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Protótipo foi vencedor de concurso de design
Em tempos de escassez de água em boa parte do mundo, empreendedores são desafiados a criar soluções capazes de ao menos minimizar o problema.

Esse é o caso de Simin Qiu, estudante da conceituada escola de artes Royal College of Art de Londres, que projetou uma torneira que economiza até 15% de água e que faz isso por meio de jatos de água em formas geométricas e espiraladas.

O efeito que, além de belo, economiza água, ocorre devido ao interior da invenção, construída com turbinas duplas e bicos que formam os desenhos e ainda possui limitadores que diminuem a vazão, apenas fornecendo a quantidade certa e necessária de água.

Segundo o portal My Modern Met, os relevos em taças de cristais foram a inspiração para a escolha dos desenhos (que são de três tipos diferentes) liberados pela água.

O projeto de Simin Qiu foi o protótipo vencedor do prêmio IF Design 2014. Mas caso venha a ser viabilizado em escala comercial, não duvide que no futuro esse tipo de torneira estará disponível na casa de material de construção mais próxima de você.

Fonte: EcoD

Ela faz uso da maior inimiga de engenheiros e arquitetos, a vorticidade

Uma empresa espanhola chamada Vortex Bladeless propõe uma nova maneira de gera energia eólica diferente da convencional. Trata-se do Vortex, uma turbina eólica sem pás (ou hélices) parecida com um "canudo gigante" que veio, segundo seus criadores, para mudar o mundo da energia renovável.

A ideia surgiu depois que David Suriol acompanhou um vídeo da Tacoma Narrows Bridge oscilando com a força do vento.

A aparência pode enganar, mas mesmo sem as hélices o Vortex consegue transformar brisas de ar em energia, mas de maneira diferente. Em vez de usar o movimento circular que as pás fazem, a nova turbina utiliza a chamada vorticidade, um efeito aerodinâmico que produz o padrão de vórtices giratórios. A vorticidade tem sido considerada a maior inimiga dos arquitetos e engenheiros, que tentam ao máximo trabalhar ao redor desses turbilhões de vento em certos tipos de construções. No entanto, os fundadores da Vortex Bladeless, David Suriol, David Yáñez, e Raul Martín, viram nisso uma oportunidade.

O formato do Vortex foi desenvolvido para garantir que os ventos giratórios percorram, em sincronia, toda a expansão do mastro, de modo a obter uma boa performance.

Seu protótipo atual é feito de fibra de vidro e fibra de carbono, que permite que ele vibre o máximo possível. Na base do cone, foram colocados dois imãs repelentes, que agem como um motor não elétrico. Quando o cone oscila para um lado, os imãs o puxam para outra direção, como um pequeno impulso no seu movimento sem precisar contar com a velocidade do vento. Essa energia cinética é então convertida em eletricidade por um alternador que multiplica a frequência da oscilação do mastro para melhorar a eficiência da obtenção de energia.

Os criadores se orgulham do fato da turbina não precisar de engrenagens, parafusos ou peças mecânicas, já que isso diminui o preço de produção e manutenção da turbina. Segundo eles, a versão mini de 12 metros pode capturar 40% da energia do vento em condições ideais (41 km/h). Baseando-se em testes em campo, o mini captura 30% menos do que as turbinas eólicas tradicionais, mas é compensado pelo seu tamanho, ou seja, você pode colocar o dobro de turbinas Vortex mini no mesmo lugar de uma turbina tradicional. De acordo com a empresa, a turbina custaria 51% menos que as turbinas tradicionais, cujos maiores custos vem das pás e sistemas de suporte.

O novo modelo também é silencioso e mais seguro para os pássaros. Com as turbinas tradicionais, milhares de animais acabam morrendo anualmente em todo o mundo.

A empresa já conseguiu arrecadar um milhão de dólares de capital privado e de financiamento do governo. A tecnologia ainda tem que avançar muito para poder chegar ao consumidor. No entanto, eles dizem que sua versão mini pode estar pronta em 2016. Segundo a Wired, Suriol diz que não há nada de errado com as turbinas tradicionais, até garante que são ótimas máquinas, mas que eles estão apenas propondo uma maneira nova e diferente de se obter energia eólica.


Fonte: Wired

© Creative Commons / Jon Connell / Flickr

AUSTRÁLIA: LORD HOWE, LADY ELLIOT E AS ILHAS MAIS BONITAS DO PAÍS

Além de ser dona de uma das cidades mais amigáveis do mundo, a Austrália possui diversas ilhas incríveis, a maioria delas possíveis de serem visitadas e ambientalmente preservadas. O país conta também com um dos melhores lugares para se admirar a primavera do mundo, a festa das flores na cidade de Camberra.

Atividades turísticas são o que não faltam na Austrália. Para quem quer viajar para fazer compras, a cidade de Melbourne é considerada a mais fashionista do país e é cercada de lojas de estilistas locais, além de possuir um dos maiores museus da Oceania e o que detém o maior teto de vidro do mundo, o National Gallery of Victoria. Já quem prefere um passeio mais cultural, a cidade de Sidney, é a mais amigável do mundo para receber turistas e conta com diversas galerias e parques, como a Galeria de Artes de Nova Gales do Sul e o Blaxland Riverside Park, considerado um dos playgrounds mais legais do planeta.

Que tal uma visita as ilhas mais bonitas do país? Situadas muito próximas a cidade de Queenslândia, vale esticar a viagem e conhecer algum desses locais a exemplo de regiões quase totalmente preservadas como a Ilha Moreton e a Lord Howe.

© Shutterstock

ILHA MORETON, QUEENSLÂNDIA

O Parque Nacional de Moreton ocupa cerca de 95% da ilha e está a aproximadamente uma hora de barco da cidade de Brisbane. Os outros 5% do território abrigam o Tangalooma Island Resort, único local da ilha onde é permitido alimentar os golfinhos. É na ilha que está localizada a maior duna de areia do mundo, o Mount Tempest, nela você pode fazer passeios de jeep 4x4 e descer as dunas de tobogã

© Shutterstock

ILHA FRASER, QUEENSLÂNDIA

A Fraser é considerada a maior ilha de areia do mundo e Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO. Um terço de seu território é intocado pelo homem e faz parte do Parque Nacional Great Sandy. Devido a isso, é proibido a entrada de carros sem licença especial no local ou acampar fora dos locais demarcados. Um dos principais atrativos de Fraser, além das trilhas, é a migração das baleias jubarte, que ocorre entre os meses de agosto e setembro

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ILHA ROTTNESS, AUSTRALIA OCIDENTAL

Muito próxima da cidade de Perths, apenas três horas de ferryboat, a ilha tem esse nome por ser casa do quokka, um marsupial nativo da ilha. Sua arquitetura é toda datada do século XIX e suas casas coloniais são uma viagem no tempo. Passeios de barco levam o turista a conhecer baleias, golfinhos e tartarugas, enquanto as trilhas apresentam os cangurus aos 

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ILHA STRADBROKE, QUEENSLÂNDIA

Conhecida como a segunda maior ilha de areia do mundo, a Stradbroke tem ótima infraestrutura para receber os turistas, apesar da maioria de seus visitantes tirarem só um dia para conhecê-la, vindos de Brisbane e Queensland. O local é cercado de atividades, sendo que a maior parte delas inclui passeios voltados para a natureza, a exemplo do Moreton Bay Marine Park, que preserva a biodiversidade da ilha. Além disso, a Stradie, como é chamada pelos moradores locais, oferece também passeios culturais como show de cultura aborigene

© Creative Commons / Calvin Smith / Flickr

ILHA DO NATAL, OCEANO INDICO

A ilha do Natal, localizada no Oceano Índico, é famosa por ser o lar de diversas espécies raras em extinção. É lá que acontece a migração anual dos caranguejos vermelhos, que aparecem na cidade toda. A maior parte da população local é chinesa e a quantidade de turistas que visita a ilha é bem pequena, já que grande parte do local é preservado

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ILHA BRUNY, TASMÂNIA

A ilha Bruny, localizada a sudoeste da Tasmânia, é dividida em duas partes: a sul, mais úmida e arborizada, e a norte, mais seca e coberta por pastagens. Além das praias, a ilha possui outras atividades como caminhadas com guias, passeios de caiaque e de barco, sendo o último com duração de três horas e podendo ainda ver leões marinhos e golfinhos

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ILHA MAGNETIC, QUEENSLÂNDIA

Próxima a cidade de Townsville, a ilha, acessível apenas pelo mar, é moradia de mais de 800 coalas e 189 espécies de pássaros, além da vida marinha. A ilha Magnetic possui diversas atividades durante o dia, todas envolvendo a natureza, que vão desde trilhas a passeios de mergulho. Uma curiosidade é que próximo a ilha fica o SS Yongala, um barco que afundou em 1911, que pode ser visitado por turistas através da empresa de mergulho de mesmo nome, considerada uma das melhores da Austrália

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ILHA LADY ELLIOT, QUEENSLÂNDIA

Também localizada ao sul da Grande Barreira de Corais, a ilha faz parte do Parque Marinho da Grande Barreira de Corais, área de preservação ambiental. Considerada um dos melhores lugares para se praticar mergulho, o local possui além dos lindos recifes, água cristalina. A biodiversidade marinha da Lady Elliot é enorme e tubarões, arraias, baleias e tartarugas são visitas constantes

© Shutterstock

ILHA DE LORD HOWE, NOVA GALES DO SUL

Localizada no mar da Tasmânia, a ilha Lorde Howe é a única do arquipélago que também leva seu nome. Com capacidade para no máximo 400 turistas, o local possui vinte hotéis à disposição. Por ser considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO, Lorde Howe possui 70% da sua área territorial preservada, para que sua fauna e flora sejam mantidas intactas. Acredita-se que no lugar existam mais de 10 espécies de aves em extinção que só existem na ilha

© Creative Commons / Jon Connell / Flickr

ILHA HERON, QUEENSLÂNDIA

A pequena ilha localizada ao sul da Grande Barreira de Corais conta com um único hotel, o Heron Island Resort, e um centro de pesquisa, o Heron Island Research Station, da universidade de Queensland, que estuda a biodiversidade local. A ilha Heron possui também um parque nacional, o Capricornia Cays, que pode ser visitado pelos turistas. As principais atividades do local são os mergulhos de snorkel ou com câmaras de oxigênio. Vale lembrar que Heron tem um atrativo especial: entre os meses de março e outubro, muitas tartarugas chegam a ilha para deixar seus ovos e o hotel leva os hóspedes para ver o nascimento dos animais e ainda ensina sobre a preservação do meio ambiente.

"Caño Cristales" é um rio da Colômbia que está localizado na "Sierra de la Macarena", no município de mesmo nome, no departamento de Meta.

Ele foi chamado de "o rio de cinco cores", "arco-íris derretido" ou mesmo "o rio mais bonito do mundo", porque em suas algas de água doce há sempre um fundo de cores diferentes, passando a sensação de estar de frente à um rio de cinco cores: vermelho, amarelo, verde, azul e preto, principalmente.
é considerado por muitos como o "rio mais bonito do mundo." parece um elogio exagerado, mas ao visita-lo é possível dimensionar a beleza colombiana deste paraíso. Por muitos anos foi totalmente fechada ao turismo. Mas nos últimos anos e, especialmente, em 2013, "Caño Cristales" tem experimentado significativa demanda de viajantes curiosos e ansiosos para ver com seus próprios olhos o rio de cinco cores.



























Atualizado em: 06/01/2018   


      Uma ponte que antes era de madeira situada na China acaba de ser substituída por vidro. Estaagora é, a mais longa passarela com fundo de vidro do mundo, está localizado em Shiniuzhai Geopark em Hunan, e se estende por 300 metros (984f) e é 180m (590f) acima do solo. O piso é feito de vidro de camada dupla, que é 24 milímetros (0.94in), e é declaradamente 25 vezes mais forte que o vidro das janelas normais.

            A ponte tinha sido previamente feita de madeira, ela liga os dois picos de pedra de Buda Mountain, os 11 engenheiros que trabalham 12 horas por dia substituíram a madeira por vidro. Se antes os que atravessavam a antiga ponte de madeira já eram considerados corajosos, agora que seu fundo é de vidro os que fazem esse feito são quase heróis. 









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