Escolha a Categoria

Vagner Campos/ A2 FOTOGRAFIA/Fotos Públicas
Cantareira: o duplo alerta foi feito pelo pesquisador Ricardo Hirata, do Cepas-USP

José Tadeu Arantes, da AGÊNCIA FAPESP


Se utilizadas com critério, as águas subterrâneas podem ser um importante recurso complementar para o enfrentamento da crise hídrica.

No entanto, a perfuração indiscriminada de poços e o consumo excessivo estão levando os aquíferos da Região Metropolitana de Recife ao limite de uma salinização irreversível.

Ao mesmo tempo, os aquíferos da Região Metropolitana de  São Paulo – que poderiam, com baixo investimento e em prazo relativamente curto, proporcionar um aporte adicional de 1 metro cúbico de água boa por segundo – encontram-se subutilizados.

O duplo alerta foi feito pelo pesquisador Ricardo Hirata, do Centro de Pesquisas de Águas Subterrâneas (Cepas-USP) do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo.


Já o estudo sobre a situação de São Paulo foi publicado por ele e colaboradores na Revista DAE, mantida pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo): “Água subterrânea para abastecimento público na Região Metropolitana de São Paulo: é possível utilizá-la em larga escala?”.

Aquíferos de Recife: consumo e salinização

“Na contabilidade oficial, a água subterrânea atende a 13% do abastecimento público da Região Metropolitana de Recife. Mas, quando consideramos os 14 mil poços existentes na região, que cobrem as falhas no fornecimento público, descobrimos que esse número está subestimado. A água subterrânea atende de fato a 28% do consumo”, disse Hirata à Agência Fapesp.

“Milhares de poços foram perfurados sem respeito aos critérios técnicos e sem controle por parte administração pública. Não me refiro apenas poços de pouca profundidade nos bairros pobres, mas também a poços tubulares de mais de 100 metros, os chamados ‘artesianos’, em condomínios ricos como os dos bairros de Boa Viagem e Pina. Em consequência disso, os aquíferos encontram-se agora seriamente ameaçados, com intrusão de água do mar e início de salinização. Se persistir o ritmo atual de bombeamento, os aquíferos poderão estar irremediavelmente perdidos por volta de 2035”, prosseguiu o pesquisador.

Segundo dados levantados pelo Projeto Coqueiral, 70% dos poços de Recife são ilegais.

E a zona sul da região metropolitana, onde reside a população de alta renda, concentra o maior número de poços tubulares privados do país.

Houve um aumento dramático da perfuração durante a grande estiagem de 1997/98.

A situação é agravada pelo comércio de água por meio de carros-pipa, que se tornou um negócio altamente rentável na cidade.

Os proprietários dos veículos enchem os tanques com água de poço e saem vendendo nos condomínios.

“Recife vive a típica ‘tragédia dos comuns’, quando a soma das soluções individuais [perfuração de poços] acarreta um problema para todos [superexploração dos aquíferos]”, comentou Hirata.

O bombeamento desmedido ameaça fazer agora aquilo que uma elevação de quatro metros do nível do mar, ocorrida há cerca de 5 mil anos, não conseguiu fazer: salinizar os aquíferos.

“Fizemos a datação da água dos aquíferos profundos por meio do teste do carbono 14 [que estabelece a data do material pela proporção entre os isótopos 14 e 12 do carbono presentes na amostra]. E descobrimos que essa água é doce e pura há mais de 18 mil anos. Sabemos que, há cerca de 7 mil anos, o mar começou a subir. E atingiu seu nível máximo, quatro metros acima do atual, por volta de 5 mil anos atrás. Mas o decorrente avanço do oceano para o interior da área continental não foi suficiente para alcançar a área de recarga dos aquíferos. Por isso, eles não foram salinizados”, informou o pesquisador.

Essa área de recarga é uma elevação topográfica, de rochas do embasamento cristalino, existente na região serrana que fica a oeste de Recife.

É por ela que as águas das chuvas, que se infiltram no solo, entram nos aquíferos. Se, no último grande avanço, o mar tivesse chegado até essa região, os aquíferos teriam sido salinizados. Mas isso não aconteceu.

De fato, houve uma salinização em época anterior, há cerca de 120 mil anos, quanto o nível do oceano esteve muito mais alto.

Mas, com a continuidade do processo de recarga, novas águas doces despejadas pelas chuvas foram se infiltrando nos aquíferos ao longo de milênios, empurrando a água salgada através do aquitarde (rochas de baixa permeabilidade, associadas às formações Paraíso e Estiva), até a área de descarga no fundo do mar.

“Existe um movimento natural de oeste para leste. As águas novas entram nos aquíferos na área de recarga, e saem no mar. Esse mecanismo faz com que a idade das águas subterrâneas seja crescente de oeste para leste. Elas são mais jovens perto da serra e mais velhas perto da costa. Mas esse ciclo está sendo comprometido agora pelo bombeamento excessivo, que diminui as cargas hidráulicas da água doce no interior dos aquíferos e possibilita a intrusão da água salgada”, explicou Hirata.

Projeto Coqueiral

Segundo o pesquisador, conduzir o Projeto Coqueiral foi como montar um grande quebra-cabeças.

A pesquisa integrou estudos nas áreas de geologia, hidrogeologia, macrossociologia (urbanização e política institucional de gestão da água), mesossociologia (percepções e participações coletivas no manejo da água) e microssociologia (práticas individuais relativas ao uso da água).

Muitas informações sobre o passado remoto, relativas à evolução do nível do mar ou às variações do clima regional, ficaram registradas nas águas subterrâneas. E foram recuperadas por meio de miríades de análises.

Por exemplo, o conhecimento de que houve uma intrusão de água salgada no passado remoto foi possível porque se sabe que, nos processos de salinização e dessalinização, muito frequentes em aquíferos, existe uma troca de cátions, que fica registrada na água.

Foi esse registro que permitiu constatar a ocorrência de uma salinização do aquífero e de uma posterior “lavagem” (freshening) com água doce.

“Como a última grande ingressão do mar no continente capaz de causar tal salinização aconteceu há 120 mil anos, acreditamos que, desde então, o aquífero está sendo dessalinizado. E, como as águas atuais são doces, e foram datadas pelo carbono 14 com idades variando de 8 a 18 mil anos – portanto, muito anteriores à época da mais recente elevação do nível do mar –, pudemos deduzir que, nessa segunda ocorrência, não houve salinização. Isso é consistente com outro dado, que é o fato de que uma elevação de quatro metros não é suficiente para que o avanço do mar terra adentro chegue até a área de recarga”, detalhou Hirata.

Pela medição da quantidade de gases nobres dissolvidos na água atual, foi possível determinar também qual era a temperatura da água na época da recarga, isto é, a temperatura da água há cerca de 18 mil anos.

“Atualmente, a temperatura média de Recife é de 25,5º C. A temperatura média na época da recarga era 15º C. Ou seja, a região encontrava-se, então, 10 graus mais fria – o que corroborou outras estimativas sobre o clima da época, associado ao final de uma glaciação. Já as idades recentes das águas de aquíferos mais rasos foram confirmadas pela análise de gases CFCs e SF6, presentes somente em águas com menos de 60 anos. Foram muitas variáveis que, medidas, ajudaram a montar o quebra-cabeças”, afirmou o pesquisador.

As águas subterrâneas de Recife estão distribuídas em três grandes estoques: Boa Viagem, um aquífero pouco profundo e livre, vulnerável à salinização e à contaminação, amplamente utilizado pela população pobre; Beberibe, um aquífero profundo e confinado, usado no abastecimento público e industrial; e Cabo, outro aquífero profundo e confinado, usado no abastecimento privado residencial da população de maior poder econômico.

O sobreconsumo atual está salinizando não apenas o aquífero superficial, mas também os aquíferos profundos.

“O bombeamento intensivo tem mudado a direção e o sentido dos fluxos de água subterrâneos. Uma parte da água que chega agora aos aquíferos profundos vem de unidades mais rasas, pela indução da recarga por meio de fluxos verticais descendentes através do aquitarde, e também do oceano, pelo deslocamento horizontal de leste para oeste”, explicou Hirata.

A quantificação desse fenômeno e relação precisa entre a taxa de extração de água e a taxa de recarga com água doce são as variáveis que os pesquisadores pretendem agora determinar, com o aperfeiçoamento da modelagem numérica.

Aquíferos de São Paulo: potencial subutilizado

Assim como em Recife, também na Região Metropolitana de São Paulo existem dois tipos de estoques de água subterrânea: o aquífero sedimentar, localizado em áreas em que o relevo é mais suave; e o aquífero cristalino, que se estende abaixo do aquífero sedimentar e aflora em locais onde o relevo é mais acidentado.

“É essa água subterrânea que também dilui os esgotos lançados nos rios, sustenta a vida aquática e recarrega os reservatórios superficiais de abastecimento público em épocas de estiagem”, informou Hirata.

“Nas áreas de baixa ocupação urbana, mais permeáveis, predomina a recarga natural por chuvas; nas áreas mais impermeabilizadas e de forte urbanização, as fugas das redes públicas de distribuição, da coletora de esgotos e das galerias pluviais podem representar mais de 50% da recarga dos aquíferos”, escreveram os pesquisadores no artigo publicado na Revista DAE.

O volume de água de recarga que se infiltra anualmente nos aquíferos da Bacia do Alto Tietê é estimado em 53 m3/s.

Desse montante, 33 m3/s poderiam ser captados de forma segura por meio de poços profundos, sem interferir no fluxo de base dos rios.

Tal número é quase a metade da atual capacidade instalada do sistema produtor metropolitano, computada em 67,7 m3/s.

A água subterrânea já é intensamente utilizada em algumas áreas, mas sem cumprimento de critérios técnicos e gestão centralizada.

“O último levantamento, realizado em 2009, estimou a existência de 12 mil poços profundos, retirando dos aquíferos cerca de 10 m3/s. Desse total, apenas 4.931 poços encontravam-se cadastrados no Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE). Em função da estiagem dos anos 2013, 2014 e 2015, o ritmo de perfurações foi intenso, especialmente de poços irregulares. E há várias zonas aquíferas com sintomas de superexploração, o que ocorre quando a taxa de bombeamento é maior do que a capacidade do aquífero, criando prejuízos ao recurso, aumentos intoleráveis aos custos da extração ou impactos ecológicos”, afirmou Hirata.

Apesar disso, a maior parte dos aquíferos da Região Metropolitana de São Paulo ainda apresenta capacidade de maior extração.

E, no artigo citado, o pesquisador e seus colaboradores recomendaram ao órgão gestor que novos poços para abastecimento público fossem construídos em áreas subutilizadas, em especial onde já existe estrutura de adução e estocagem de água tratada, como uma estratégia para minimizar os impactos da crise hídrica.

“Evidentemente, o plano de construção deveria valer-se dos melhores recursos técnicos disponíveis, com a utilização de modelos digitais do terreno, imageamentos óptico e acústico das fraturas em poços, medições de velocidades de fluxos etc., resultando em sucesso na locação de poços produtivos. Além disso, uma vez construído, cada poço precisaria ser monitorado continuamente, para se obter a melhor relação entre as vazões necessárias, a exploração segura dos aquíferos e o consumo de energia elétrica, além da identificação de problemas que eventualmente exigissem manutenção. E o gerenciamento de um conjunto de poços estratégicos teria que ser integrado por um sistema automático de operação e controle por telemetria”, sublinhou Hirata.

Qualidade da água

Segundo as contas dos pesquisadores, 180 poços públicos permitiriam oferecer à população um aporte adicional de um metro cúbico de água por segundo, a um custo para construção, operação e manutenção competitivo em relação ao custo de obtenção de novas fontes de água superficial.

“Existe uma falsa percepção de que a água subterrânea da Região Metropolitana de São Paulo é de baixa qualidade devido à contaminação por esgotos, vazamentos de tanques de combustíveis em postos de serviços e infiltração de substâncias químicas em zonas industriais. Mas tais situações restringem-se apenas a determinadas áreas. Milhares de poços tubulares profundos legais existentes receberam outorga de uso porque as análises químicas requeridas demonstraram que a água era potável. De fato, a água subterrânea, especialmente quando captada nas porções mais profundas do aquífero, é melhor protegida da poluição do que a água dos reservatórios superficiais”, ponderou o pesquisador.

“Além disso, quando bem captadas, as águas subterrâneas dispensam tratamento químico, obrigatoriamente utilizado no tratamento de águas superficiais. E não geram resíduos sólidos – o que torna sua gestão muito menos custosa”, acrescentou.

Reprodução/ Youtube
Chuveiro Showerloop: o truque está no processo de reaproveitamento da água, que passa por várias etapas de limpeza depois de escoar pelo ralo

Dayane Saleh, da Superinteressante

Batizado de Showerloop, o chuveiro permite tomar banho sem se preocupar com o consumo de água - porque ela é reaproveitada.

Ao contrário de outros chuveiros ecológicos, que coletam água mas a utilizam para outros fins (como acionar a descarga da privada), no Showerloop a água volta para o próprio banho.

Os criadores do produto dizem que, graças a isso, é possível tomar banho por quanto tempo você quiser, gastando apenas dez litros de água - mesma quantidade que os chuveiros comuns gastam a cada minuto de uso. 

O truque está no processo de reaproveitamento da água, que passa por várias etapas de limpeza depois de escoar pelo ralo.

A primeira é uma tela, que retém fios de cabelo. Em seguida, a água passa por um filtro de microfibra, uma camada de areia e outra de carvão ativado, que supostamente eliminam as partículas de sabão.

Por fim, a água é esterilizada por uma lâmpada de luz ultravioleta, e bombeada novamente para o chuveiro. 

Segundo o fabricante, outro ponto positivo é a economia de energia elétrica.

Como a água já foi esquentada no momento em que se abriu o registro do chuveiro, gasta-se menos para mantê-la na temperatura ideal.

O produto está sendo lançado na Europa este mês, em um kit que custa 1.500 euros (custo de instalação à parte).

© Fornecido por AFP 
Um novo olhar para os dados mais recentes de satélite de 2002 a 2014 mostram os mares se expandindo cerca de 1,4 milímetro por ano

Com o derretimento das geleiras devido à mudança climática, uma Terra cada vez mais quente e ressecada absorve um pouco dessa água em seu interior, retardando o aumento do nível do mar - é o que afirmam especialistas da Nasa nesta quinta-feira.

Medições de satélite durante a última década mostraram pela primeira vez que os continentes da Terra têm absorvido e armazenado um extra de 3,2 trilhões de toneladas de água nos solos, lagos e aquíferos subterrâneos, disseram os especialistas em um estudo publicado na revista Science.

Este armazenamento abrandou temporariamente a taxa de aumento do nível do mar em cerca de 20 por cento, disse o estudo.

"Nós sempre achamos que a dependência crescente de água subterrânea para irrigação e consumo estava resultando em uma transferência líquida de água da terra para o oceano", afirmou J.T. Reager do Jet Propulsion Laboratory da Nasa, principal autor do trabalho.

"O que nós não havíamos percebido até agora é que ao longo da última décadas as mudanças no ciclo global da água mais do que compensaram as perdas que ocorreram a partir de bombeamento de águas subterrâneas, levando a Terra a agir como uma esponja - pelo menos temporariamente".

O ciclo global da água envolve o fluxo de umidade, da evaporação sobre os oceanos à queda da chuva, à enxurrada e rios que voltam para o oceano.

A quantidade do efeito que este armazenamento teria no aumento do nível do mar permanece desconhecida até agora, já que não existem instrumentos terrestres que podem medir tais mudanças em todo o planeta.

Os dados mais recentes vieram de um par de satélites da Nasa, lançados em 2002 - conhecidos como Gravity Recovery and Climate Experiment (GRACE).

Os pesquisadores descobriram que os "ganhos de água sobre a terra foram espalhados globalmente, mas se considerados conjuntamente equivalem ao volume do Lago Huron, sétimo maior lago do mundo", disse um comunicado da Nasa.

Os pesquisadores disseram que os resultados irão ajudar os cientistas a calcular melhor as mudanças do nível do mar nos próximos anos.

"Estes resultados vão levar a um refinamento dos orçamentos nível global do mar, tais como os relatórios apresentados no Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), que reconhecem a importância das mudanças provocadas pelo clima na hidrologia, mas foram incapazes de incluir qualquer estimativa confiável da sua contribuição para as alterações do nível do mar", disse o autor sênior Jay Famiglietti, professor da Universidade da Califórnia, em Irvine.

"Mas vamos precisar de um registro de dados por muito mais tempo para compreender plenamente a causa subjacente dos padrões e se eles vão persistir".

AFP

A Bielorrússia é um país com uma história em grande parte desconhecida para muitos ocidentais. Felizmente, o fotógrafo Alex Ugalek mostra parte da beleza do interior bielorrusso nesta série de imagens mágicas.

Intitulado "poesia matutina" de acordo com alguns, o "Returno da Magenta" de acordo com outros. Segundo Ugalek, a primeira vez que teve uma câmera estava na quarta série, quando ele comprou uma muito barata para ir pescar.












Mais informações: Instagram | LiveJournal | PhotoCentra (via: thisisnthappiness)

Eles dão exemplo de cuidado com o ambiente e as pessoas

Thinckstock

Quais são os países mais sustentáveis  do mundo? Que melhor cuidam de seus recursos naturais, garantindo a vitalidade dos ecossistemas, além de saúde e bem estar para a população? A resposta está no Environmental Performance Index (EPI), ranking bienal elaborado por uma equipe de especialistas das universidades americanas de Yale e de Columbia.
Em sua mais recente edição, lançada neste fim de semana no Fórum Econômico Mundial de Davos, o ranking classificou 180 países com base em 20 indicadores distribuídos por 9 categorias: critérios de saúde ambiental; poluição do ar; recursos hídricos;biodiversidade e habitat; recursos naturais; florestas;energia e clima, entre outros. E cada categoria possui pesos diferentes.
Brasil
Publicidade
O Brasil apresentou uma melhora notável em relação à edição 2014, saindo da 77ª posição para a 46ª no ranking.  O país somou 78.90 pontos de 100, ainda distante da líder, a Finlândia, que fez 90.68 pontos.
Na análise por categoria, o país apresentou melhor desempenho no quesito qualidade do ar, com 91.78 pontos. Mas se saiu pior na preservação de recursos florestais, levando apenas 37.86 de 100 pontos, o que coloca o Brasil em 83º lugar entre os países que melhor cuidam de suas florestas.
Veja nas fotos as nações que dão exemplo de cuidado com o ambiente e com as pessoas. 

1. Finlândia (90.68 pontos)

Thinckstock 

População: 5.4 milhões
PIB per capita: US$ 49.414,00

CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat96.9319
Florestas17.37106
Clima e Energia90.218
Recursos Pesqueiros72.878
Agricultura85.8987
Recursos Hídricos93.5218
Água e Saneamento98.5726
Impactos na Saúde99.354
Qualidade do Ar93.7718

2. Islândia (90.51 pontos)

Thinckstock 

População: 320 mil
PIB per capita: US$ 45.661,00 
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat66.04129
Florestas----
Clima e Energia96.43
Recursos Pesqueiros57.2738
Agricultura88.8981
Recursos Hídricos88.232
Água e Saneamento99.2920
Impactos na Saúde99.683
Qualidade do Ar97.044

3. Suécia (90.43 pontos)

Thinckstock
População: 9.6 milhões
PIB per capita: US$ 62.619,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat88.7657
Florestas16.32107
Clima e Energia92.7310
Recursos Pesqueiros50.8263
Agricultura10031
Recursos Hídricos96.0812
Água e Saneamento99.5716
Impactos na Saúde99.035
Qualidade do Ar99.2622

4. Dinamarca (89.21 pontos)

Thinckstock 
População: 5.61 milhões
PIB per capita: US$61.841,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat97.617
Florestas28.0896
Clima e Energia88.6724
Recursos Pesqueiros23.06128
Agricultura96.6356
Recursos Hídricos95.7213
Água e Saneamento99.7112
Impactos na Saúde96.1914
Qualidade do Ar86.9857

5. Eslovênia (88.98 pontos)

Snowdog/Creative Commons 
População: 2.06 milhões
PIB per capita: US$22.991,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat1008
Florestas84.7115
Clima e Energia82.237
Recursos Pesqueiros----
Agricultura92.0574
Recursos Hídricos87.833
Água e Saneamento97.8329
Impactos na Saúde88.8635
Qualidade do Ar78.26100

6. Espanha (88.91 pontos)

Thinckstock 
População: 46.62 milhões
PIB per capita: US$29.480,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat96.7320
Florestas41.579
Clima e Energia81.8340
Recursos Pesqueiros45.0581
Agricultura78.2103
Recursos Hídricos97.528
Água e Saneamento99.9310
Impactos na Saúde92.524
Qualidade do Ar91.2733

7. Portugal (88.63 pontos)

Thinkstock
População: 10.46 milhões
PIB per capita: US$ 20.959,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat95.7822
Florestas0119
Clima e Energia90.8216
Recursos Pesqueiros54.0351
Agricultura10026
Recursos Hídricos85.439
Água e Saneamento99.7911
Impactos na Saúde96.513
Qualidade do Ar93.3621

8. Estônia (88.59 pontos)

Thincks 
População: 1.32 milhão
PIB per capita: US$18.841,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat1004
Florestas22.2102
Clima e Energia76.5858
Recursos Pesqueiros56.4745
Agricultura1008
Recursos Hídricos90.925
Água e Saneamento95.4434
Impactos na Saúde97.4410
Qualidade do Ar92.924

9. Malta (88.48 pontos)

Thinckstock 
População: 420 mil
PIB per capita: US$ 22.191,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat93.9829
Florestas----
Clima e Energia84.7929
Recursos Pesqueiros82.366
Agricultura49.75141
Recursos Hídricos89.3729
Água e Saneamento1006
Impactos na Saúde83.6852
Qualidade do Ar94.8111

10. França (88.20 pontos)

Thinckstock 
 População: 65.94 milhões
PIB per capita: US$ 43.073,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat99.5210
Florestas55.0560
Clima e Energia80.1247
Recursos Pesqueiros60.7531
Agricultura98.7942
Recursos Hídricos92.4121
Água e Saneamento99.2221
Impactos na Saúde88.2537
Qualidade do Ar82.4384

11. Nova Zelândia (88 pontos)

Wikimedia Commons
População: 4.44 milhões
PIB per capita: US$ 40.318,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat92.7539
Florestas32.2787
Clima e Energia83.6932
Recursos Pesqueiros27.89122
Agricultura65.32127
Recursos Hídricos90.5226
Água e Saneamento1007
Impactos na Saúde97.769
Qualidade do Ar95.677

12. Reino Unido (87.38 pontos)

Thinckstock 
População: 64.11 milhões
PIB per capita: US$ 42.098,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat98.9812
Florestas30.3694
Clima e Energia84.5330
Recursos Pesqueiros22.91129
Agricultura61.28130
Recursos Hídricos98.944
Água e Saneamento99.518
Impactos na Saúde95.2616
Qualidade do Ar86.7862

13. Austrália (87.22 pontos)

GordonBellPhotography/ThinkStock 
População: 23.13 milhões
PIB per capita: US$ 64.097,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat87.1868
Florestas33.9289
Clima e Energia62.8182
Recursos Pesqueiros39.692
Agricultura83.991
Recursos Hídricos97.887
Água e Saneamento1001
Impactos na Saúde1001
Qualidade do Ar96.135

14. Singapura (87.04 pontos)

Thinckstock 
 População: 5.4 milhões
PIB per capita:US$53.363,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat72.26118
Florestas----
Clima e Energia95.445
Recursos Pesqueiros64.2122
Agricultura----
Recursos Hídricos1001
Água e Saneamento1008
Impactos na Saúde80.2663
Qualidade do Ar87.854

15. Croácia (86.98 pontos)

Divulgação / Trivago / Tambako The Jaguar – Flickr
População: 4.26 milhões
PIB per capita: US$13.017,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat98.9613
Florestas81.3123
Clima e Energia85.2328
Recursos Pesqueiros65.3518
Agricultura92.0570
Recursos Hídricos83.7543
Água e Saneamento95.8730
Impactos na Saúde87.6539
Qualidade do Ar75.59114

16. Suíça (86.93 pontos)

Thinkstock 
População: 8.09 milhões
PIB per capita: US$88.815,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat90.4349
Florestas83.9617
Clima e Energia82.5335
Recursos Pesqueiros----
Agricultura94.0663
Recursos Hídricos98.236
Água e Saneamento99.939
Impactos na Saúde79.3166
Qualidade do Ar72.09127

17. Noruega (86.90 pontos)

Wikimedia Commons 
População: 5.08 milhões
PIB per capita: US$ 105.266,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat82.280
Florestas66.8543
Clima e Energia57.1291
Recursos Pesqueiros93.891
Agricultura63.01128
Recursos Hídricos93.8917
Água e Saneamento98.8624
Impactos na Saúde1002
Qualidade do Ar94.5912

18. Áustria (86.64 pontos)

Kevin Poh/Flickr/Creative Commons 
População: 8.48 milhões
PIB per capita: US$ 50.372,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat93.3336
Florestas56.6362
Clima e Energia78.7650
Recursos Pesqueiros----
Agricultura99.7 39
Recursos Hídricos97.169
Água e Saneamento1002
Impactos na Saúde87.0441
Qualidade do Ar72.19125

19. Irlanda (86.60 pontos)

Thinckstock 
População: 4.6 milhões
PIB per capita: US$ 42.671,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat90.5147
Florestas20.34104
Clima e Energia91.1912
Recursos Pesqueiros26.5123
Agricultura75.79109
Recursos Hídricos84.9940
Água e Saneamento94.0238
Impactos na Saúde98.397
Qualidade do Ar94.3913

20. Luxemburgo (86.58 pontos)

WolfgangStaudt/Flickr/Creative Commons 
População: 540 mil
PIB per capita: US$ 72.005,00
CategoriasPontuação/100Ranking na categoria/180
Biodiversidade e Habitat1006
Florestas----
Clima e Energia74.0565
Recursos Pesqueiros----
Agricultura54.6134
Recursos Hídricos99.33
Água e Saneamento98.5727
Impactos na Saúde85.5246
Qualidade do Ar82.5483

MKRdezign

Fale com o Panorama Eco

Nome

E-mail *

Mensagem *

Imagens de tema por Nikada. Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget