Maio 2016

Justin Sullivan/Getty Images
Lake Mead: reservatório chega a sua mínima história

 Lake Mead (Lago Mead) é um reservatório de água crucial para parte da população americana. E ele está secando. Construído de forma artificial com uma barragem, é dali que sai água doce para populações da Califórnia, Nevada, Arizona e também para o México. Estima-se que 25 milhões de pessoas usam água do reservatório.

A Nasa divulgou imagens que mostram o reservatório sexando. Elas foram captadas pela agência espacial americana em dois momentos: maio de 1984 e maio de 2016.

Recentemente, Lake Mead alcançou a sua maior seca histórica. Hoje, ele está somente com 37% da sua capacidade total.

O reservatório foi construído em 1930, com a construção da barragem Hoover. O problema é que desde então houve uma grande explosão demográfica nas regiões que são alimentadas pelo reservatório.

Como observa o Vox, Las Vegas é uma das principais consumidoras de água do sistema--toda sua água vem do Lake Mead. Quando a barragem foi construída, Las Vegas tinha uma população de 8.000 pessoas. Passadas algumas décadas, a população atual da cidade já ultrapassa 600.000 pessoas.

Combinada à questão populacional, desde 2000, a região passa também por problemas de alimentação por causas naturais. Uma seca tem causado menor fluxo de água vinda do degelo das montanhas da região.

Veja abaixo uma comparação entre as imagens de 1984 (Acima) e 2016 (abaixo). No canto inferior esquerdo também é possível ver o crescimento de Las Vegas.




Vanessa Barbosa - EXAME.com
Em meio à poluição atmosférica que assola a China, o país enfrenta outra crise ambiental silenciosa e, muitas vezes, invisível: a contaminação das águas subterrâneas.

Produtos químicos, tais como o manganês, flúor e triazóis (usados em herbicidas) foram detectados na maioria dos 2.103 poços subterrâneos testados em um novo estudo divulgado pelo governo daquele país, relata o The New York Times.

Os resultados são alarmantes: a qualidade da água foi classificada como de Grau 4 em 32,9% dos pontos avaliados, o que significa que é somente segura para ser utilizada em processos industriais; em outros 47,3% deles, a classificação foi de Grau 5, o que significa que ela é ainda menos segura para uso.

As origens dessa poluição são velhas conhecidas, com raízes em práticas que afetam tanto o campo como as cidades. Desde 1990, a China tornou-se o maior consumidor de fertilizantes nitrogenados do mundo, que, apesar de ajudarem no crescimento rápido do cultivo, aumentando a oferta de alimentos, também deterioram o solo e poluem lençóis freáticos.

As indústrias com seus resíduos da produção,especialmente as têxteis (que geram metais pesados, tóxicos e substâncias cancerígenas) são outra fonte significativa de poluição no país.

Atento ao problema, em 2011, o Ministério da Proteção Ambiental lançou um programa que deveria mitigar a poluição da água subterrânea até 2020. O plano era fortalecer a gestão da água, melhorar os regulamentos e implementá-los por meio da aplicação da lei e da educação pública. Ao que parece, o intento não foi bem sucedido.

"As pessoas nas cidades veem a poluição do ar todos os dias, o que cria uma enorme pressão pública. Mas nas cidades, as pessoas não veem quão ruim a poluição da água é. Do meu ponto de vista, isso mostra como a água é o maior problema ambiental na China", afirmou Dabo Guan, professor da Universidade de East Anglia, ao The New York Tiimes.

Segundo o diretor do Instituto de Assuntos Públicos e Ambientais de Pequim, Ma Jun, a água testada foi encontrada principalmente em poços subterrâneos rasos, que não são utilizados no abastecimento de água potável nas cidades (em vez disso, elas normalmente recebem água de reservatórios profundos).

No entanto, ele observou que, em muitos lugares, os moradores ainda estavam bombeando água dos poços que foram testados, expondo-se a graves problemas saúde. Além disso, como a água segue um ciclo, a piora de sua qualidade eventualmente acabará por comprometer a oferta nas cidades.




O projeto GeoOrbital obteve sucesso no Kickstarter e arrecadou o suficiente para ser colocado em prática. A proposta do acessório é fazer com que bicicletas comuns se tornem veículos elétricos simplesmente acoplando o gadget no pneu. Ao invés de constriur uma bicicleta totalmente elétrica, os desenvolvedores do GeoOrbital criaram esta roda "universal" que pode ser colocada no aro para alimentar seus passeios quando não for necessário pedalar.

Os criadores da GeoOrbital trabalharam anteriormente na SpaceX e Ford, empresas que conhecem muito bem tecnologias para renovação de transportes tradicionais. O dispositivo substitui a roda dianteira em bicicletas com 26 polegadas ou 700c.

Além disso, a GeoOrbital tem uma porta USB para carregar seus dispositivos enquanto você passeia, e o motor elétrico recarrega enquanto você pedala ou freia. Com o motor elétrico, é possível andar entre 32 e 80 Km/h. Quem quiser contribuir com o projeto no Kickstarter ainda tem chances neste link. As unidades da GeoOrbital estão previstas para serem lançadas em novembro.

Via: Engadget

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