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O comportamento dos tigres como todo felino se assemelha bastante entre si, seu comportamento não são diferentes dos leões ou até mesmo gatos. Confira nas fotos abaixo:

O tigre (Panthera tigris) é um mamífero da família dos felídeos. Já foi e é encontrado em diversos países da Ásia. Os tigres são predadores de topo. Dentre suas subespécies há o maior entre todos os felinos selvagens do mundo. São animais extremamente territoriais e solitários.

Gatos agem de maneiras parecidas

É o felino com maior variação de tamanho do mundo, com o tigre-siberiano alcançando até 306 kg enquanto o tigre-de-bali alcançava no máximo 100 kg; tamanho comparável a suçuaranas e leopardos. Algumas estimativas sugerem que existem menos de 2500 indivíduos reprodutores maduros, com nenhuma subpopulação com mais de 250 indivíduos reprodutores maduros. A população era estimada em 100.000 indivíduos no início do século XX. Em tempos atuais, entretanto, apenas cerca de 4.000 indivíduos sobrevivem, uma queda de 97%.

Gatos agem de maneiras parecidas

Tigres já foram encontrados da Turquia a Sibéria e da ilha de Java a Índia. Hoje em dia estão restritos principalmente a algumas regiões do Sudeste Asiático, Sibéria e Índia. Três das subespécies estão extintas: o tigre-do-cáspio (encontrado em certas regiões da União Soviética, Turquia, Oriente MédioAfeganistão e Mongólia), tigre-de-java (encontrado em Java) e tigre-de-bali que era encontrado apenas em Bali.

É um dos animais mais carismáticos do mundo, sendo símbolo da conservação da natureza e um dos animais mais populares. É o animal símbolo de diversos países da Ásia e mascote de diversas empresas em todo o mundo.

Gatos agem de maneiras parecidas


A Expansão impiedosa dos seres humanos, poluição, a superpopulação, destruição de habitat natural e outros fatores fizeram inúmeros animais e plantas desaparecem do nosso planeta. É quase como se a mãe natureza e a civilização estivessem travando uma guerra, a civilização parece estar ganhando. No entanto, a mãe natureza é uma lutadora que se recusa a desistir.

Sempre que ela tem a chance, ela começa a recuperar o que costumava ser o dela, em uma batalha que pode ser visto em todo o mundo. De shoppings inundadas e ocupados por peixes aos quartos de hotel abandonadas cobertas de vegetação, confira essas 26 impressionante evidência de uma guerra entre a natureza e a civilização.


























Com dias que não acabam e paisagens deslumbrantes, o sol da meia-noite permite experiências incríveis na Noruega. Saiba mais!

Com um dia lindo lá fora, difícil mesmo vai ser querer dormir​. A solução é aproveitar a energia para explorar os belos cenários naturais iluminados praticamente todas as 24 horas do dia pelo espetáculo conhecido como sol da meia-noite.

Ah, a natureza e seus encantos incansáveis... Uma destas magias proporcionadas pela Mãe Natureza é o sol da meia-noite, um fenômeno que ocorre ao norte o Círculo Polar Ártico e ao sul do Círculo Polar Antártico, durante o verão, quando o sol fica visível por 24 horas nos lugares que fazem parte da região. A Noruega está entre os países abençoados por esta graça e, por isso, se destaca como um destino muito procurado, não apenas por quem quer ter a companhia do sol ao longo de todo o dia, especialmente nos meses que vão de abril a final de agosto, mas também por viajantes em busca de lugares ainda mais incríveis para vivenciar essa experiência.

Para facilitar o planejamento de uma viagem à caça do sol da meia-noite ou simplesmente para se inspirar e despertar a vontade de conhecer as maravilhas norueguesas, listamos hoje 7 lugares imperdíveis no país. Dá uma olhada!

Cabo Norte
Localizado na ilha de Magerøya, ao norte da Noruega, Cabo Norte é iluminado pelo sol durante todo o verão. Apesar de a vista ser ofuscada na costa por causa da neblina, durante algumas horas do dia, o visitante consegue sentir o sol ali, não importa se os ponteiros do relógio marquem uma hora da manhã. Uma vez na região, o roteiro deve ser preenchido com atividades para desbravar os cenários naturais que compõem o Cabo Norte. Vale lembrar que, conhecido como o Topo da Europa, este é o ponto mais próximo da porção mais setentrional do continente europeu.

Ilhas Svalbard
Desde o final de abril até o final de agosto, o sol reina absoluto neste arquipélago norueguês. Isolado no meio do Mar do Ártico, Svalbard desafia o viajante já no início da viagem, que pode ser definida como uma jornada, já que é preciso voar durante 4h30, a partir de Oslo, ou cerca de 2 horas, saindo de Tromso, o que pode espantar os menos aventureiros. Depois de encarar o longo percurso, porém, não haverá nenhum arrependimento. O conjunto de ilhas permite maravilhas como os encontros com ursos polares durante passeios guiados nas geleiras. O portão de entrada para este refúgio natural congelante mesmo no verão é a cidade de Longyearbyen em Spitsbergen, onde fica o aeroporto de Svalbard.

Bodø
O período do sol da meia noite dura pouco tempo em Bodø: o fenômeno pode ser observado apenas durante os meses de junho e julho. Com 50 mil habitantes, o destino recebe os visitantes com uma temperatura mais agradável nesta época do ano. Assim, é possível divertir em suas praias ou mesmo desbravando outros cenários naturais que embelezam a cidade. No mar, acontecem atividades náuticas como caiaque ou mergulho.

Tromsø
O mais urbano dos destinos onde é possível admirar o sol da meia-noite na Noruega, Tromsø abriga em média 60.000 habitantes, que dividem, hospitaleiramente suas atrações com os visitantes. Bares, restaurantes, universidade e uma cervejaria estão entre as possibilidades que dão vida ao conjunto arquitetônico de estilo bem particular. Os cenários naturais podem ser desbravados com a ajuda de agências encontradas no centro da cidade, responsáveis por organizar passeios realizados a qualquer hora do dia – lembrando que não há noites em Tromsø durante todo o verão.

Ilhas Lofoten
Apesar de estar localizado no Círculo Polar Ártico e a despeito da sua elevada altitude, o arquipélago passa por uma das maiores variações climáticas no mundo todo, o que lhe garante estações bem definidas. No verão, o sol intenso e constante revela o verde de suas paisagens naturais, descortinando ainda a beleza de seus famosos fiordes – brancos de neve no inverno e vivamente verdes no verão. É possível visitar o conjunto de ilhas de carro ou ônibus, graças à presença de pontes e balsas que levam os visitantes até às pequenas e tradicionais ilhas pesqueiras. O dia não acaba na região durante o período que vai do final de maio a meados de julho.

Hurtigruten
A imagem mais famosa da região de Hurtigruten é formada por barcos sobre as águas e entre alguns dos mais belos fiordes noruegueses. Isso porque os cruzeiros são os meios preferidos entre os viajantes que querem explorar as maravilhas naturais da região. Muitos roteiros fazem escalas em cidades ao longo do caminho e, para quem quer ver sol mesmo à noite, a dica é parar nas cidades mais ao norte, onde a luz solar molda de um jeito único tanto os fiordes quanto as montanhas e as cidades costeiras. 

Que tal o desafio de partir em uma expedição à caça do sol da meia-noite na Noruega? Deixe suas dicas e opinião em um comentário!

Peixes: estudo adverte que os peixes migrarão 65% mais rápido, o que trará consequências para a biodiversidade e o funcionamento dos ecossistemas
Da EFE

A mudança climática está obrigando os peixes a abandonar seus habitats tradicionais para buscar águas mais frias, e cada vez mais espécies podem ser afetadas se não forem cumpridos os objetivos de controle do aumento das temperaturas no planeta.

Uma equipe de pesquisadores estudou o futuro dos oceanos sob dois cenários de mudança climática: um no qual o aquecimento atmosférico se limite a dois graus antes de 2010, como afirmam os acordos de Copenhague; e o outro no qual o ritmo atual continue, o que elevaria as temperaturas em até cinco graus.

No pior dos cenários, o estudo adverte que os peixes migrarão 65% mais rápido, o que trará consequências para a biodiversidade e o funcionamento dos ecossistemas.

O estudo, publicado pela revista "Science", destaca a necessidade de limitar as emissões de gases prejudiciais e ajudar assim a reduzir o impacto do aumento das temperaturas atmosféricas e a acidificação dos oceanos.

"Todas as espécies e recursos que obtemos dos oceanos serão afetados", afirmou o professor William Cheung, da Universidade da Colúmbia Britânica (Canadá) e codiretor do Programa Nereus, sobre o futuro dos oceanos.

Embora a Humanidade ainda tenha tempo para "reduzir de maneira significa" esses impactos negativos, "quanto mais esperarmos, haverá menos chances", alertou o especialista.

O estudo, realizado como parte da Iniciativa Oceanos 2015, da qual participam pesquisadores de Europa, Austrália, Estados Unidos e Canadá, analisa o impacto da mudança climática na indústria pesqueira e nas principais comunidades litorâneas que dependem em grande parte dos recursos da pesca.

"Olhando a superfície do oceano, não se pode dizer que esteja mudando muito", disse Rashid Sumaila, coautora do estudo e que lembrou, no entanto, que os mares estão "estreitamente ligados aos sistemas humanos, e há comunidades que estão sendo colocadas em alto risco".

Os especialistas sugerem que é necessário adotar medidas para proteger os ecossistemas marítimos e ajudar as comunidades que vivem deles a se adaptar, oferecendo-lhes educação e oportunidades para diversificar suas chances de vida.

Além disso, advertem que embora em algumas regiões possa ocorrer um aumento da biomassa de peixes, "pode ser só temporária se continuarem as emissões de dióxido de carbono".

Segundo Greenpeace, é "vergonhoso que o nível do debate e do compromisso no país ainda sejam tão baixos” 

Bruno Bocchini, da AGÊNCIA BRASIL

A organização não governamental Greenpeace criticou hoje (30) os termos do compromisso assumido pelo governo brasileiro, em acordo bilateral com os Estados Unidos, para acabar com o desmatamento ilegal de florestas e mitigar as causas das mudanças no clima

O documento informa que o Brasil pretende restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas até 2030. Não foi definido, no entanto, um prazo para zerar o desmatamento. 

“É inaceitável que o compromisso mais ambicioso que Dilma assume para proteção das florestas e combate às mudanças climáticas seja tentar cumprir a lei. Mas foi exatamente isso o que ela fez em aguardada reunião com [o presidente Barack] Obama hoje (30) pela manhã, em Washington (EUA): prometeu fazer o possível para combater o desmatamento ilegal no Brasil, sem dar prazo ou garantia concreta”, diz a nota do Greenpeace.

“Dilma também prometeu restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas até 2030, mas isso é cerca de metade do exigido pelo atual Código Florestal para zerar nosso passivo ambiental”, acrescenta a nota. 

Para o Greenpeace, o governo brasileiro, em vez de defender o desmatamento zero, propõe desmatamento ilegal zero ou o desmatamento líquido zero, o que abriria grande margem aos desmatadores. 

Enquanto dezenas de governos se comprometeram a zerar suas perdas florestais até 2030, como consta na Declaração de Nova York sobre Florestas, no ano passado – que o governo brasileiro se recusou a assinar –, a ONG ressalta ser "vergonhoso que o nível do debate e do compromisso no país ainda sejam tão baixos”. 

No acordo assinado hoje pelos dois países, os presidentes destacaram que vão trabalhar em cooperação na geração de energia nuclear segura e sustentável, além de reconhecer a necessidade de acelerar o emprego de energia renovável para ajudar a mover as economias. 

Os países propuseram a adoção de “ações ambiciosas”, no sentido de atingir, individualmente, 20% de participação de fontes renováveis em suas respectivas matrizes elétricas, até 2030 – além, naturalmente, da geração hidráulica. 

“[O governo brasileiro] na verdade, poderia alcançar pouco mais que o dobro disso, segundo dados do Observatório do Clima”, ressalta o Greenpeace. 

A nota do Greenpeace menciona ainda o "assustador anúncio de uma cooperação nuclear para compartilhar tecnologias de geração ‘seguras e sustentáveis’ entre os dois países”.

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