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Eucalipto: em São Paulo, as plantações de eucalipto estão concentradas em cidades situadas próximas das Serras do Mar e da Mantiqueira 

Elton Alisson, da AGÊNCIA FAPESP

A substituição da vegetação natural das encostas das Serras do Mar e da Mantiqueira pelo plantio de eucalipto aumenta o volume de chuva sobre as áreas mais altas e, consequentemente, os riscos de deslizamentos de terra nessas regiões serranas durante a estação chuvosa – entre dezembro e fevereiro. 

A constatação é de uma pesquisa de doutorado realizada pela tecnologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Viviane Regina Algarve, no âmbito do Projeto Temático “Assessment of impacts and vulnerability to climate change in Brazil and strategies for adaptation option”, apoiado pela FAPESP. 

“Observamos que a mudança da vegetação natural por eucalipto nas encostas das Serras do Mar e da Mantiqueira altera as trocas de energia entre a superfície e a atmosfera, modificando o padrão de circulação de vento que ocorre entre o vale e a montanha e, em razão disto, o transporte de calor e umidade para o topo das serras”, disse Regina Alvalá, pesquisadora do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e orientadora do estudo, à Agência FAPESP. 

“O aumento da convergência de umidade sobre os topos das montanhas facilita a formação e alimentação de nuvens, nevoeiros e tempestades”, explicou. 

De acordo com dados do Anuário Estatístico da Associação Brasileira dos Produtores de Florestas Plantadas, há mais de 6 milhões de hectares de florestas de eucalipto dos gêneros Pinnus e Eucalyptus no Brasil, em regiões com diferentes topografias e padrões de chuva. 

Em São Paulo, as plantações de eucalipto estão concentradas em cidades situadas próximas das Serras do Mar e da Mantiqueira, à exceção de Ribeirão Preto. 

Com o aumento da demanda por celulose e madeira, as plantações de eucalipto têm sido expandidas para encostas íngremes em municípios próximos a essas duas regiões serranas do estado. 

Em razão dessa e de outras mudanças no uso e cobertura da terra – como a conversão para área de pastagem –, que têm ocorrido nas últimas décadas nas encostas das Serras do Mar e da Mantiqueira, está aumentando o volume de chuvas sobre as áreas mais altas dessas regiões serranas, o que pode resultar em riscos de deslizamentos, apontam os autores do estudo. 

“Como o eucalipto é uma vegetação de porte alto, absorve muita radiação e, com isso, altera os balanços de energia e de água entre a superfície e a atmosfera. Isso acaba culminando em um aumento do volume de chuvas”, disse Alvalá. 

Os pesquisadores analisaram séries históricas de dados de chuvas, referentes ao período de 1961 a 1990, de 25 estações meteorológicas distribuídas por municípios localizados próximos das Serras do Mar e da Mantiqueira. 

“Observamos que, embora as alterações mais significativas no volume de chuvas tenham ocorrido sobre as áreas mais elevadas das Serras do Mar e da Mantiqueira, também houve um aumento do número de episódios de chuvas em algumas áreas na região do Vale do Paraíba”, afirmou Alvalá. 

Projeções 

A fim de avaliar os impactos da conversão de áreas de floresta para plantio de eucalipto ou para pastagem no regime de chuva das Serras do Mar e da Mantiqueira, os pesquisadores fizeram projeções usando o modelo climático regional ETA-CPTEC, com resolução espacial de 10 quilômetros, desenvolvido pelo Inpe. 

As projeções indicaram que tanto a troca da vegetação natural por plantio de eucalipto como para área de pastagem levam ao aumento no volume diário de chuvas durante o verão, principalmente sobre as áreas mais elevadas das regiões serranas. 

“A análise dos dados observacionais do período entre 1941 e 2012 e as simulações com o modelo meteorológico ETA para o período entre 1981 e 1990 indicam que as mudanças no uso e cobertura da terra observadas nas Serras do Mar e da Mantiqueira causaram o aumento no volume de chuvas em algumas áreas dessas regiões serranas”, avaliou Alvalá. 

“Esse tipo de diagnóstico da evolução da mudança de uso da terra e suas implicações climáticas são essenciais para orientar tomadores de decisão de órgãos governamentais e da Defesa Civil na identificação de áreas de risco”, afirmou. 

Em outro estudo, publicado no International Journal of Geo-Information, os pesquisadores avaliaram a suscetibilidade ao deslizamento de terra em áreas ocupadas por plantações de eucalipto em diferentes fases de desenvolvimento, ou convertidas em áreas de pastagem, em 16 municípios próximos das Serras do Mar e da Mantiqueira. 

Os resultados do estudo indicaram que as áreas convertidas para pastagem apresentam os maiores níveis de suscetibilidade, seguidas pelas que receberam novas plantações de eucalipto e as ocupadas por moradias. 

“Há uma preocupação sobre a área crescente de plantações de eucalipto em encostas íngremes no Estado de São Paulo uma vez que não há estudos específicos sobre o impacto do reflorestamento em processos de movimento de massa”, ressaltam os autores do estudo. 

De acordo com os pesquisadores, o eucalipto tem diferentes fases de desenvolvimento, que podem contribuir em maior ou menor escala para a ocorrência de deslizamentos de terra. 

No estágio inicial de desenvolvimento – que dura entre dois e três anos –, as árvores de eucalipto possuem uma grande quantidade de folhas, que bloqueiam a exposição do solo à luz solar, tornando-o mais úmido e vulnerável a deslizamentos. 

Já na fase adulta, diminui a quantidade de folhas das árvores de eucalipto, permitindo que a luz solar atinja e reduza a vulnerabilidade do solo. 

Durante a fase da colheita do eucalipto, contudo, o solo fica completamente exposto à chuva e aumenta sua taxa de erosão, o que pode deflagrar deslizamentos de terra, apontam os autores do estudo. 

“A taxa de erosão de uma área de colheita de eucalipto pode ser até quatro vezes maior do que a de uma região com vegetação preservada”, destacam.

Rios compondo paisagens deslumbrantes não é nada raro de se ver, mas nós fomos à fundo e selecionamos 16 exemplos de paisagens fluviais de tirar o fôlego.

Caño Cristales 

Águas cristalinas e uma variedade de algas coloridas são duas das características que fazem com que o Caño Cristales, na Colômbia, seja conhecido como o rio mais bonito do mundo. Ele é parte do Parque Nacional Sierra de la Macarena. 

Mario Carvajal - Wikimedia Commons

Rio Sarre 

Entre o nordeste da França e o sudoeste da Alemanha, o Rio Sarre percorre 246 quilômetros. O local flagrado na imagem mostra uma incrível curva no leito que obriga o rio a mudar bruscamente de direção. 

Wolfgang Staudt - Flickr (Creative Commons)

Yang-Tsé-kiang 


Com 6.300 metros de comprimento, o Yang-Tsé-kiang é o maior rio da Ásia e, consequentemente, da China, onde está localizado. Suas águas são usadas para movimentar a Hidrelétrica das Três Gargantas, a maior do mundo em energia gerada. A imagem mostra Qutang Gorge, considerada a mais espetacular das três gargantas. 

Tan Wei Liang Byorn - Wikimedia Commons

Rio Li 


Ainda na China, graças à espetacular paisagem montanhosa das suas margens, o Rio Li, localizado localizado na região autônoma de Guangxi, é bastante procurado por turistas, além de ter sido inspiração para a nota chinesa de 20 iuanes. 

Dariusz Jemielniak - Wikimedia Commons

Rio Colorado 


Um dos principais rios dos Estados Unidos e o principal da região sudoeste - e também do nordeste mexicano -, o Rio Colorado, com seus 2.330 km, possui inúmeros cartões postais. A curva que vemos na imagem é tão famosa que ganhou até um nome próprio, é a Horseshoe Bend, localizada a poucos quilômetros da cidade de Page, no estado do Arizona. 

Massimo Tava - Wikimedia Commons

Rio Douro 

Do centro-norte da Espanha até o mar, o rio Douro cruza e divide Portugal em duas partes - uma menor ao norte e o restante ao sul. Trata-se do principal rio da península Ibérica com 897 km de extensão. Próximo ao mar, separa as cidades portuguesas de Porto (à direita na imagem) e Vila Nova de Gaia.

Rio Whanganui 


A Nova Zelândia é conhecida por possuir paisagens estonteantes. A região banhada pelo Whanganui, maior rio da Ilha Norte, não é diferente. Ele é tão belo e importante que, em uma decisão legal pioneira no mundo, o rio foi reconhecido como uma espécie de pessoa jurídica! 

2000 - Wikimedia Commons

Rio Lewis 


O rio Lewis, no estado norte-americano de Washington, é um rio relativamente curto, com 153 km, que deságua no rio Columbia - o maior da America do Norte. Apesar da pouca extensão, é possível encontrar pequenas quedas d’água que formam paisagens como a que vemos na foto. 

pfly - Flickr (Creative Commons)

Rio Danúbio 


Segundo maior rio da Europa (Volga é o primeiro), o Danúbio se destaca tanto pela natureza quanto pelas cidades históricas que se erguem às suas margens. O rio funciona como fronteira para 10 países do continente. Na imagem é possível ver o parlamento húngaro ao fundo, na passagem do Danúbio por Budapeste. 

Heinz Albers - Wikimedia Commons

Rio Negro 


O maior afluente do Amazonas, o Rio Negro é um verdadeiro mar. De seus 1.700 km de extensão, 720 são navegáveis. Ao desaguar no rio Amazonas, que até o encontro recebe o nome de Solimões, propicia um dos mais incríveis encontros de água do mundo. As águas escuras do rio Negro não se misturam de imediato com as águas barrentas do Solimões. Além do Brasil, o rio percorre também o território da Venezuela e Colômbia. 

Eiwe Lingefors - Wikimedia Commons

Rio Bow 


Importante fonte de água da província de Alberta, no Canadá, o rio Bow tem ao fundo as montanhas rochosas e geladas de onde nasce. Seu nome, que significa 

Msoccer29 - Wikimedia Commons

Rio Verzasca 


30 km de águas cristalinas correndo pelas montanhas - muitas vezes no meio de rochas - na Suíça formam o rio Verzasca. É comum encontrar mergulhadores explorando regiões de águas mais calmas. 

Diriye Amey - Flickr (Creative Commons)

Rio Karnali 


Águas azuladas é a característica mais marcante do rio Karnali, no Nepal. Ele atravessa também áreas da China e da Índia, mas nesses países recebe o nome de Gagara. Tem origem glacial nas encostas dos Himalaias tibetanos, a 3.962 metros de altitude. 

Sherparinji - Wikimedia Commons

Rio Clutha 

Com 338 km de águas azuis, o Clutha é o maior rio da Ilha Sul da Nova Zelândia, e o segundo maior do país. Já em relação ao fluxo de água, ele é o campeão. Por isso, o Clutha é usado tanto para o fornecimento de água quanto para o de energia, com duas hidrelétricas. 

Leoboudv - Wikimedia Commons

Rio Uvac 


Dos seus 119 km de extensão, 10 km formam uma fronteira física entre a Sérvia e a Bósnia e Herzegovina. O trecho serpentinado que vemos na imagem - em território servo - talvez seja o seu mais famoso cartão postal. 

MihailoR - Wikimedia Commons

Rio Amazonas 

Seria praticamente uma afronta encerrarmos essa lista com uma escolha diferente! Segundo maior rio do mundo e extensão, com 6.437 km, e o primeiro em vazão de água, o Amazonas nasce no Peru e percorre um pequeno trecho da Bolívia antes de chegar ao Brasil, onde fica sua maior parte. Mas foi justamente em território boliviano, em região próxima à cidade de Leticia, que foi tirada a imagem que vemos aqui! 

Pedro Szekely - Wikimedia Commons

Livres, elas não se preocupam nem com a idade e nem com o passar do tempo

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Em suas andanças pelo mundo, o fotógrafo francês Réhahn descobriu o povoado de Bajau. Conhecidos como ciganos do mar, eles vivem no em palafitas encrustadas no azul turquesa do oceano Pacífico, em Bornéu

 Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography
O tempo parou no povoado de Bajau. Eles não têm certeza de suas idades, mal sabem ler e escrever e mesmo assim são muito felizes

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Eles passam a maior parte do tempo em barquinhos e mergulhando em busca de peixes. A visita de um estrangeiro é motivo de alegria entre os Bajau. As crianças pulam no barco para observar melhor o fotógrafo Réhahn mais de pertinho

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Mergulhadores natos, os Bajau praticamente nascem, vivem e morrem no mar, local onde trabalham e tiram seu sustento. Muitos pescadores conseguem mergulhar a 20 metros de profundidade e ficar até 5 minutos sem respirar, enquanto nós, com muito esforço, ficamos de 30 a 40 segundos debaixo d’água

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Até o organismo dos Bajau se adaptou à vida marítima. A visão subaquática deles é duas vezes melhor do que a nossa: as pupilas de contraem, aumentando a refração da luz. Porém a audição é mais prejudicada, já que os tímpanos costumam não resistir à pressão dos mergulhos

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
“Eles são muito receptivos e amigos. Quando cheguei, crianças pularam no barco para se aproximar de mim. Algumas famílias me convidaram para a casa delas”, comentou o fotógrafo

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Embora a maioria dos ciganos do mar tenha nascido no mar e nunca viram a terra, muitos, com frequência, se dirigem para a costa, próximo ao comércio, para juntar material para construir barcos

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Réhahn ainda informou que os Bajau pouco sabem sobre idade, mas o tempo não importa muito para eles, que vivem o presente, o agora, e vivem de e para a água

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Algumas ciganas do mar dão à luz nas palafitas, no meio do mar, embora muitas acabam indo para a terra para comprar e obter suprimentos, ainda assim há um pequeno número de mulheres que viveram a vida inteira no mar, sem nunca ter pisado na terra

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
A crença da tribo é uma combinação de animismo e Islã, com a relação com o mar e seus habitantes

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography
O fotógrafo francês passou oito dias conhecendo e fotografando as crianças Bajau 

imagens que mostram que Dubai é uma verdadeira obra de arte que se revela e se destaca nos Emirados Árabes.


Descubra quão pitoresca é Dubai e veja que a cidade é, na verdade, uma obra-prima da arquitetura moderna, conferindo 5 fotos e fatos sobre este destino envolvente na Arábia. 

Dubai é o maior dos Emirados Árabes e o mais famoso também. A capital, homônima, ostenta prédios e arranha-céus de beleza espetacular, que são as maiores provas dos investimentos altíssimos feitos na região. Ali, o viajante pode sentir que o futuro já chegou, sensação raramente encontrada em outros lugares do mundo. Atualmente, a Cidade de Dubai recebe mais de 10 milhões de visitantes por ano e este número é facilmente justificado. Basta observar os principais cartões postais deste destino incrível, os quais você pode conferir agora mesmo. Dá uma olhada! 

Burj Khalifa – o edifício mais alto do mundo


Com 828 metros de altura, o Burj Khalifa é o prédio mais alto do mundo. Inaugurado em 2010, superou o tamanho de lugares como a Torre CN, no Canadá e Taipei 101, entre outros edifícios até então tidos como os mais altos do mundo. Se do lado de fora, a construção impressiona com toda a sua imponência, que pode ser vista de qualquer lugar da cidade (difícil mesmo será decidir qual é o melhor ângulo para fotografá-la), do lado interno, supera qualquer expectativa em relação ao luxo e sofisticação, tão comuns na cidade. Isso porque ali dentro funciona um hotel de luxo, nos primeiros 37 andares, enquanto que em outros 64 pisos estão instalados apartamentos privados. Em números totais, o prédio abriga 30 mil residências, nove hotéis, dezenove torres residenciais e doze hectares ao seu redor. 

Burj Al Arab – um hotel 7 estrelas


O primeiro hotel 7 estrelas do mundo, Burj Al Arab é um dos prédios mais emblemáticos de Dubai. Sua estrutura inusitada foi projetada para lembrar a vela de um barco e as fotos mostram que este objetivo foi alcançado com sucesso. A decoração de interior pode ser definida como uma das mais luxuosas do mundo. O ouro foi usado como principal elemento decorativo nos quartos e no átrio de entrada, detalhe que fascina os hóspedes logo na chegada. Suas acomodações mais simples possuem aproximadamente 52 m², contendo jacuzzi e sala de estar. Possui apartamentos de dois andares com escadas de mármore, além de duas suítes reais localizadas no 25º andar, com cinema e elevador privativos. 

The Palm Islands – arquipélago em formato de palmeiras


Impossível negar que a criatividade e a ousadia estiveram e continuam presentes nos principais projetos arquitetônicos de Dubai. Tudo na cidade comprova esta ideia, mas um dos grandes destaques é, sem dúvida, o arquipélago que, visto do alto, parece um conjunto de palmeiras. São as três maiores ilhas artificiais do mundo, título que atrai ainda mais a atenção dos viajantes em busca de destinos luxuosos. Ao longo das ilhas, estão cerca de 100 hotéis de luxo e outros estabelecimentos responsáveis por garantir o lazer e o conforto dos privilegiados que desembarcam diariamente no aeroporto internacional de Dubai. 

Golfo Pérsico – e praias artificiais de beleza única


Muito antes dos empreendimentos milionários, Dubai já existia. Há registros que a cidade surgiu por volta de 150 anos antes da fundação dos Emirados Árabes e era conhecida como Al Wasl. E desde esta época e de outros períodos remotos, a região é banhada pelo Golfo Pérsico, que pode ser definido como o Caribe das Arábias, às suas águas azuis e cristalinas. Esta parte do Oceano Índico sempre foi o principal responsável por formar o litoral que cerca Dubai, mas graças às suas praias e ilhas artificiais, a faixa litorânea da cidade ganhou quase 600 metros a mais do que já existia naturalmente. De baixa profundidade, o Golfo Pérsico cria praias tranquilas e com poucas ondas na cidade, acrescentando assim o toque final que deixa o cenário ainda mais paradisíaco. 

Arranha-céus por todos os lados


Dos 270 arranha-céus que existem em Dubai atualmente, 17 contam com mais de 200 metros de altura. Em dias de alta nebulosidade, muitos deles ficam encobertos por nuvens, o que forma um espetáculo incrível. E a tendência é que estes números aumentem, já que há mais de 600 projetos arquitetônicos previstos, sendo que metade já está em andamento. Muitos destes prédios abrigam importantes estabelecimentos, como hotéis, lojas, centros de lazer e entretenimento e muitos outros atrativos que podem preencher uma longa estadia na cidade.

E então? Dubai é ou não é uma verdadeira obra de arte?

Declarada Património Mundial pela UNESCO muitas expedições turísticas se aventuram, com a devida autorização e orientação nas profundezas da caverna.

No interior Tem grandes rios subterrâneos com fortes correntezas, os mesmos fazem muito barulho.

O medo do grande barulho das correntezas fez com que o seu descobridor, um morador da floresta nas proximidades, mantivesse o local secreto desde 1991. Foi em 2009, quando expedições européias ganharam acesso à caverna para estuda-la e fotógrafa-la

Chegar lá é um desafio, não só por causa do terreno acidentado, mas porque é muito difícil encontrar uma caverna completamente coberta com vegetação.


1ª sugestão 

Nesta residência, o engenheiro agrônomo Marcel Barbosa projetou um jardim vertical de 2,5 x 4,5 m de samambaias americanas e pepetômias variegatas


2ª sugestão 

Construído a partir de módulos cerâmicos contínuos, o jardim vertical fica no pátio interno desta casa em Piracicaba (SP). 

Peperômias variegatas, véu de noiva, bromélias compactas e peixinhos rubros são algumas das espécies escolhidas para compor o espaço de 12,54 m². O jardim ainda conta com teto de vidro móvel automatizado. O projeto é da arquiteta Maria Jocelei Steck.


3ª sugestão 

A arquiteta e paisagista Rafaela Novaes optou pelas plantas liriope, mini antúrio branco, véu-de-noiva, peixinho, columéia-batom, dentre outras. Ao todo, o espaço tem 3 x 5,20 m.


4ª sugestão 

Para trazer mais verde à área da piscina sem afetar a cisterna, a arquiteta e paisagista Maria Paula Orlando utilizou jardins verticais da GreenWall Ceramic. 

Com sistema de irrigação automatizado, o jardim permite a escolha de qualquer acabamento. A escolha da arquiteta foi o revestimento em travertino, mesmo material do piso. No espaço de 8,4 x 1,0 m, há liríope verde, bromélias e orquídeas.


5ª sugestão 

Três módulos independentes compõem este jardim vertical, fornecidos pela Green Wall Ceramic. Cada um deles tem sistema de drenagem e irrigação automatizado. Dois módulos estão sob sol direto e, para esta situação, as espécies escolhidas são as que possuem flores. 

Já o último módulo, sob um jardim suspenso com uma cascata, foi possível explorar espécies de sombra e meia sombra, como as orquídeas e avencas. 

“Para todos os módulos as plantas foram dispostas de forma a não criar grandes “manchas” homogêneas, mas sempre respeitando o porte e crescimento das espécies para que não ocorra o encobrimento de alguma planta”, conta o arquiteto Matheus Carnielli Penteado, responsável pelo projeto. O módulo 1 tem 5,64 m² de área. Já o 2, 5,28 m² e o 3, 3,51m².


Jéssica Michellin, da Casa.com.br


O que é Meio Ambiente:

Meio ambiente envolve todas as coisas vivas e não-vivas que ocorrem na Terra, ou em alguma região dela, que afetam os ecossistemas e a vida dos humanos. O meio ambiente pode ter diversos conceitos, que são identificados por seus componentes.

Na ecologia, o meio ambiente é o panorama animado ou inanimado onde se desenvolve a vida de um organismo. No meio ambiente existem vários fatores externos que têm uma influência no organismo. A ecologia tem como objeto de estudo as relações entre os organismos e o ambiente envolvente.

Meio ambiente é um conjunto de unidades ecológicas que funcionam como um sistema natural, e incluem toda a vegetação, animais, microorganismos, solo, rochas, atmosfera e fenômenos naturais que podem ocorrer em seus limites. Meio ambiente também compreende recursos e fenômenos físicos como ar, água e clima, assim como energia, radiação, descarga elétrica, e magnetismo.

Para as Nações Unidas, meio ambiente é o conjunto de componentes físicos, químicos, biológicos e sociais capazes de causar efeitos diretos ou indiretos, em um prazo curto ou longo, sobre os seres vivos e as atividades humanas.

A preservação do meio ambiente depende muito da sensibilização dos indivíduos de uma sociedade. A cidadania deve contemplar atividades e noções que contribuem para a prosperidade do meio ambiente. Desta forma, é importante saber instruir os cidadãos de várias idades, através de formação nas escolas e em outros locais.

No Brasil existe a PNMA, que é a Política Nacional do Meio Ambiente. A PNMA define meio ambiente como o conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas.

Meio ambiente e sustentabilidade

A sustentabilidade ambiental e ecológica é a manutenção do meio ambiente do planeta Terra, é manter a qualidade de vida, manter o meio ambiente em harmonia com as pessoas. É cuidar para não poluir a água, separar o lixo, evitar desastres ecológicos, como queimadas, desmatamentos. O próprio conceito de sustentabilidade é para longo prazo, significa cuidar de todo o sistema, para que as gerações futuras possam aproveitar.

É importante que a sustentabilidade do meio ambiente seja cada vez uma prioridade para os políticos no poder, para que a conservação do meio ambiente possa ser alcançada.

Meio ambiente e reciclagem

A reciclagem é um processo de elevada relevância para a preservação do meio ambiente. Através da reciclagem, é possível diminuir a poluição do ar, água e solo. O grande desafio na área da reciclagem é conseguir educar os cidadãos para que compreendam que cada esforço, por mais pequeno que seja, tem um impacto positivo no meio ambiente envolvente.

Meio ambiente e sociologia

No âmbito da sociologia, o meio ambiente é o conjunto de todos os fatores materiais ou imateriais que afetam o indivíduo e que vão desde a paisagem até à mentalidade da época. Os sociólogos partidários da teoria do meio ambiente consideram o indivíduo como produto das suas relações sociais.

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