A Expansão impiedosa dos seres humanos, poluição, a superpopulação, destruição de habitat natural e outros fatores fizeram inúmeros animais e plantas desaparecem do nosso planeta. É quase como se a mãe natureza e a civilização estivessem travando uma guerra, a civilização parece estar ganhando. No entanto, a mãe natureza é uma lutadora que se recusa a desistir.
Sempre que ela tem a chance, ela começa a recuperar o que costumava ser o dela, em uma batalha que pode ser visto em todo o mundo. De shoppings inundadas e ocupados por peixes aos quartos de hotel abandonadas cobertas de vegetação, confira essas 26 impressionante evidência de uma guerra entre a natureza e a civilização.
Com um dia lindo lá fora, difícil mesmo vai ser querer dormir. A solução é aproveitar a energia para explorar os belos cenários naturais iluminados praticamente todas as 24 horas do dia pelo espetáculo conhecido como sol da meia-noite.
Ah, a natureza e seus encantos incansáveis... Uma destas magias proporcionadas pela Mãe Natureza é o sol da meia-noite, um fenômeno que ocorre ao norte o Círculo Polar Ártico e ao sul do Círculo Polar Antártico, durante o verão, quando o sol fica visível por 24 horas nos lugares que fazem parte da região. A Noruega está entre os países abençoados por esta graça e, por isso, se destaca como um destino muito procurado, não apenas por quem quer ter a companhia do sol ao longo de todo o dia, especialmente nos meses que vão de abril a final de agosto, mas também por viajantes em busca de lugares ainda mais incríveis para vivenciar essa experiência.
Para facilitar o planejamento de uma viagem à caça do sol da meia-noite ou simplesmente para se inspirar e despertar a vontade de conhecer as maravilhas norueguesas, listamos hoje 7 lugares imperdíveis no país. Dá uma olhada!
Cabo Norte
Localizado na ilha de Magerøya, ao norte da Noruega, Cabo Norte é iluminado pelo sol durante todo o verão. Apesar de a vista ser ofuscada na costa por causa da neblina, durante algumas horas do dia, o visitante consegue sentir o sol ali, não importa se os ponteiros do relógio marquem uma hora da manhã. Uma vez na região, o roteiro deve ser preenchido com atividades para desbravar os cenários naturais que compõem o Cabo Norte. Vale lembrar que, conhecido como o Topo da Europa, este é o ponto mais próximo da porção mais setentrional do continente europeu.
Ilhas Svalbard
Desde o final de abril até o final de agosto, o sol reina absoluto neste arquipélago norueguês. Isolado no meio do Mar do Ártico, Svalbard desafia o viajante já no início da viagem, que pode ser definida como uma jornada, já que é preciso voar durante 4h30, a partir de Oslo, ou cerca de 2 horas, saindo de Tromso, o que pode espantar os menos aventureiros. Depois de encarar o longo percurso, porém, não haverá nenhum arrependimento. O conjunto de ilhas permite maravilhas como os encontros com ursos polares durante passeios guiados nas geleiras. O portão de entrada para este refúgio natural congelante mesmo no verão é a cidade de Longyearbyen em Spitsbergen, onde fica o aeroporto de Svalbard.
Bodø
O período do sol da meia noite dura pouco tempo em Bodø: o fenômeno pode ser observado apenas durante os meses de junho e julho. Com 50 mil habitantes, o destino recebe os visitantes com uma temperatura mais agradável nesta época do ano. Assim, é possível divertir em suas praias ou mesmo desbravando outros cenários naturais que embelezam a cidade. No mar, acontecem atividades náuticas como caiaque ou mergulho.
Tromsø
O mais urbano dos destinos onde é possível admirar o sol da meia-noite na Noruega, Tromsø abriga em média 60.000 habitantes, que dividem, hospitaleiramente suas atrações com os visitantes. Bares, restaurantes, universidade e uma cervejaria estão entre as possibilidades que dão vida ao conjunto arquitetônico de estilo bem particular. Os cenários naturais podem ser desbravados com a ajuda de agências encontradas no centro da cidade, responsáveis por organizar passeios realizados a qualquer hora do dia – lembrando que não há noites em Tromsø durante todo o verão.
Ilhas Lofoten
Apesar de estar localizado no Círculo Polar Ártico e a despeito da sua elevada altitude, o arquipélago passa por uma das maiores variações climáticas no mundo todo, o que lhe garante estações bem definidas. No verão, o sol intenso e constante revela o verde de suas paisagens naturais, descortinando ainda a beleza de seus famosos fiordes – brancos de neve no inverno e vivamente verdes no verão. É possível visitar o conjunto de ilhas de carro ou ônibus, graças à presença de pontes e balsas que levam os visitantes até às pequenas e tradicionais ilhas pesqueiras. O dia não acaba na região durante o período que vai do final de maio a meados de julho.
Hurtigruten
A imagem mais famosa da região de Hurtigruten é formada por barcos sobre as águas e entre alguns dos mais belos fiordes noruegueses. Isso porque os cruzeiros são os meios preferidos entre os viajantes que querem explorar as maravilhas naturais da região. Muitos roteiros fazem escalas em cidades ao longo do caminho e, para quem quer ver sol mesmo à noite, a dica é parar nas cidades mais ao norte, onde a luz solar molda de um jeito único tanto os fiordes quanto as montanhas e as cidades costeiras.
Que tal o desafio de partir em uma expedição à caça do sol da meia-noite na Noruega? Deixe suas dicas e opinião em um comentário!
A mudança climática está obrigando os peixes a abandonar seus habitats tradicionais para buscar águas mais frias, e cada vez mais espécies podem ser afetadas se não forem cumpridos os objetivos de controle do aumento das temperaturas no planeta.
Uma equipe de pesquisadores estudou o futuro dos oceanos sob dois cenários de mudança climática: um no qual o aquecimento atmosférico se limite a dois graus antes de 2010, como afirmam os acordos de Copenhague; e o outro no qual o ritmo atual continue, o que elevaria as temperaturas em até cinco graus.
No pior dos cenários, o estudo adverte que os peixes migrarão 65% mais rápido, o que trará consequências para a biodiversidade e o funcionamento dos ecossistemas.
O estudo, publicado pela revista "Science", destaca a necessidade de limitar as emissões de gases prejudiciais e ajudar assim a reduzir o impacto do aumento das temperaturas atmosféricas e a acidificação dos oceanos.
"Todas as espécies e recursos que obtemos dos oceanos serão afetados", afirmou o professor William Cheung, da Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá) e codiretor do Programa Nereus, sobre o futuro dos oceanos.
Embora a Humanidade ainda tenha tempo para "reduzir de maneira significa" esses impactos negativos, "quanto mais esperarmos, haverá menos chances", alertou o especialista.
O estudo, realizado como parte da Iniciativa Oceanos 2015, da qual participam pesquisadores de Europa, Austrália, Estados Unidos e Canadá, analisa o impacto da mudança climática na indústria pesqueira e nas principais comunidades litorâneas que dependem em grande parte dos recursos da pesca.
"Olhando a superfície do oceano, não se pode dizer que esteja mudando muito", disse Rashid Sumaila, coautora do estudo e que lembrou, no entanto, que os mares estão "estreitamente ligados aos sistemas humanos, e há comunidades que estão sendo colocadas em alto risco".
Os especialistas sugerem que é necessário adotar medidas para proteger os ecossistemas marítimos e ajudar as comunidades que vivem deles a se adaptar, oferecendo-lhes educação e oportunidades para diversificar suas chances de vida.
Além disso, advertem que embora em algumas regiões possa ocorrer um aumento da biomassa de peixes, "pode ser só temporária se continuarem as emissões de dióxido de carbono".
A organização não governamental Greenpeace criticou hoje (30) os termos do compromisso assumido pelo governo brasileiro, em acordo bilateral com os Estados Unidos, para acabar com o desmatamento ilegal de florestas e mitigar as causas das mudanças no clima.
O documento informa que o Brasil pretende restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas até 2030. Não foi definido, no entanto, um prazo para zerar o desmatamento.
“É inaceitável que o compromisso mais ambicioso que Dilma assume para proteção das florestas e combate às mudanças climáticas seja tentar cumprir a lei. Mas foi exatamente isso o que ela fez em aguardada reunião com [o presidente Barack] Obama hoje (30) pela manhã, em Washington (EUA): prometeu fazer o possível para combater o desmatamento ilegal no Brasil, sem dar prazo ou garantia concreta”, diz a nota do Greenpeace.
“Dilma também prometeu restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas até 2030, mas isso é cerca de metade do exigido pelo atual Código Florestal para zerar nosso passivo ambiental”, acrescenta a nota.
Para o Greenpeace, o governo brasileiro, em vez de defender o desmatamento zero, propõe desmatamento ilegal zero ou o desmatamento líquido zero, o que abriria grande margem aos desmatadores.
Enquanto dezenas de governos se comprometeram a zerar suas perdas florestais até 2030, como consta na Declaração de Nova York sobre Florestas, no ano passado – que o governo brasileiro se recusou a assinar –, a ONG ressalta ser "vergonhoso que o nível do debate e do compromisso no país ainda sejam tão baixos”.
No acordo assinado hoje pelos dois países, os presidentes destacaram que vão trabalhar em cooperação na geração de energia nuclear segura e sustentável, além de reconhecer a necessidade de acelerar o emprego de energia renovável para ajudar a mover as economias.
Os países propuseram a adoção de “ações ambiciosas”, no sentido de atingir, individualmente, 20% de participação de fontes renováveis em suas respectivas matrizes elétricas, até 2030 – além, naturalmente, da geração hidráulica.
“[O governo brasileiro] na verdade, poderia alcançar pouco mais que o dobro disso, segundo dados do Observatório do Clima”, ressalta o Greenpeace.
A nota do Greenpeace menciona ainda o "assustador anúncio de uma cooperação nuclear para compartilhar tecnologias de geração ‘seguras e sustentáveis’ entre os dois países”.
Quem ainda está estudando ou prefere deixar para ter seu merecido descanso no nosso inverno, já está com um pé nas férias de julho.
Para quem vai viajar para o hemisfério norte, a época é de curtir muita praia e calor na Europa, nos Estados Unidos, Canadá e outros países acima do Equador.
Já quem fica do lado de “baixo” do globo, vai pegar um friozinho (ou friozão!) e curtir um clima de serra, um fondue, se embrulhar em vários cobertores e se esbaldar nos chocolates quentes (a menos que você vá para o Nordeste, porque né?).
Se você ainda não escolheu suas acomodações para estas férias está cansado daquela mesmice dos hotéis de sempre, a Superlistas de hoje vai te dar algumas opções mais, digamos, ousadas onde você pode se hospedar para curtir a folga. Vem com a gente.
Palácio de Sal, Bolívia
A Bolívia é o país que abriga o Salar de Uyuni, maior deserto de sal do mundo. Aproveitando o material peculiar disponível, foi construído um resort todinho feito de sal!
Desde as paredes até o mobiliário, tudo lá é salgado (alô, hipertensos, cuidado!). As paredes foram construídas com tijolos de sal e cobertas por cristais de sal.
Para o teto, os móveis e o restante dos objetos, foram usados cerca de um milhão de blocos de sal.
O hotel, que possui um total de 30 quartos, está situado na comunidade de Colchani, em Uyuni, no sudoeste da Bolívia. As diárias variam em torno de R$ 450 para um quarto duplo.
Montanha Mágica, Chile
Mais um destino incrível na América Latina, e esse vai agradar especialmente aos fãs de “O Senhor dos Anéis”. O hotel “Montanha Mágica” foi construído na reserva Huilo Huilo, na Patagônia, em um cenário que lembra muito o Condado.
Só é possível acessar o hotel por uma ponte suspensa feita de madeira (tipo aquelas dos filmes que sempre arrebentam uma corda e ficam penduradas).
A construção foi feita em pedra, e o interior é todo em madeira rústica, integrando o hotel à natureza em volta dele. As diárias partem de cerca de R$ 842, e crianças com menos de seis anos não pagam.
Casa na Árvore, Suécia
Esta é uma opção para quem quer curtir a experiência de dormir em uma casa na árvore, mas não está a fim de ser tão radical. Nesse hotel, os hóspedes ficam em caixas construídas a cerca de 6 metros do chão. Mas não se engane: não é porque é na árvore que deixa de ser chique.
Ao contrário, esse hotel foi construído no melhor estilo “casa na árvore gourmet”.
Cada quarto foi planejado por um arquiteto e tem um conceito diferente. Um deles, por exemplo, é uma caixa toda de espelho, que permite aos hóspedes ver toda a paisagem em volta (desafio: tente não pirar na hora de ir ao banheiro).
Waldeilgarten Hollschlucht, Alemanha
Quem curte acampamentos, pode dar um upgrade na experiência de viagem se hospedando no Waldeilgarten Hollschlucht – mas só se não tiver medo de altura.
Os hóspedes dormem em cabaninhas que ficam penduradas em galhos de árvores. Para chegar no “quarto”, você precisará subir por uma escada de corda.
Lembrando que as barracas não incluem banheiros, então, é bom se planejar bem com o xixi antes de ir dormir para não ter que fazer uma aventura na madrugada descendo e subindo em árvore.
O espaço também oferece uma plataforma aberta em cima de árvores onde você pode colocar seu saco de dormir. Para se hospedar na barraca pendurada, você irá desembolsar 250 euros por cabeça a diária. Mais salgado que o hotel de sal!
Hotel de gelo, Suécia
Parece que os suecos gostam de uma excentricidade nas férias, porque não satisfeitos em hospedar as pessoas em casas em árvores, eles também te oferecem um hotel inteirinho de gelo para você passar seu tempo livre.
O hotel foi construído em 6.000 metros quadrados de gelo e neve, e você precisará se empacotar todo em um saco de dormir antes de ir para a sua cama (esqueça aquela noite romântica que você havia planejado. Não vai rolar).
Como o gelo e a neve são – pasme – naturais, o hotel é reconstruído todos os anos em novembro por uma série de artistas. Além de construir as instalações do hotel, eles também fazem as esculturas de gelo que decoram o interior do lugar.
Se você é desses que deseja um casamento especial, pode começar a pensar em se casar na capela de gelo que também é construída no complexo do hotel todos os anos. Mas, atenção: se você tem crianças menores de 12 anos, não poderá levá-las nessas férias.
Por causa do frio extremo, elas não são permitidas no hotel de gelo. As reservas para a temporada 2015/2016 já estão abertas, com datas a partir do dia 11 de dezembro. As diárias em uma das suítes partem de R$ 1.596 em média.
Kakslauttanen, Finlândia
Mais uma opção para quem gosta de frio (mas frio mesmo!), o Kakslauttanen Hotel, na terra do Papai Noel, permite que você se hospede em um iglu.
A diferença, aqui, é que, ao contrário do hotel de gelo, os iglus são confortavelmente aquecidos. Mas você pode passar frio na piscina, que fica ao ar livre.
Os tetos dos iglus são de vidro, então, se você der bastante sorte, pode assistir de camarote à aurora boreal, um dos maiores espetáculos naturais da Terra.
O hotel ainda oferece atividades como passeio de trenó puxado por huskies, passeios a cavalo e observação do sol da meia noite. As diárias para o verão deste ano partem de aproximadamente R$ 450 para uma pessoa e R$ 700 para duas.
Mina de prata, Suécia
É oficial: se você quer férias diferentes, vá para a Suécia e se hospede em um dos hotéis bizarros que eles têm por lá.
Além de aproveitar casas na árvore e hotel de gelo, você também pode ficar em um hotel construído dentro de uma mina de prata desativada (mas só se você não tiver claustrofobia, porque o hotel é construído 155 metros debaixo da terra).
Para se hospedar lá, você também precisa gostar de frio, porque as temperaturas podem chegar a 3º C. O celular não pega lá embaixo, mas eles têm wi-fi disponível para os hóspedes (obrigada, tecnologia).
Uma diária no quarto para dois sai por cerca de R$ 1.855, e o banheiro fica a 55 metros de distância do quarto, no corredor.
Majestic Bus, País de Gales
Este não é exatamente um hotel, mas continua sendo uma opção sensacional de hospedagem para quem quer sair do feijão-com-arroz.
O Majestic Bus é um ônibus que foi todo reformado por seus proprietários, redecorado e transformado em um trailler para hóspedes com capacidade para receber até quatro pessoas do lado de dentro e mais quatro acampadas no quintal.
Atualmente, o ônibus está localizado próximo à cidade de Hay-on Wye, próximo às colinas do condado de Radnorshire.
Uma diária para duas pessoas sai por aproximadamente R$ 620, e o preço inclui flores frescas colhidas no quintal do trailler, lenha para a fogueira e insumos básicos como ingredientes para o chá (estamos no Reino Unido, lembra?), café, temperos, roupa de cama, cobertas e outras mordomias.
Muita gente por aí ama deixar a torneira aberta enquanto está escovando o dente. Mas, nesse pequeno ato, muita água é desperdiçada.
A Colgate, pensando no momento em que está presente na vida de seus consumidores, decidiu criar uma campanha alertando para a falta de água e a necessidade de mudar seus hábitos.
Na imagem, feita para causar impacto e desconforto, um menino sujo e aparentando pobreza segura uma bacia na cabeça e "serve de pia" no banheiro, enquanto a torneira deixa a água correr.
Acima, a Colgate deixou o seu recado: "o que você desperdiça em dois minutos é o que ele tem para viver por dois dias".
Nos vídeos da campanha, a imagem de uma pessoa escovando o dente é posta junto de uma pessoa em uma região seca.