualhunt / CC BY-NC-ND
Lago de Como, na Itália 
 © Ray in Manila on Visual Hunt / CC BY

Laguna 69, no Peru 
© Toni Fish on Visualhunt.com / CC BY-NC-ND 

Laguna 69, no Peru 
© elrentaplats on VisualHunt / CC BY-NC-SA

Laguna 69, no Peru
© twiga269 ॐ FEMEN on Visualhunt.com / CC BY-NC 

Lago Kawaguchi, no Japão 
© Raymond.Ling.43 on Visual hunt / CC BY-NC-ND

Lago Kawaguchi, no Japão 
© vicjuan on VisualHunt / CC BY-NC
Lago Kawaguchi, no Japão 
© vicjuan on VisualHunt / CC BY-NC
Lago de Bled, na Eslovênia 
© Shawn Harquail on Visual Hunt / CC BY-NC

Lago de Bled, na Eslovênia 
© Fornecido por Entre Aspas Comunicação Ltda / Dreamy Pixel on VisualHunt / CC BY-NC-SA

Lago de Bled, na Eslovênia 
© Fornecido por Entre Aspas Comunicação Ltda / Dreamy Pixel on VisualHunt / CC BY-NC-SA
Lago de Bled, na Eslovênia 
© Fornecido por Entre Aspas Comunicação Ltda / Dreamy Pixel on VisualHunt / CC BY-NC-SA

Lago de Bled, na Eslovênia 
© Fornecido por Entre Aspas Comunicação Ltda /  Dreamy Pixel on VisualHunt / CC BY-NC-SA 
Lago de Bled, na Eslovênia 
© Fornecido por Entre Aspas Comunicação Ltda / Dreamy Pixel on VisualHunt / CC BY-NC-SA 

Lago de Bled, na Eslovênia
© Fornecido por Entre Aspas Comunicação Ltda / Dreamy Pixel on VisualHunt / CC BY-NC-SA
Lago de Bled, na Eslovênia 
© Fornecido por Entre Aspas Comunicação Ltda / Dreamy Pixel on VisualHunt / CC BY-NC-SA 

Lago de Bled, na Eslovênia 
© Fornecido por Entre Aspas Comunicação Ltda /  Dreamy Pixel on VisualHunt / CC BY-NC-SA
Lago Baikal, na Rússia
© nubui on Visualhunt.com / CC BY-NC-SA

Lago Baikal, na Rússia
© leocomte26 on VisualHunt.com / CC BY-NC-ND 

Lago Baikal, na Rússia 
© f.stroganov on Visualhunt.com / CC BY-NC-SA 

Espécie foi detectada em 15 Estados, e as autoridades são incapazes de contê-la; com apetite voraz, ela pode viver alguns dias fora da água, segundo autoridades da Geórgia.

O peixe cabeça-de-cobra devora outros peixes, sapos e pequenos lagartos e pode percorrer curtos percursos por terra — Foto: USGS/BBC

"Se você acredita que capturou um peixe cabeça-de-cobra, não o libere. Mate-o imediatamente e congele-o".

As instruções são do Departamento de Recursos Naturais da Geórgia, que se somou na semana passada à lista de 15 Estados americanos em alerta por causa da existência, no meio selvagem, de um predador voraz.

O peixe cabeça-de-cobra (Channa argus) recebe esse nome por causa de sua cabeça achatada.

As autoridades querem estudar os exemplares encontrados no país e mapear sua disseminação para tentar controlar sua reprodução.

Mas são outras características que fizeram desse peixe um animal temido, desde o momento em que foi detectado pela primeira vez nos Estados Unidos, no início dos anos 2000.

O peixe é originário da China, Rússia e da península da Coreia, e pode chegar a medir mais de 80 centímetros.

Ele tem um grande apetite – se alimenta de outros peixes, rãs e pequenos lagartos.

As diferentes espécies de peixe cabeça-de-cobra podem chegar a mais de 80 cm de comprimento — Foto: FWS/BBC

E, principalmente, o cabeça-de-cobra possui a notável capacidade de sobreviver fora da água durante alguns dias – se arrastando e com pequenos saltos, pode percorrer pequenas distâncias. É capaz, por exemplo, de chegar até algum outro curso de água, para buscar mais alimentos.

Uma vez que o peixe aparece em um habitat, é difícil combatê-lo, por causa de sua alta taxa reprodutiva.

'Pode sobreviver fora da água'
As autoridades da Geórgia lançaram em 8 de outubro um alerta ao público assim que um pescador capturou o primeiro exemplar desse peixe no Estado.

Em suas instruções, o Departamento de Recursos Naturais adiciona: "Lembre-se que este peixe pode sobreviver fora da água. Se for possível, faça fotos do exemplar e tome nota do local em que foi capturado (curso d'água, marcos terrestres, GPS)".

O comunicado oficial da Geórgia também recomenda que sejam tiradas fotos dos peixes, "inclusive imagens de detalhe da boca, barbatana e cauda", para que possam verificar se é mesmo o peixe, e, de modo algum devem soltá-lo de volta à água ou – nesse caso bem específico – nem mesmo na terra.

As autoridades locais explicam que os hábitos alimentares desses predadores – por comerem desde plâncton a outros peixes – pode afetar severamente a oferta de alimento para outras espécies.

Peixe 'Channa argus' consegue viver muito tempo fora da água — Foto: Brian Gratwicke/VisualHunt

Os cabeças-de-cobra podem, além disso, sobreviver em água com baixas taxas de oxigênio, o que lhes dá uma vantagem competitiva em relação a outras espécies, como trutas e robalos, que precisam de mais oxigênio.

Todas as espécies de cabeça-de-cobra podem respirar oxigênio atmosférico, segundo as autoridades americanas. Alguns respiram tanto o ar atmosférico como o oxigênio que há na água, e outras devem necessariamente respirar o ar atmosférico para evitar se sufocarem.

Ao contrário da maioria dos peixes, o cabeça-de cobra pode sobreviver fora da água por possuir pequenas bolsas acima das brânquias que funcionam quase como pulmões. Ele pode afundar e aspirar ar para dentro dessas bolsas e, em seguida, extrair oxigênio do ar armazenado.

Liberados intencionalmente
Acredita-se que os cabeças-de-cobra foram introduzidos intencionalmente na Geórgia por pessoas que os compraram como peixes ornamentais, ou em tanques da indústria pesqueira alimentícia, segundo as autoridades locais.

Peixes dessa espécie foram encontrados, além de na Geórgia, em outros Estados, como Flórida, Nova York, Virgínia, Califórnia, Massachusetts e Maryland.

O primeiro cabeça-de-cobra encontrado, em Maryland em 2002, foi particularmente preocupante, segundo as autoridades estaduais, porque foram encontrados exemplares jovens, o que indica que ela está se reproduzindo com êxito no meio ambiente.

Fonte: G1


Cogumelo pode ajudar a resolver o problema do poliuretano

Em viagem à Amazônia equatoriana, um grupo de estudantes norte-americanos da Universidade de Yale liderado pelo professor de bioquímica molecular Scott Strobel fizeram uma descoberta inesperada. Uma espécie de fungo que se alimenta de plástico.

O Pestalotiopsis microspora, além de ser o primeiro cogumelo capaz de uma dieta composta exclusivamente por plástico, consegue fazê-lo em ambiente anaeróbico, que não possui oxigênio, o que torna o fungo uma solução a ser utilizada em aterros sanitários na aceleração da degradação de resíduos plástico depositados.

Trata-se de uma ótima novidade, sobretudo em tipos de plástico de difícil reprocessamento, como é o caso do poliuretano, um tipo de plástico termorrígido, o que faz com que sua reciclagem se torne um processo complexo. Ele não pode ser derretido e misturado com outros plásticos e é um poluente orgânico persistente (POP). Uma das possibilidades de reutilização desse tipo de material é sua aplicação em pisos de pistas de atletismo, por exemplo, onde o plástico é misturado à resina de poliuretano. Outra opção que já vem sendo praticada é a utilização desse tipo de plástico no solado de calçados.

Encontramos esse tipo específico de plástico em produtos do nosso dia-a-dia como esponjas para lavar louças, geladeiras, lycra, pranchas de surf e, como mencionado, até no solado do seu calçado.

A descoberta foi publicada em julho de 2011 na Applied and Environmental Microbiology e pode significar uma nova possibilidade no trato deste resíduo, material que pode ser considerado como tóxico.

Visite nossa seção Recicle Tudo para informar-se sobre como destinar, dentre outros, seus produtos feitos com poliuretano que não são mais utilizados ou em nossa busca por postos de descarte para saber onde fazê-lo.

Fonte: ecycle

MKRdezign

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