Janeiro 2017

Há uma batalha chamada #CuteAnimalTweetOff no Twitter, e é exatamente o que precisávamos.

Tudo começou com uma bela cria de foca cinza nascida no Zoológico de Smithsonian. Sarah Hill uma usuária da Virgínia desafiou o aquário de lá para colocar uma imagem melhor ... ou melhor, mais bonita.

E uma disputa amigável teve lugar a vários animais preciosos, enquanto os usuários do twitter viam tudo em tempo real. 

No final, o Jardim Zoológico de Bronx entrou no ringue e marcou 7 outros zoológicos no processo.

Animais preciosos que têm inundado o Twitter com uma calorosa distração de tantas más notícias, 

Damos boas vindas a este filhote de foca em 21 de Janeiro

Vemos um filhote de foca e uma águia pescadora

Este é Redd, um filhote de orangotango de Borneo, Adorável



























© Fornecido por New adVentures, Lda.

Um grupo de cientistas descobriu uma dezena de fraturas geológicas de mais de um quilômetro de profundidade sob a superfície do gelo da Antártida ocidental.

As fendas se formaram há milhares de anos, quando a temperatura da Terra era muito mais baixa, informa a revista Geophysical Research Letters.

"Agora entendemos muito melhor o que se esconde sob as enormes geleiras de um dos lugares mais afetados pelo aumento das temperaturas na Antártida ocidental. Foi descoberto que a profundidade a que se encontram estas estruturas é centenas e até milhares de metros maior do que supúnhamos. Isso nos permite prever o que acontecerá com as geleiras e entender como as águas dos oceanos afetam o gelo submerso", disse Romain Millan, da Universidade da Califórnia.

Segundo os pesquisadores, este "sistema geográfico" submarino foi formado há milhares de anos, quando a área da camada de gelo da Antártida era maior, e algumas áreas de gelo estavam muito mais perto da superfície. Felizmente, esta estrutura submarina está a uma grande profundidade, aonde não chegam as correntes muito quentes, por isso o processo de aquecimento da camada de gelo é muito lento.

No entanto, os cientistas acreditam que estas estruturas aceleram o processo de colapso da camada de gelo da Antártida ocidental, o que pode levar a um aumento do nível do mar de 1,2 metros no final do século XXI.

A cada ano, a Antártida perde mais de 2,8 quilômetros cúbicos de gelo. Em 2013, foi descoberto que metade do gelo desaparece por causa das correntes quentes que banham as regiões submarinas, a cobertura de gelo do continente através de um sistema de "rios" e canais submarinos. (Sputnik News Brasil)


Nome Científico: Cassia leptophylla (Leguminosae – Caesalpinioideae).

Características: Altura entre 8 e 10 m e tronco de 30-40 cm de diâmetro. Folhas compostas paripinadas, com 8-12 pares de folíolos de 3-5 cm de comprimento. Flores de coloração amarela e frutos do tipo legume contendo sementes ovaladas de cor bege.

Locais de Ocorrência: Ocorre em florestas de pinhais do sul do Estado de São Paulo até Santa Catarina.

Madeira: Moderadamente pesada, compacta, dura e durável.

Aspectos Ecológicos: Espécie perene, heliófita, característica de formações secundárias das florestas situadas em regiões de altitudes. Dificilmente se desenvolve no interior da mata. Produz anualmente grande quantidade de sementes viáveis e a dispersão das mesmas é irregular e descontínua.




Nome Científico: Samanea saman (Leguminosae – Caesalpinioideae).

Características: Árvore com altura entre 15 e 25 m e tronco de 40-80 cm de diâmetro. Folhas compostas imparipinadas, com 15-29 folíolos opostos e glabros, de 4-7 cm de comprimento.

Locais de Ocorrência: Ocorre na floresta pluvial da encosta atlântica desde o sul da Bahia até São Paulo.

Madeira: Muito pesada, compacta, dura ao corte, superfície lisa e com pouco brilho, textura fina; de grande durabilidade mesmo quando em ambientes adversos.

Aspectos Ecológicos: Planta semidecídua característica da mata pluvial atlântica. É frequentemente encontrada em encostas e topos de morros onde a drenagem é rápida. Apesar de ser característica da floresta primária, pode ser encontrada em formações secundárias mais desenvolvidas. Produz anualmente grande quantidade de sementes viáveis.





Nome Científico: Schinus terebinthifolia (Anacardiaceae)
Características: Altura entre 5 e 10 m, com tronco de 30-60 cm de diâmetro revestido com casca grossa. Folhas, geralmente, com 7 folíolos de 3-7 cm de comprimento por 2-3 cm de largura.

Locais de Ocorrência: Ocorre em diferentes formações vegetais de Pernambuco até o Mato Grosso do Sul e o Rio Grande do Sul.

Madeira: Moderadamente pesada e mole; utilizada para construção mourões, esteios e na produção de lenha e carvão.

Aspectos Ecológicos: Planta pioneira, comum em beira de rios, córregos e várzeas, entretanto cresce também em terrenos secos e pobres. Os frutos são drupas globosas de coloração vermelho-brilhante muito apreciados pela avifauna e utilizados na culinária como condimento.





Nome Científico: Schinus molle (Anacardiaceae).

Características: Espécie arbórea com altura entre 4 e 8 metros e tronco com 25 a 35 cm de diâmetro, revestido por casca grossa e escamosa. Suas folhas são compostas, sem estípulas, com 9-25 folíolos linear-lanceolados a lineares, subcoreáceos, glabros, com 3-8 cm de comprimenro e de margens serreadas. As flores amareladas e pouco vistosas são reunidas em inflorescências e os frutos são drupas globosas e de coloração vermelha.

Locais de Ocorrência: Relatos indicam a ocorrência desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul.

Madeira: Dura, pouco elástica, com alburno escuro e de excelente durabilidade. É utilizada para confecção de mourões, esteios, trabalhos de torno, obras hidráulicas e na construção civil. Além disso, a casca pode ser empregada para curtir couro e o córtex para produção de resina.

Aspectos Ecológicos: Espécie pioneira e perenifólia capaz de suportar sombreamento mediano. É considerada uma das espécies precursoras mais agressivas em solos pedregosos e drenados. Além disso, é altamente tolerante à secas, resiste à geadas e apresenta boa capacidade de regeneração natural. Floresce entre os meses de agosto e novembro e a maturação dos frutos ocorre entre dezembro e janeiro, permanecendo, contudo, na árvore, até março. Por ser uma árvore ornamental e de pequeno porte, é amplamente empregada no paisagismo em geral.




Nome Científico: Rollinia sylvatica (Annonaceae).

Características: Espécie arbórea de porte médio com altura de 6-8 m e com tronco de 30-40 cm de diâmetro. A copa de forma globosa contem folhas simples, ovaladas e elípticas, com 11 cm de comprimento. Suas flores são isoladas e de coloração amarela, de até 3 cm de comprimento e, os frutos, globosos, carnosos e com saliencias.

Locais de Ocorrência: Ocorre naturalmente de Pernambuco ao Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul, em várias formações florestais.

Madeira: É própria para confecção de canoas e pequenas embarcações, obras internas, forros, carpintaria, escultura e confecção de objetos de uso doméstico. Além disso, é apripriada para a produção de lenha e carvão.

Aspectos Ecológicos: Planta de matas secundárias iniciais, desenvolvendose em clareiras pequenas ou mais raramente no sub-bosque. Floresce entre os meses de setembro e dezembro e a frutificação ocorre de janeiro a abril. É uma espécie importante na regeneração de áreas degradadas e atrai grande quantidade de animais.

Animal tinha mordida mais poderosa do que a do Tiranossauro Rex
Megalodon: tubarão se alimentava de baleias anãs (Reprodução/Wikimedia Commons)

São Paulo – A maior espécie de tubarão que já existiu na Terra, o megalodon, pode ter morrido de fome. Segundo análises de fósseis feita na Universidade de Pisa, na Itália, os animais de até 18 metros de comprimento provavelmente morreram depois que as baleias anãs deixaram de existir (sua presa predileta), dando lugar a baleias maiores e mais difíceis de serem abatidas.

As baleias anãs não sumiram somente porque eram o prato favorito dos megalodons, mas principalmente devido ao resfriamento marítimo da Terra, ocasionado pelo derretimento das calotas polares, o que matou animais que viviam em regiões costeiras mais aquecidas.

Como o megalodon não se adaptou ao frio dos polos, onde viviam outras criaturas marinhas de grande porte, e por vezes não conseguia matar baleias maiores, ele se viu em apuros para se alimentar.

Megalodon: tubarão chegava a 16 m de comprimento (Reprodução/Wikimedia Commons)

As baleias, por outro lado, se adaptaram muito bem às águas frias e se desenvolveram, chegando ao tamanho que têm hoje.

“O desaparecimento dos tubarões gigantes dentados podem ter sido iniciados com o declínio e queda de uma série de dinastias de baleias de pequeno a médio porte em favor das modernas e gigantes baleias”, afirmou ao New Scientist Alberto Collareta, que liderou a pesquisa com fósseis na Universidade de Pisa.

Tubarões modernos já foram vistos caçando baleias, mas a maioria deles faz como – provavelmente – os megalodons faziam: se alimentar das carcaças desses animais gigantescos.

O megalodons viveram por cerca de 14 milhões de anos, mas foram extintos repentinamente há cerca de 2,6 milhões de anos. A mordida dele é mais poderosa do que a de um Tiranossauro Rex, segundo um estudo de 2008, realizado na Universidade de New South Wales em Sydney, na Austrália.

Ainda é preciso mais pesquisa para determinar todas as condições que levaram à extinção do megalodon. Outro estudo indica, por exemplo, que a competição com os grandes tubarões brancos e com as baleias orca colaborou para o fim da espécie.

Megalodon: mordida do animal era mais poderosa do que a do T-Rex (Reprodução/Wikimedia Commons)

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