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Pairando à beira de penhascos, falésias à beira-mar ou esculpidas nas encostas de montanhas estão algumas das cidades mais surpreendentes do mundo. Suas casas e construções históricas empoleiradas em encostas aprentam um notável contraste entre estruturas feitas pelo homem e as belezas moldadas pela natureza, criando destinos turísticos fascinantes que devem ser vistos ao menos uma vez na vida.

Como exemplo está a região chamada "Cinque Terre", um conjunto de cincoaldeias encantadoras situadas na costa italiana, na região de Ligúria: Monterosso al Mare, Vernazza, Riomaggiore, Corniglia e Manarola. Outro lugar famoso pela localização incomum sobre formações íngremes é aparadisíaca ilha grega de Santorini, que cresceu em torno de uma caldeira vulcânica no mar Egeu.

Oia, na famosa ilha grega de Santorini, é umas das localidades sobre falésias mais cênicas do planeta

© ShutterstockManarola (Itália) - Esta bela cidade integra a chamada "Cinque Terre", um conjunto de cinco vilarejos da Riviera Italiana que foram declarados Patrimônio Mundial da Unesco em 1997. Construída em uma rocha elevada a 70 metros acima do nível do mar, Manarola é considerada uma das mais charmosas e românticas aldeias da região. Além do encanto das casas multicoloridas empoleiradas à beira-mar, a localidade tem atrações históricas imperdíveis, mirantes naturais e restaurantes especializados em frutos do mar.

Esta bela cidade integra a chamada "Cinque Terre", um conjunto de cinco vilarejos da Riviera Italiana que foram declarados Patrimônio Mundial da Unesco em 1997. Construída em uma rocha elevada a 70 metros acima do nível do mar, Manarola é considerada uma das mais charmosas e românticas aldeias da região. Além do encanto das casas multicoloridas empoleiradas à beira-mar, a localidade tem atrações históricas imperdíveis, mirantes naturais e restaurantes especializados em frutos do mar.

© ShutterstockCastellfollit de la Roca (Espanha) - Uma das vijarejos mais surpreendentes da província de Girona, Castellfollit de la Roca foi erguido sobre uma fundação de basalto à beira de um precipício, a 50 metros de altura. Uma de suas atrações é a antiga igreja de São Salvador, que remonta ao século 13. Castellfollit é também uma das portas de entrada para o Parque Natural da Garrotxa, conhecido por suas belas paisagens vulcânicas.

Uma das vijarejos mais surpreendentes da província de Girona, Castellfollit de la Roca foi erguido sobre uma fundação de basalto à beira de um precipício, a 50 metros de altura. Uma de suas atrações é a antiga igreja de São Salvador, que remonta ao século 13. Castellfollit é também uma das portas de entrada para o Parque Natural da Garrotxa, conhecido por suas belas paisagens vulcânicas.

© ShutterstockRocamadour (França) - No sudoeste do território francês, a 160 quilômetros ao norte de Tulouse, encontra-se a pequena vila de Rocamadour, construída sobre um paredão rochoso acima do rio Alzou. É um importante local de peregrinação cristã, com igrejas e construções religiosas empoleiradas no alto do precipício. O Santuário de Nossa Senhora de Rocamadour é acessível através de uma escadaria de 216 degraus que muitos sobem de joelhos para pagar promessas.

No sudoeste do território francês, a 160 quilômetros ao norte de Tulouse, encontra-se a pequena vila de Rocamadour, construída sobre um paredão rochoso acima do rio Alzou. É um importante local de peregrinação cristã, com igrejas e construções religiosas empoleiradas no alto do precipício. O Santuário de Nossa Senhora de Rocamadour é acessível através de uma escadaria de 216 degraus que muitos sobem de joelhos para pagar promessas.

© ShutterstockPositano (Itália) - A pequena cidade da Costa Amalfitana é uma antiga vila de pescadores que, nas últimas décadas, foi descoberta pelos turistas, especialmente os endinheirados e celebridades. Mas qualquer mortal pode apreciar os encantos desta aldeia costeira, com suas casas e edifícios posicionados como se estivessem empilhados um em cima do outro.

A pequena cidade da Costa Amalfitana é uma antiga vila de pescadores que, nas últimas décadas, foi descoberta pelos turistas, especialmente os endinheirados e celebridades. Mas qualquer mortal pode apreciar os encantos desta aldeia costeira, com suas casas e edifícios posicionados como se estivessem empilhados um em cima do outro.

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Bonifacio (França) - Situada no ponto mais ao sul da ilha de Córsega, a cidade de Bonifacio e suas construções medievais se estendem ao longo do topo de uma falésia, que se encontra a cerca de 70 metros de altitude. Construída pelos genoveses, a parte histórica da localidade é formada por um surpreendente labirinto de ruelas com muitos bares, restaurantes, lojas e hotéis.

Situada no ponto mais ao sul da ilha de Córsega, a cidade de Bonifacio e suas construções medievais se estendem ao longo do topo de uma falésia, que se encontra a cerca de 70 metros de altitude. Construída pelos genoveses, a parte histórica da localidade é formada por um surpreendente labirinto de ruelas com muitos bares, restaurantes, lojas e hotéis.

© ShutterstockMesa Verde (Estados Unidos) - O Parque Nacional de Mesa Verde fica no estado norte-americano do Colorado e ocupa uma área de aproximadamente 210 quilômetros quadrados. As atrações mais significativas são as curiosas moradias erguidas em penhascos e carvernas pelos Anasazi, o antigo povo índigena que vivia na região. A atração mais famosa é o chamado "Palácio do Penhasco", que abriga 150 quartos individuais e mais de 20 kivas (salas para rituais religiosos).

O Parque Nacional de Mesa Verde fica no estado norte-americano do Colorado e ocupa uma área de aproximadamente 210 quilômetros quadrados. As atrações mais significativas são as curiosas moradias erguidas em penhascos e cavernas pelos Anasazi, o antigo povo indígena que vivia na região. A atração mais famosa é o chamado "Palácio do Penhasco", que abriga 150 quartos individuais e mais de 20 kivas (salas para rituais religiosos).

© ShutterstockRonda (Espanha) - Parte da província de Málaga, Ronda é um destino turístico popular por conta de suas atrações históricas erguidas sobre altas formações montanhosas. A cidade está dividida em duas por um desfiladeiro e conectada pela emblemática Puente Nuevo (Ponte Nova), que aparece em praticamente todos os cartões-postais que retratam a localidade. Apesar do nome, a estrutura foi iniciada em 1751 e levou 42 anos para ser concluída.

Parte da província de Málaga, Ronda é um destino turístico popular por conta de suas atrações históricas erguidas sobre altas formações montanhosas. A cidade está dividida em duas por um desfiladeiro e conectada pela emblemática Puente Nuevo (Ponte Nova), que aparece em praticamente todos os cartões-postais que retratam a localidade. Apesar do nome, a estrutura foi iniciada em 1751 e levou 42 anos para ser concluída.

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Fira e Oia (Grécia) - A ilha de Santorini é conhecida pelos pitorescos vilarejos brancos que foram construídos sobre penhascos em volta de uma caldeira vulcânica, desde a capital Thira (ou Fira) até Oia, no norte do território. O pôr do sol é um dos mais famosos do planeta e pode ser visto de praticamente todos os pontos da ilha.

A ilha de Santorini é conhecida pelos pitorescos vilarejos brancos que foram construídos sobre penhascos em volta de uma caldeira vulcânica, desde a capital Thira (ou Fira) até Oia, no norte do território. O pôr do sol é um dos mais famosos do planeta e pode ser visto de praticamente todos os pontos da ilha.

© ShutterstockRiomaggiore (Itália) - Outra cidade encantadora da região das "Cinque Terre". A característica mais marcante de Riomaggiore são as típicas casas de pedra com fachadas coloridas e telhados de ardósia que se erguem sobre as encostas. Entre as atrações históricas imperdíveis estão a Igreja de São João Batista, a Torre Guardiola e o Castelo de Riomaggiore.

Outra cidade encantadora da região das "Cinque Terre". A característica mais marcante de Riomaggiore são as típicas casas de pedra com fachadas coloridas e telhados de ardósia que se erguem sobre as encostas. Entre as atrações históricas imperdíveis estão a Igreja de São João Batista, a Torre Guardiola e o Castelo de Riomaggiore.

© ShutterstockCuenca (Espanha) - Patrimônio da Humanidade pela Unesco, a cidade fortificada de Cuenca, na comunidade autônoma de Castilla-La Mancha, é um destino único por conta de sua localização sobre penhascos íngremes. Ali estão edifícios de grande valor histórico, como a Catedral de Santa María e San Julián de Cuenca, o primeiro templo gótica da Espanha.

Patrimônio da Humanidade pela Unesco, a cidade fortificada de Cuenca, na comunidade autônoma de Castilla-La Mancha, é um destino único por conta de sua localização sobre penhascos íngremes. Ali estão edifícios de grande valor histórico, como a Catedral de Santa María e San Julián de Cuenca, o primeiro templo gótica da Espanha.

© ShutterstockMeteora (Grécia) - Considerado um dos maiores e mais notáveis centros monásticos do cristianismo oriental, Meteora ("suspenso no ar", na tradução literal) concentra seis mosteiros construídos sobre pilares de rocha de arenito. O local floresceu como um importante complexo espiritual entre os século 13 e 14, visto que muitas pessoas que viviam ao redor abraçaram o caminho da vida monástica.

Considerado um dos maiores e mais notáveis centros monásticos do cristianismo oriental, Meteora ("suspenso no ar", na tradução literal) concentra seis mosteiros construídos sobre pilares de rocha de arenito. O local floresceu como um importante complexo espiritual entre os século 13 e 14, visto que muitas pessoas que viviam ao redor abraçaram o caminho da vida monástica.

© ShutterstockAl Hajjara (Iêmen) - Fundada no século 12 pelo sulaihids, esta localidade tornou-se uma fortificação importante durante a ocupação otomana da Iêmen por conta de sua localização estratégica. A aldeia, que cresceu sobre o precipício de uma montanha, a oeste da cidade de Manakhah, impressiona com seus enormes edifícios preservados.

Fundada no século 12 pelo sulaihids, esta localidade tornou-se uma fortificação importante durante a ocupação otomana da Iêmen por conta de sua localização estratégica. A aldeia, que cresceu sobre o precipício de uma montanha, a oeste da cidade de Manakhah, impressiona com seus enormes edifícios preservados.

© ShutterstockAzenhas do Mar (Portugal) - Localizada perto da vila de Sintra, a 30 quilômetros de Lisboa, Azenhas do Mar é um núcleo habitacional com pequenas casas brancas empoleiradas à beira-mar. Na parte inferior, há um tradicional restaurante e uma piscina natural encravada na rocha. Durante maré baixa, é possível ainda ter acesso a uma pequena praia.

Localizada perto da vila de Sintra, a 30 quilômetros de Lisboa, Azenhas do Mar é um núcleo habitacional com pequenas casas brancas empoleiradas à beira-mar. Na parte inferior, há um tradicional restaurante e uma piscina natural encravada na rocha. Durante maré baixa, é possível ainda ter acesso a uma pequena praia.

© ShutterstockPitigliano (Itália) - Conhecida como "A Pequena Jerusalém", esta pequena vila da Toscana foi originalmente fundada pelos etruscos e abrigou judeus que se instalaram ali no início do século 16. Apesar dos atrativos da cultura judaica e da marcante paisagem medieval, a cidade ainda não foi descoberta pelo turismo em massa. Pitigliano atrai apenas 25 mil visitantes ao ano.

Conhecida como "A Pequena Jerusalém", esta pequena vila da Toscana foi originalmente fundada pelos etruscos e abrigou judeus que se instalaram ali no início do século 16. Apesar dos atrativos da cultura judaica e da marcante paisagem medieval, a cidade ainda não foi descoberta pelo turismo em massa. Pitigliano atrai apenas 25 mil visitantes ao ano.

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Veliko Tarnovo (Bulgária) - Situada na Bulgária do Norte, esta peculiar localidade é o centro administrativo do condado de mesmo nome. É uma das cidades mais antigas do país, com uma história que remonta a mais de cinco mil anos. Uma das principais atrações turísticas é a impressionante Fortaleza de Tsarevets.

Situada na Bulgária do Norte, esta peculiar localidade é o centro administrativo do condado de mesmo nome. É uma das cidades mais antigas do país, com uma história que remonta a mais de cinco mil anos. Uma das principais atrações turísticas é a impressionante Fortaleza de Tsarevets.

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Nem sempre o avião é o meio de transporte preferido dos viajantes. Seja por receio, por opção, por falta de condições, ou até mesmo pela curta distância a ser percorrida, a verdade é que tem muita gente que deixa os aeroportos em segundo plano, preferindo utilizar meios alternativos. São opções que incluemviagens de trem, passeios em grandiosos cruzeiros, aluguéis de carro, ou até mesmo aquele famoso "mochilão".

Para estes, não faltam opções de rotas até o destino. Viajar carro talvez seja a alternativa com maior liberdade e autonomia para transitar e selecionar roteiros. Por isso, algumas estradas ao redor do mundo são preparadas para receber turistas, contendo informações bilíngues e sendo verdadeiras atrações por si só.

Nos Estados Unidos, rodovias como a Rota 66 e a Pacific Coast Highway são verdadeiros ícones turísticos. No entanto, há outras mais perigosas que atraem os viajantes mais corajosos e aventureiros, por conta das curvas sinuosas e das história sombrias.

O mesmo acontece em diversos lugares do mundo. Na Bolívia, por exemplo, a rodovia "Camino a los Yungas" é conhecida como "Caminho da Morte". Por margear penhascos e conter uma pista estreita de apenas três metros de largura, é considerada um dos lugares mais perigosos do planeta. Na Itália, uma das estradas que cortam os Alpes, a Passo do Stelvio, impressiona pela quantidade de curvas íngremes que proporcionam um visual deslumbrante. Mas acredite, só encare essas pistas se você for um bom motorista.

Enquanto algumas foram criadas pelos próprios moradores, outras foram projetadas por renomados engenheiros. Em ambos os casos, a sensação de medo é igual. Confira, na galeria acima, as 10 estradas mais assustadoras do mundo!Na Foto: A estrada Passo do Stelvio, nos alpes italianos, é uma das mais belas e perigosas de toda a Europa

© Creative Commons/rkimpeljr/FlickrColorado State Highway 82 (Estados Unidos) - Esta rodovia fica localizada próximo à cidade de Aspen, no Colorado, famoso destino de esqui nas Montanhas Rochosas. O local é cheio de declives íngremes, curvas apertadas, e trechos estreitos onde apenas um carro pode passar por vez. A Highway 82 está a mais de 3600 metros acima do nível do mar. Durante o inverno a estrada fica fechada, por conta do frio intenso que praticamente impossibilita a passagem de carros.

Esta rodovia fica localizada próximo à cidade de Aspen, no Colorado, famoso destino de esqui nas Montanhas Rochosas. O local é cheio de declives íngremes, curvas apertadas, e trechos estreitos onde apenas um carro pode passar por vez. A Highway 82 está a mais de 3600 metros acima do nível do mar. Durante o inverno a estrada fica fechada, por conta do frio intenso que praticamente impossibilita a passagem de carros.

© ShutterstockTúnel de Guoliang (China) - A história desta rodovia remete aos anos 1970, quando as montanhas de Taihang serviam de abrigo para um pequeno povoado - com cerca de 300 pessoas - totalmente isolado do resto da China, a Vila de Guoliang. Naquela época, o único acesso ao local era através de um caminho muito precário e pouco utilizado. Para minimizar os riscos de utilizar a perigosa rota, os poucos moradores pediram ao governo para que construísse uma estrada melhor, mas não foram atendidos. Então, resolveram construí-la por conta própria, abrindo um túnel em meio às montanhas e deixando "janelas" para jogar os entulhos da escavação. Hoje, a rodovia continua perigosa: há trechos sinuosos em que a largura da pista não ultrapassa os quatro metros. E o pior é que é mão dupla.

A história desta rodovia remete aos anos 1970, quando as montanhas de Taihang serviam de abrigo para um pequeno povoado - com cerca de 300 pessoas - totalmente isolado do resto da China, a Vila de Guoliang. Naquela época, o único acesso ao local era através de um caminho muito precário e pouco utilizado. Para minimizar os riscos de utilizar a perigosa rota, os poucos moradores pediram ao governo para que construísse uma estrada melhor, mas não foram atendidos. Então, resolveram construí-la por conta própria, abrindo um túnel em meio às montanhas e deixando "janelas" para jogar os entulhos da escavação. Hoje, a rodovia continua perigosa: há trechos sinuosos em que a largura da pista não ultrapassa os quatro metros. E o pior é que é mão dupla.

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Trollstigen (Noruega) - Emoldurada por vales, montanhas, lagos e cachoeiras, a Trollstigen é uma das rodovias mais conhecidas de toda a Europa. É uma estrada muito íngreme, com 11 curvas sinuosas e inclinações acentuadas que levam os motoristas a até 800 metros de altura, em um cenário repleto de mirantes com visuais deslumbrantes.

Emoldurada por vales, montanhas, lagos e cachoeiras, a Trollstigen é uma das rodovias mais conhecidas de toda a Europa. É uma estrada muito íngreme, com 11 curvas sinuosas e inclinações acentuadas que levam os motoristas a até 800 metros de altura, em um cenário repleto de mirantes com visuais deslumbrantes.

© ShutterstockSaddle Road (Estados Unidos) - Também chamada de "Hawaii Route 200", esta estrada é bem pavimentada, mas possui inúmeros trechos irregulares e repletos de lombadas. O local pode se tornar ainda mais perigoso com os intensos nevoeiros, comuns na região. Algumas empresas de aluguel de carros proíbem os clientes a conduzirem seus automóveis nesta área. A Saddle Road tem este nome por ser a "sela' (tradução para Saddle) entre os vulcões Mauna Loa e Mauna Kea, áreas bastante procurada por aventureiros. Embora pareça um pouco deserto, é cercado por algumas opções turísticas.

Também chamada de "Hawaii Route 200", esta estrada é bem pavimentada, mas possui inúmeros trechos irregulares e repletos de lombadas. O local pode se tornar ainda mais perigoso com os intensos nevoeiros, comuns na região. Algumas empresas de aluguel de carros proíbem os clientes a conduzirem seus automóveis nesta área. A Saddle Road tem este nome por ser a "sela' (tradução para Saddle) entre os vulcões Mauna Loa e Mauna Kea, áreas bastante procurada por aventureiros. Embora pareça um pouco deserto, é cercado por algumas opções turísticas.

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Dades Gorge (Marrocos) - O cenário impressiona: um conjunto de vales áridos serpenteados por uma pista sinuosa. Esta é a Estrada de Dades Gorde, um trecho impressionante da rodovia que corta uma parte da Cordilheira do Atlas, no Marrocos. O zigue-zague estonteante de curvas fechadas leva à aldeias remotas, rios e palmeiras que formam um belo cenário, muito procurado por turistas na região.

O cenário impressiona: um conjunto de vales áridos serpenteados por uma pista sinuosa. Esta é a Estrada de Dades Gorde, um trecho impressionante da rodovia que corta uma parte da Cordilheira do Atlas, no Marrocos. O zigue-zague estonteante de curvas fechadas leva à aldeias remotas, rios e palmeiras que formam um belo cenário, muito procurado por turistas na região.

© ShutterstockDalton Highway (Estados Unidos) - Localizada no Alasca, esta estrada é uma das mais perigosas e angustiantes do planeta. Tudo isso porque ao longo do percurso mais de 660 quilômetros, os condutores são submetidos a temperaturas de congelamento, estradas de cascalho, avalanches, tempestades de neve, e a ausência quase total de sinais de celular. Tamanho isolamento já foi cenário até para um reality show de motoristas aventureiros, nos Estados Unidos.

Localizada no Alasca, esta estrada é uma das mais perigosas e angustiantes do planeta. Tudo isso porque ao longo do percurso mais de 660 quilômetros, os condutores são submetidos a temperaturas de congelamento, estradas de cascalho, avalanches, tempestades de neve, e a ausência quase total de sinais de celular. Tamanho isolamento já foi cenário até para um reality show de motoristas aventureiros, nos Estados Unidos.

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Passo do Stelvio (Itália) - É uma das estradas mais altas da Europa. Situada no coração dos Alpes, percorre por cerca de 140 quilômetros no trecho entre as cidades de Stelvio e Bormio, próximo à fronteira com a Suíça. Fica a mais de 2700 metros de altura e possui aproximadamente 60 curvas sinuosas, emolduradas por imponentes montanhas e muita vegetação. O perigo aqui é perder a direção com tantas belezas ao redor.

É uma das estradas mais altas da Europa. Situada no coração dos Alpes, percorre por cerca de 140 quilômetros no trecho entre as cidades de Stelvio e Bormio, próximo à fronteira com a Suíça. Fica a mais de 2700 metros de altura e possui aproximadamente 60 curvas sinuosas, emolduradas por imponentes montanhas e muita vegetação. O perigo aqui é perder a direção com tantas belezas ao redor.

© ShutterstockCalifornia State Route 1 (Estados Unidos) - É uma das estradas mais famosas dos Estados Unidos. O trecho que percorre por todo o litoral da Califórnia é um dos mais deslumbrantes do planeta, com vistas de tirar o fôlego para as montanhas e águas cristalinas do Pacífico. Um dos lugares mais conhecidos é a Bixby Creek Gorge, na Big Sur. Uma incrível ponte que, apesar de perigosa, é a tradução literal da união entre belezas naturais e construções icônicas.

É uma das estradas mais famosas dos Estados Unidos. O trecho que percorre por todo o litoral da Califórnia é um dos mais deslumbrantes do planeta, com vistas de tirar o fôlego para as montanhas e águas cristalinas do Pacífico. Um dos lugares mais conhecidos é a Bixby Creek Gorge, na Big Sur. Uma incrível ponte que, apesar de perigosa, é a tradução literal da união entre belezas naturais e construções icônicas.

© Creative Commons/drich78/FlickrTail of the Dragon (Estados Unidos) - O nome "Cauda do Dragão" (tradução para "Tail of the Dragon") não é por acaso. Este perigoso trecho da U.S.Route 129 tem nada menos do que 318 curvas, em um percurso de 17 quilômetros na divisa dos estados da Carolina do Norte e Tennesse. É um lugar muito frequentado por motociclistas por conta do intenso zigue-zague. No entanto, o número de acidentes é tão alto que há um pequeno "memorial" improvisado em uma árvore, chamada de "árvore da vergonha". Lá são expostos destroços de motos para "homenagear" os pilotos.

O nome "Cauda do Dragão" (tradução para "Tail of the Dragon") não é por acaso. Este perigoso trecho da U.S.Route 129 tem nada menos do que 318 curvas, em um percurso de 17 quilômetros na divisa dos estados da Carolina do Norte e Tennesse. É um lugar muito frequentado por motociclistas por conta do intenso zigue-zague. No entanto, o número de acidentes é tão alto que há um pequeno "memorial" improvisado em uma árvore, chamada de "árvore da vergonha". Lá são expostos destroços de motos para "homenagear" os pilotos.

© Creative Commons/anijdam/FlickrCamino a Los Yungas (Bolívia) - Apelidada de "Estrada da Morte", esta rodovia serpenteia montanhas que ficam a mais de 4700 metros de altitude, nos pontos mais altos da Cordilheira dos Andes. É um caminho alternativo de cerca de 65 quilômetros, que vai da região de Yungas até a capital, La Paz. As pistas são muito estreitas e, na maioria das vezes, não ultrapassam os três metros de largura, margeando inúmeros precipícios de até 600 metros de altura. Cerca de cem pessoas morrem por ano na estrada.

Apelidada de "Estrada da Morte", esta rodovia serpenteia montanhas que ficam a mais de 4700 metros de altitude, nos pontos mais altos da Cordilheira dos Andes. É um caminho alternativo de cerca de 65 quilômetros, que vai da região de Yungas até a capital, La Paz. As pistas são muito estreitas e, na maioria das vezes, não ultrapassam os três metros de largura, margeando inúmeros precipícios de até 600 metros de altura. Cerca de cem pessoas morrem por ano na estrada.

Monolito de 12 metros, possivelmente com 10 mil anos, foi encontrado por arqueólogos no fundo do Mediterrâneo

Uma nova peça do quebra-cabeças da história da civilização humana foi descoberta por um grupo de pesquisadores da Itália e de Israel a 40 metros de profundidade no Mar Mediterrâneo, na Costa da Sicília. Um monolito de 12 metros de extensão, construído por humanos e datado de cerca de 10 mil anos, revela que nossos ancestrais se estalebeceram nessa área entre a Europa e a África em uma época em que os níveis dos mares estavam mais baixos, no fim da última grande era glacial.

A pesquisa começou em 2012, quando barcos equipados com sonares mapearam as águas rasas do Canal da Sicília. Boa parte do leito dessa região é encoberta por uma grossa camada de sedimentos, o que dificulta as explorações arqueológicas. Mas existem pontos em que correntes submarinas "limpam" os campos de busca – o que ajudou no trabalho de investigação. 

Os cientistas se concentraram em uma formação chamada Pantelleria Vecchia Bank (PVB), um banco localizado a 40 quilômetros ao norte da ilha vulcânica de Pantelleria. Excursões posteriores com mergulhadores revelaram o monolito, uma estrutura de pedra dividida em duas partes, que integrava um único bloco de 12 metros. O formato regular, a composição diferente das rochas locais e três buracos escavados na pedra indicam que a peça foi projetada por humanos.

Foto por: Divulgação
Na figura A, os pontos vermelhos no mar apontam para a posição em que o monolito foi encontrado. Na figura B, o mapa da geografia da área antes de os níveis dos mares subirem.

Os arqueólogos não puderam determinar com certeza a finalidade do monolito, mas ele possivelmente era mantido de pé – o que dá uma ideia da posição de destaque que ele possuía. O tamanho do objeto também revela que os grupos que ocupavam essa parte do continente possuíam domínio de técnicas avançadas de engenharia, que permitiram que o bloco fosse extraído e transportado, possivelmente por quilômetros de sua origem até o local de repouso.

A história de ocupação do Pantelleria Vecchia Bank provavelmente terminou junto com o Último Máximo Glacial, quando os níveis dos mares subiram e essas regiões mais baixas começaram a inundar. O fenômeno deve ter levado os moradores dessa região a se mudar, deixando para trás o enorme monolito. 

A descoberta da peça mostra também que o atual mapa das civilizações que ocuparam a costa do Mediterrâneo está longe de ser completo. Muitos mistérios e segredos ainda resistem por ali, escondidos sob metros de água salgada e grossas camadas de sedimentos. 

Fotos belíssimas tiradas de uma maneira inovadora pela equipe do Fotografo Russo mostram uma outra maneira de observar várias partes do mundo. Confira: 

Distrito Westerdok, Amsterdã, Holanda

Catedral de São Basílio, Moscou, Rússia

Central Park, Nova York, EUA

Cataratas do Iguaçu, Brasil e Argentina


Dubai, Emirados Árabes Unidos

Cachoeira Churun-Meru, Venezuela


Barcelona, Espanha


Halong Bay, Vietnã

Arco do Triunfo, Paris, França

Santorini, Grécia


Flamingos, Lago Bogoria, no Quênia


Lago glacial Jokulsarlon, Islândia

Lago Powell, Utah-Arizona, EUA

Lago Baikal, Rússia

© Fornecido por Viagem em Pauta foto: Eduardo Vessoni

Eis o (incompreendido e desconhecido) país que nem todo brasileiro lembra na hora de incluir em sua viagem de férias por terras sul-americanas.

Sexto (e novo) membro do Mercosul, bloco econômico criado em 1991 entre Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, a Bolívia é ainda um dos daqueles países vizinhos que precisam ser descobertos.

E motivos não faltam. Geografia de cenários impactantes, baixos custos para viajantes estrangeiros e facilidades na entrada ao país, onde já era possível viajar sem passaporte, portando apenas o RG com foto recente.

O Viagem em Pauta selecionou algumas atrações únicas que merecem ser visitadas nesse país andino.

SALAR DE UYUNI
© Fornecido por Viagem em Pauta (foto: Javierosh/Flickr-Ceative Commons) Localizado no sul da Bolívia, a quase 600 km de La Paz, o Salar de Uyuni é daqueles lugares que o viajante custa a acreditar que existe, afinal de contas são 12 mil km² de sal, o que lhe garantiu os títulos de “a maior planície de sal do mundo” e o de “o único ponto natural brilhante que é possível ser avistado do espaço.

DESERTO SURREAL
© Fornecido por Viagem em Pauta (foto: Eduardo Vessoni) O Deserto de Dalí, no sudoeste da Bolívia, é um dos endereços mais impactantes do roteiro de quatro dias que cruza o Salar de Uyuni, um dos principais itinerários em todo o país.

É por ali que passam os viajantes que seguem, em carros 4×4, para outra área desértica famosa da região: o Atacama, no Chile.

HOTEL DE SAL 
© Fornecido por Viagem em Pauta (foto: Divulgação) Sal por todos os lados. No teto, nas paredes e em todos os móveis.

Esta é a proposta desse que é considerado o primeiro hotel de sal do mundo, localizado no Salar do Uyuni. O estabelecimento abriga 16 quartos em estilo iglu construídos com blocos de… sal. 

LICANCABUR 
© Fornecido por Viagem em Pauta (foto: Eduardo Vessoni) Localizado entre o Chile e a Bolívia, esse vulcão é um dos mais belos em toda a América do Sul.

Com quase 5.920 metros de altitude, em plena cordilheira dos Andes, esse ícone da região do Atacama pode ser visto a partir de diferentes pontos do povoado de San Pedro, no Chile, ou na região da Laguna Verde, na fronteira com a Bolívia.

SOBRE DUAS RODAS 
© Fornecido por Viagem em Pauta (foto: Eduardo Vessoni) O que um dia já foi a estrada mais perigosa do mundo, conhecida como ‘Rota da Morte’, hoje é cenário para uma das experiências mais inusitadas do país (e uma das mais concorridas e populares em toda a Bolívia).

O Camino Yungas, entre La Paz e Coroico, é uma descida íngreme de 3.400 metros entre as duas cidades do trajeto e é percorrida de bicicleta, cujo trajeto completo tem início em La Cumbre, a 11 km de La Paz (4.700 metros sobre o nível do mar), e termina em Yolosa, a 5 km de Coroico, a 1.185 sobre o nível do mar.

TITICACA 
© Fornecido por Viagem em Pauta (foto: Madeleine Deaton/Flickr-Creative Commons) As comunidades que vivem às margens do Titicaca podem frustrar quem não espera experiências turísticas caça-níquel como os tours por povoados flutuantes, mas não deixe de incluir no roteiro uma navegação sobre o maior lago da América do Sul, na fronteira entre o Peru e a Bolívia.

Esqueça a insistência dos vendedores de arte feita com totora, como é conhecido o junco que cresce na região, e conheça o lago navegável mais alto do mundo, cujos povoados próximos abrigam trilhas auto-guiadas como as da Isla del Sol.

Copacabana é a principal porta de entrada boliviana à região.

BOLÍVIA COM PÉ DE INCA 
© Fornecido por Viagem em Pauta Vista de Bonete Palca, na Bolívia (foto: Eduardo Vessoni) A trilha de 120 km a pé, entre as desconhecidas Mojinete e Guadalupe, é uma das experiências mais fascinantes e perigosas em terras bolivianas.


A caminhada entre altas montanhas, penhascos, vulcões e casas de seres mitológicos ainda é um produto turístico que engatinha na agência que comercializa a viagem, em Villazón, mas sem dúvida este trekking de três dias de duração demora para sair da memória dos raros estrangeiros que já passaram por ali.

© Divulgação/Simon Oberliu Glaciar do Ródano, na Suíça, em dois momentos: junho de 2007 (imagem superior) e junho de 2014 (inferior)

Não é apenas o Ártico que está em apuros. Ao redor do mundo, os gigantes glaciares perdem gelo em um ritmo sem precedentes e que está acelerando. A constatação é de um estudo publicado no periódico científico Journal of Glaciology.

O Serviço de Monitoramento Mundial de Glaciares, coordenado pela Universidade de Zurique, compilou dados mundiais sobre as mudanças na cobertura das geleiras ao longo de mais de 120 anos.

Na pesquisa, as observações da primeira década do século 21 (2001-2010) foram comparadas com todos os dados anteriores, disponíveis a partir de observações de campo e registros transmitidos por satélites.

"As geleiras observadas atualmente perdem entre meio metro e um metro de sua espessura de gelo a cada ano - isto é duas a três vezes mais do que a média correspondente do século 20", explica Michael Zemp, diretor do Serviço de Monitoramento Mundial de Glaciares e líder do estudo.

Os pesquisadores têm testemunhado o recuo crescente das geleiras na Groenlândia, Antártica Ocidental, montanhas costeiras do Canadá e Alasca, assim como na Europa e no Himalaia.

"Medidas exatas desta perda de gelo são relatadas a partir de apenas algumas centenas de geleiras. No entanto, estes resultados se confirmam por observações de campo e por satélite para dezenas de milhares de geleiras em todo o mundo", pondera Zemp.

E o futuro não parece promissor. "As geleiras em muitas regiões, muito provavelmente sofrerão mais perdas de gelo", disse Zemp. "Mesmo que o clima permaneça estável", conclui o estudo.

© Foto: Divulgação/Doug Morton/Nasa El Ni o aumenta risco de queimadas na Amazônia (Divulgação/Doug Morton/Nasa) 

A previsão de risco de queimadas para a floresta amazônica em 2015, baseada em dados de satélites, foi divulgada hoje pela Nasa e aponta que a intensidade de incêndios na região vai variar muito entre as porções leste e oeste da floresta. O oeste sofre risco mais baixo de queimadas que nos anos anteriores, enquanto o leste tem risco maior este ano. A previsão foi feita a partir de uma metodologia criada por cientistas da Nasa e da Universidade da Califórnia.

De acordo com a previsão, o clima da porção oeste da Amazônia é influenciado pela temperatura das águas do oceano Atlântico tropical, enquanto a parte leste sofre influência do oceano Pacífico.

Com a intensificação do fenômeno El Niño, em 2015, as águas estão mais quentes na superfície do Pacífico, levando à supressão de chuvas no leste da Amazônia e ao aumento do risco de queimadas. Maranhão, Mato Grosso e Pará são os estados brasileiros com maior risco de queimadas este ano.

Segundo os pesquisadores, se o El Nino continuar a se intensificar, o risco de queimadas também vai aumentar na parte central da Amazônia. Caso isso ocorra, eles anunciaram que vão desenvolver uma previsão especificamente para a região norte da Amazônia. Para os especialistas, a relação entre o El Nino e o aumento do risco de queimadas em Roraima é tão consistente, que nem seria preciso usar o modelo de previsão para estimar o aumento do risco de queimadas na região.

Ao mesmo tempo, as águas do Atlântico Norte tropical estão mais frias que a média, o que deve levar a maiores volumes de chuva no oeste da floresta, que ocupa partes da Bolívia e do Peru, além do Brasil.

A temporada de incêndios da floresta começa em maio, tem o pico em setembro e termina em janeiro. Pelo modelo, as condições da Amazônia no fim do período chuvoso impactam nas queimadas durante o período seco. Em geral, o aumento das temperaturas das águas dos oceanos no período úmido leva à redução das chuvas e da umidade dos solos no início da estação seca. E condições mais secas na Amazônia levam à queimadas mais severas ao final da estação de estiagem.

Outra informação. levada em conta pelo modelo de previsão, é a quantidade de águas subterrâneas na região. Este ano, o risco de incêndios vem acompanhado de uma seca severa nas regiões Nordeste e Sudeste do Brasil, onde informações de satélites mostraram uma contínua redução no volume das chuvas e diminuição da água subterrânea, associada a precipitações abaixo da média.

O modelo de previsão de gravidade de queimadas na região amazônica foi desenvolvidos por um grupo de cientistas da Universidade da Califórnia com a NASA em 2011. As previsões passaram a ser divulgadas em 2012, e com exceção da previsão de 2013, foram bem precisas. Para desenvolver o modelo, os cientistas compararam informações históricas de queimadas coletadas por satélites com dados da temperatura do Pacífico tropical e do Atlântico Norte, obtidas pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos.

Editor Maria Claudia

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