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Com floresta tem água 

As florestas garantem um dos mais essenciais elementos para a vida: a água. As grandes florestas como a Amazônia liberam umidade na atmosfera que garante boa parte da chuva que cai sobre nosso território. Essa chuva é fundamental para encher nossos rios e reservatórios, garantindo água nas nossas torneiras. Nas beiras de rios, as florestas protegem o solo e evitam a devastação das nascentes de água. Se queremos água fresca nas nossas torneiras, temos que preservar nossas florestas.

Tudo está interligado. Tudo é interdependente. E você pode fazer a diferença!

Estamos na reta final da campanha. Nesse ano entregaremos as assinaturas no Congresso brasileiro para que seja criado o projeto de lei pelo Desmatamento Zero. As florestas precisam ser salvas, faça parte do movimento, assine e compartilhe! 


Sem floresta não tem água

A crise hídrica que estamos vivendo no Brasil é um dos maiores desafios do nosso tempo. São Paulo, a maior metrópole do Brasil, está a beira do colapso. Mas outras cidades e regiões enfrentam situação tão grave quanto, com seus reservatórios atingindo os mais baixos níveis da história. Essa crise tem muitas razões, mas uma das principais é o desmatamento, que interfere no ciclo da água. Que mundo a gente quer deixa para nossos filhos? O planeta é nosso maior presente para eles, que merecem clima ameno, floresta em pé e água fresca. É nossa responsabilidade garantir esse futuro. Faça parte do movimento e assine a petição. Desmatamento zero é o futuro que nos pertence e que vamos conquistar!



Ondas: pesquisadores afirmaram que a acidificação dos oceanos era uma suspeita há tempos, mas que nenhum indício direto tinha sido encontrado até agora
Will Dunham, da REUTERS

Washington - Trata-se de um dos maiores mistérios da ciência: o que causou a pior extinção em massa da história da Terra? E não, não foi aquela que acabou com os dinossauros.

Cientistas disseram nesta quinta-feira que grandes quantidades de dióxido de carbono expelidas por erupções vulcânicas colossais na Sibéria podem ter tornado os oceanos do mundo perigosamente ácidos 252 milhões de anos atrás, o que ajudou a desencadear uma calamidade ambiental global que matou a maioria das criaturas terrestres e marinhas.

Os pesquisadores estudaram rochas nos Emirados Árabes Unidos localizadas no leito oceânico na ocasião que guardavam um histórico detalhado das condições cambiantes dos oceanos no fim do Período Permiano.

"Este é um dos poucos casos nos quais fomos capazes de mostrar que um evento de acidificação dos oceanos aconteceu no passado remoto", disse a geocientista Rachel Wood, da Universidade de Edimburgo, parte do grupo de pesquisadores do estudo publicado no periódico Science.

"Isto é significativo porque acreditamos que os oceanos modernos estão se tornando ácidos de uma maneira semelhante", acrescentou Wood.

"Estas descobertas podem nos ajudar a entender a ameaça representada pela acidificação dos oceanos dos dias atuais para a vida marinha." Várias hipóteses foram aventadas para explicar a extinção em massa que ultrapassou até mesmo aquela de 65 milhões de anos atrás, causada por um asteroide cujo impacto aniquilou os dinossauros e muitos outros animais.

Os pesquisadores afirmaram que a acidificação dos oceanos era uma suspeita há tempos, mas que nenhum indício direto tinha sido encontrado até agora.

As gigantescas erupções que formaram uma região imensa de rocha vulcânica chamada de Armadilhas da Sibéria representam um dos maiores eventos vulcânicos do último meio bilhão de anos e duraram milhões de anos, a extensão de tempo entre os períodos Permiano e Triássico.

As quantidades impressionantes de dióxido de carbono resultantes das erupções tiveram consequências terríveis para a vida terrestre e marinha. A absorção de dióxido de carbono mudou de forma letal, ainda que temporária, a composição química dos oceanos, segundo os cientistas.

A extinção em massa durou 60 mil anos, afirmaram, e a maioria dos répteis assemelhados aos mamíferos morreu, com exceção de algumas linhagens, incluindo os ancestrais de mamíferos modernos, como o humano.

Drone de reflorestamento da BioCarbon Engine: resposta à altura da destruição "industrial" das florestas

 Frear o desmatamento e recuperar tudo o que foi destruído por ele é um dos maiores desafios do nosso tempo. 

Atenta ao problema, uma startup britânica resolveu apostar no poder dos drones para plantar um bilhão de árvores por ano, uma solução à altura da devastação "industrial" das florestas.

Segundo a BioCarbon Engine, o uso de drones seria mais eficiente e preciso que os métodos tradicionais adotados no mercado, como o plantio manual de árvores ("lento e caro") e a distribuição de sementes secas por via aérea ("de baixas taxas de fixação").

"Nossa solução equilibra esses dois métodos. Em primeiro lugar, por meio do plantio de sementes germinadas, utilizando técnicas de agricultura de precisão. Em segundo lugar, por ser escalável e automatizada, a nossa tecnologia reduz significativamente os requisitos de mão de obra e custos.", diz a empresa em seu site. 

Mapeamento

Em um primeiro momento, com ajuda de um drone, a BioCarbon reúne dados detalhados do terreno, a fim de produzir mapas 3D de alta qualidade sobre as terras agrícolas, plantações e áreas a serem restauradas.

Plantio

Usando os dados de mapeamento, os drones realizam as atividades de plantio de precisão. A esperança vem do alto na forma de pequenas cápsulas que se rompem ao atingir o solo, liberando, assim, as sementes germinadas.

Monitoramento

Outra importante parte do projeto é o monitoramento do plantio. Esta informação ajudará a fornecer avaliações da saúde do ecossistema ao longo do tempo.

Fase do projeto

O projeto de reflorestamento em escala industrial a partir de drones ainda não está completamente pronto para uso comercial, mas o seu protótipo, que ganhou R $ 20 mil em fundos do Centro de Empreendedorismo Skoll no ano passado, deve entrar em pleno funcionamento até o final do ano. 

Veja um vídeo sobre o projeto abaixo:



Eucalipto: em São Paulo, as plantações de eucalipto estão concentradas em cidades situadas próximas das Serras do Mar e da Mantiqueira 

Elton Alisson, da AGÊNCIA FAPESP

A substituição da vegetação natural das encostas das Serras do Mar e da Mantiqueira pelo plantio de eucalipto aumenta o volume de chuva sobre as áreas mais altas e, consequentemente, os riscos de deslizamentos de terra nessas regiões serranas durante a estação chuvosa – entre dezembro e fevereiro. 

A constatação é de uma pesquisa de doutorado realizada pela tecnologista do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) Viviane Regina Algarve, no âmbito do Projeto Temático “Assessment of impacts and vulnerability to climate change in Brazil and strategies for adaptation option”, apoiado pela FAPESP. 

“Observamos que a mudança da vegetação natural por eucalipto nas encostas das Serras do Mar e da Mantiqueira altera as trocas de energia entre a superfície e a atmosfera, modificando o padrão de circulação de vento que ocorre entre o vale e a montanha e, em razão disto, o transporte de calor e umidade para o topo das serras”, disse Regina Alvalá, pesquisadora do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e orientadora do estudo, à Agência FAPESP. 

“O aumento da convergência de umidade sobre os topos das montanhas facilita a formação e alimentação de nuvens, nevoeiros e tempestades”, explicou. 

De acordo com dados do Anuário Estatístico da Associação Brasileira dos Produtores de Florestas Plantadas, há mais de 6 milhões de hectares de florestas de eucalipto dos gêneros Pinnus e Eucalyptus no Brasil, em regiões com diferentes topografias e padrões de chuva. 

Em São Paulo, as plantações de eucalipto estão concentradas em cidades situadas próximas das Serras do Mar e da Mantiqueira, à exceção de Ribeirão Preto. 

Com o aumento da demanda por celulose e madeira, as plantações de eucalipto têm sido expandidas para encostas íngremes em municípios próximos a essas duas regiões serranas do estado. 

Em razão dessa e de outras mudanças no uso e cobertura da terra – como a conversão para área de pastagem –, que têm ocorrido nas últimas décadas nas encostas das Serras do Mar e da Mantiqueira, está aumentando o volume de chuvas sobre as áreas mais altas dessas regiões serranas, o que pode resultar em riscos de deslizamentos, apontam os autores do estudo. 

“Como o eucalipto é uma vegetação de porte alto, absorve muita radiação e, com isso, altera os balanços de energia e de água entre a superfície e a atmosfera. Isso acaba culminando em um aumento do volume de chuvas”, disse Alvalá. 

Os pesquisadores analisaram séries históricas de dados de chuvas, referentes ao período de 1961 a 1990, de 25 estações meteorológicas distribuídas por municípios localizados próximos das Serras do Mar e da Mantiqueira. 

“Observamos que, embora as alterações mais significativas no volume de chuvas tenham ocorrido sobre as áreas mais elevadas das Serras do Mar e da Mantiqueira, também houve um aumento do número de episódios de chuvas em algumas áreas na região do Vale do Paraíba”, afirmou Alvalá. 

Projeções 

A fim de avaliar os impactos da conversão de áreas de floresta para plantio de eucalipto ou para pastagem no regime de chuva das Serras do Mar e da Mantiqueira, os pesquisadores fizeram projeções usando o modelo climático regional ETA-CPTEC, com resolução espacial de 10 quilômetros, desenvolvido pelo Inpe. 

As projeções indicaram que tanto a troca da vegetação natural por plantio de eucalipto como para área de pastagem levam ao aumento no volume diário de chuvas durante o verão, principalmente sobre as áreas mais elevadas das regiões serranas. 

“A análise dos dados observacionais do período entre 1941 e 2012 e as simulações com o modelo meteorológico ETA para o período entre 1981 e 1990 indicam que as mudanças no uso e cobertura da terra observadas nas Serras do Mar e da Mantiqueira causaram o aumento no volume de chuvas em algumas áreas dessas regiões serranas”, avaliou Alvalá. 

“Esse tipo de diagnóstico da evolução da mudança de uso da terra e suas implicações climáticas são essenciais para orientar tomadores de decisão de órgãos governamentais e da Defesa Civil na identificação de áreas de risco”, afirmou. 

Em outro estudo, publicado no International Journal of Geo-Information, os pesquisadores avaliaram a suscetibilidade ao deslizamento de terra em áreas ocupadas por plantações de eucalipto em diferentes fases de desenvolvimento, ou convertidas em áreas de pastagem, em 16 municípios próximos das Serras do Mar e da Mantiqueira. 

Os resultados do estudo indicaram que as áreas convertidas para pastagem apresentam os maiores níveis de suscetibilidade, seguidas pelas que receberam novas plantações de eucalipto e as ocupadas por moradias. 

“Há uma preocupação sobre a área crescente de plantações de eucalipto em encostas íngremes no Estado de São Paulo uma vez que não há estudos específicos sobre o impacto do reflorestamento em processos de movimento de massa”, ressaltam os autores do estudo. 

De acordo com os pesquisadores, o eucalipto tem diferentes fases de desenvolvimento, que podem contribuir em maior ou menor escala para a ocorrência de deslizamentos de terra. 

No estágio inicial de desenvolvimento – que dura entre dois e três anos –, as árvores de eucalipto possuem uma grande quantidade de folhas, que bloqueiam a exposição do solo à luz solar, tornando-o mais úmido e vulnerável a deslizamentos. 

Já na fase adulta, diminui a quantidade de folhas das árvores de eucalipto, permitindo que a luz solar atinja e reduza a vulnerabilidade do solo. 

Durante a fase da colheita do eucalipto, contudo, o solo fica completamente exposto à chuva e aumenta sua taxa de erosão, o que pode deflagrar deslizamentos de terra, apontam os autores do estudo. 

“A taxa de erosão de uma área de colheita de eucalipto pode ser até quatro vezes maior do que a de uma região com vegetação preservada”, destacam.

Rios compondo paisagens deslumbrantes não é nada raro de se ver, mas nós fomos à fundo e selecionamos 16 exemplos de paisagens fluviais de tirar o fôlego.

Caño Cristales 

Águas cristalinas e uma variedade de algas coloridas são duas das características que fazem com que o Caño Cristales, na Colômbia, seja conhecido como o rio mais bonito do mundo. Ele é parte do Parque Nacional Sierra de la Macarena. 

Mario Carvajal - Wikimedia Commons

Rio Sarre 

Entre o nordeste da França e o sudoeste da Alemanha, o Rio Sarre percorre 246 quilômetros. O local flagrado na imagem mostra uma incrível curva no leito que obriga o rio a mudar bruscamente de direção. 

Wolfgang Staudt - Flickr (Creative Commons)

Yang-Tsé-kiang 


Com 6.300 metros de comprimento, o Yang-Tsé-kiang é o maior rio da Ásia e, consequentemente, da China, onde está localizado. Suas águas são usadas para movimentar a Hidrelétrica das Três Gargantas, a maior do mundo em energia gerada. A imagem mostra Qutang Gorge, considerada a mais espetacular das três gargantas. 

Tan Wei Liang Byorn - Wikimedia Commons

Rio Li 


Ainda na China, graças à espetacular paisagem montanhosa das suas margens, o Rio Li, localizado localizado na região autônoma de Guangxi, é bastante procurado por turistas, além de ter sido inspiração para a nota chinesa de 20 iuanes. 

Dariusz Jemielniak - Wikimedia Commons

Rio Colorado 


Um dos principais rios dos Estados Unidos e o principal da região sudoeste - e também do nordeste mexicano -, o Rio Colorado, com seus 2.330 km, possui inúmeros cartões postais. A curva que vemos na imagem é tão famosa que ganhou até um nome próprio, é a Horseshoe Bend, localizada a poucos quilômetros da cidade de Page, no estado do Arizona. 

Massimo Tava - Wikimedia Commons

Rio Douro 

Do centro-norte da Espanha até o mar, o rio Douro cruza e divide Portugal em duas partes - uma menor ao norte e o restante ao sul. Trata-se do principal rio da península Ibérica com 897 km de extensão. Próximo ao mar, separa as cidades portuguesas de Porto (à direita na imagem) e Vila Nova de Gaia.

Rio Whanganui 


A Nova Zelândia é conhecida por possuir paisagens estonteantes. A região banhada pelo Whanganui, maior rio da Ilha Norte, não é diferente. Ele é tão belo e importante que, em uma decisão legal pioneira no mundo, o rio foi reconhecido como uma espécie de pessoa jurídica! 

2000 - Wikimedia Commons

Rio Lewis 


O rio Lewis, no estado norte-americano de Washington, é um rio relativamente curto, com 153 km, que deságua no rio Columbia - o maior da America do Norte. Apesar da pouca extensão, é possível encontrar pequenas quedas d’água que formam paisagens como a que vemos na foto. 

pfly - Flickr (Creative Commons)

Rio Danúbio 


Segundo maior rio da Europa (Volga é o primeiro), o Danúbio se destaca tanto pela natureza quanto pelas cidades históricas que se erguem às suas margens. O rio funciona como fronteira para 10 países do continente. Na imagem é possível ver o parlamento húngaro ao fundo, na passagem do Danúbio por Budapeste. 

Heinz Albers - Wikimedia Commons

Rio Negro 


O maior afluente do Amazonas, o Rio Negro é um verdadeiro mar. De seus 1.700 km de extensão, 720 são navegáveis. Ao desaguar no rio Amazonas, que até o encontro recebe o nome de Solimões, propicia um dos mais incríveis encontros de água do mundo. As águas escuras do rio Negro não se misturam de imediato com as águas barrentas do Solimões. Além do Brasil, o rio percorre também o território da Venezuela e Colômbia. 

Eiwe Lingefors - Wikimedia Commons

Rio Bow 


Importante fonte de água da província de Alberta, no Canadá, o rio Bow tem ao fundo as montanhas rochosas e geladas de onde nasce. Seu nome, que significa 

Msoccer29 - Wikimedia Commons

Rio Verzasca 


30 km de águas cristalinas correndo pelas montanhas - muitas vezes no meio de rochas - na Suíça formam o rio Verzasca. É comum encontrar mergulhadores explorando regiões de águas mais calmas. 

Diriye Amey - Flickr (Creative Commons)

Rio Karnali 


Águas azuladas é a característica mais marcante do rio Karnali, no Nepal. Ele atravessa também áreas da China e da Índia, mas nesses países recebe o nome de Gagara. Tem origem glacial nas encostas dos Himalaias tibetanos, a 3.962 metros de altitude. 

Sherparinji - Wikimedia Commons

Rio Clutha 

Com 338 km de águas azuis, o Clutha é o maior rio da Ilha Sul da Nova Zelândia, e o segundo maior do país. Já em relação ao fluxo de água, ele é o campeão. Por isso, o Clutha é usado tanto para o fornecimento de água quanto para o de energia, com duas hidrelétricas. 

Leoboudv - Wikimedia Commons

Rio Uvac 


Dos seus 119 km de extensão, 10 km formam uma fronteira física entre a Sérvia e a Bósnia e Herzegovina. O trecho serpentinado que vemos na imagem - em território servo - talvez seja o seu mais famoso cartão postal. 

MihailoR - Wikimedia Commons

Rio Amazonas 

Seria praticamente uma afronta encerrarmos essa lista com uma escolha diferente! Segundo maior rio do mundo e extensão, com 6.437 km, e o primeiro em vazão de água, o Amazonas nasce no Peru e percorre um pequeno trecho da Bolívia antes de chegar ao Brasil, onde fica sua maior parte. Mas foi justamente em território boliviano, em região próxima à cidade de Leticia, que foi tirada a imagem que vemos aqui! 

Pedro Szekely - Wikimedia Commons

Livres, elas não se preocupam nem com a idade e nem com o passar do tempo

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Em suas andanças pelo mundo, o fotógrafo francês Réhahn descobriu o povoado de Bajau. Conhecidos como ciganos do mar, eles vivem no em palafitas encrustadas no azul turquesa do oceano Pacífico, em Bornéu

 Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography
O tempo parou no povoado de Bajau. Eles não têm certeza de suas idades, mal sabem ler e escrever e mesmo assim são muito felizes

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Eles passam a maior parte do tempo em barquinhos e mergulhando em busca de peixes. A visita de um estrangeiro é motivo de alegria entre os Bajau. As crianças pulam no barco para observar melhor o fotógrafo Réhahn mais de pertinho

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Mergulhadores natos, os Bajau praticamente nascem, vivem e morrem no mar, local onde trabalham e tiram seu sustento. Muitos pescadores conseguem mergulhar a 20 metros de profundidade e ficar até 5 minutos sem respirar, enquanto nós, com muito esforço, ficamos de 30 a 40 segundos debaixo d’água

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Até o organismo dos Bajau se adaptou à vida marítima. A visão subaquática deles é duas vezes melhor do que a nossa: as pupilas de contraem, aumentando a refração da luz. Porém a audição é mais prejudicada, já que os tímpanos costumam não resistir à pressão dos mergulhos

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
“Eles são muito receptivos e amigos. Quando cheguei, crianças pularam no barco para se aproximar de mim. Algumas famílias me convidaram para a casa delas”, comentou o fotógrafo

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Embora a maioria dos ciganos do mar tenha nascido no mar e nunca viram a terra, muitos, com frequência, se dirigem para a costa, próximo ao comércio, para juntar material para construir barcos

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Réhahn ainda informou que os Bajau pouco sabem sobre idade, mas o tempo não importa muito para eles, que vivem o presente, o agora, e vivem de e para a água

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
Algumas ciganas do mar dão à luz nas palafitas, no meio do mar, embora muitas acabam indo para a terra para comprar e obter suprimentos, ainda assim há um pequeno número de mulheres que viveram a vida inteira no mar, sem nunca ter pisado na terra

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography 
A crença da tribo é uma combinação de animismo e Islã, com a relação com o mar e seus habitantes

Foto: Reprodução/DailyMail – Réhahn Photography
O fotógrafo francês passou oito dias conhecendo e fotografando as crianças Bajau 

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