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O prazo para participar na edição 2016 dos prêmios de fotografia "Comedy Wildlife" (aqui você pode ver a edição de 2015) terminou em 1 de Outubro, e ao escolher os vencedores, queremos mostrar os participantes que mais se destacaram esse ano.

1.
Fonte: Angela Bohlke

Este evento anual visa mostrar o lado divertido da natureza, mas também quer promover a conservação. 

2.
Fonte: Mary Swaby

Eles trabalham ao lado da fundação Born Free para o bem-estar animal e conservação, e agir em todo o mundo para salvar vidas e proteger as espécies selvagens.

3.

Fonte: Edward Kopeschny

Os prêmios deste ano serão divididos em 6 categorias divertidas. Quem você acha que vai ganhar?

4.
Fonte: Anup Doodhar

5.
Fonte: Murray Mcculloch

6.

7.
Fonte: Tom Stables

8.
Fonte: Barb D’Arpino

9.
Fonte: Olivier Steiner

10.
Fonte: Barb D’Arpino

Mais informações: comedywildlifephoto.com

© Fornecido por New adVentures, Lda.

O movimento das placas tectônicas da superfície da Terra fez a Austrália mudar de lugar. O país foi “carregado” para o norte e sua localização nos mapas e GPSs terá que ser corrigida.

De acordo com a Folha de S.Paulo, as placas que estão sob a Austrália se movimentam com muita velocidade, deslocando o país ao norte 6,85 centímetros a cada ano, com uma micro rotação em sentido horário. Segundo os padrões geológicos, essa movimentação é acontece com muita velocidade.

Apesar da movimentação as pessoas não conseguem sentir, ao contrário do Sistema de Posicionamento Global (GPS). Diante disso, as longitudes e latitudes da Austrália serão reconfiguradas.

Como se forma a chuva ácida, problemas ambientais, clima, poluição do ar, combustíveis fósseis, gases tóxicos


O que é chuva ácida

É um tipo de precipitação pluviométrica com presença de gases poluentes (derivados da queima de combustíveis fósseis) misturados com água, formando compostos ácidos (ácido sulfúrico e nítrico, por exemplo).

Formação e efeitos 

Ela é formada por diversos ácidos como, por exemplo, o óxido de nitrogênio e os dióxidos de enxofre, que são resultantes da queima de combustíveis fósseis. Quando chegam à terra no formato de chuva ou neve, estes ácidos danificam o solo, as plantas, as construções históricas, os animais marinhos e terrestres etc. A chuva ácida pode até mesmo causar o descontrole de ecossistemas, ao exterminar algumas espécies de animais e vegetais. Causando a poluição de rios e fontes de água, a chuva pode também prejudicar diretamente a saúde das pessoas, provocando doenças do sistema respiratório.

Este fenômeno tem crescido significativamente nos países em processo de industrialização como, por exemplo, Brasil, Rússia China, México e Índia. A setor industrial destes países tem crescido muito, porém de forma descontrolada, afetando negativamente o meio ambiente. Nas décadas de 1970 e 1980, na cidade de Cubatão (litoral de São Paulo) a chuva ácida causou muitos danos ao meio ambiente e aos moradores. Os ácidos poluentes lançados no ar pelas empresas, estavam causando muitos problemas de saúde na população da cidade. Foram relatados casos de crianças que nasciam sem cérebro ou com outros problemas físicos. A chuva ácida também causou desmatamentos significativos na Mata Atlântica na região da Serra do Mar.

Estudos feitos pela WWF (Fundo Mundial para a Natureza) indicaram que nos países ricos o problema também ocorre. No continente europeu, por exemplo, estima-se que 40% dos ecossistemas estão sendo danificados pela chuva ácida e outros tipos de poluição.


Curiosidade:

- O termo chuva ácida foi usado pela primeira por Robert A Smith, na Inglaterra durante a Revolução Industrial (meados do século XIX).



No dia 8 de agosto segunda-feira , a humanidade superou o orçamento do meio ambiente para o ano, passando a operar no vermelho. Em oito meses, esgotamos todos os recursos que a Terra é capaz de oferecer de forma sustentável no período de um ano, desde a filtragem de gás carbônico (CO2) da atmosfera até a produção de matérias-primas para fabricação de bens de consumo.

A conta é do Global Footprint Network (GFN), uma organização de pesquisa que mede a pegada ecológica das atividades humanas no mundo. Até o fim 2016, teremos consumido 1,6 planetas Terra, um apetite absolutamente insustentável no longo prazo.

A diferença entre a capacidade de regeneração do planeta e o consumo humano gera um saldo ecológico negativo que vem se acumulando desde a década de 80, também estimulado pelo crescimento populacional - já somos 7 bilhões de habitantes no mundo e até o final do século, seremos 11 bilhões.

Pior, entramos no vermelho cada vez mais cedo. Vinte anos atrás, o "Dia da Sobrecarga da Terra" acontecia em 10 de Outubro. Mas em 1975, era 28 de Novembro. No ano passado, foi em 13 de agosto. Agora, entramos no vermelho no dia 08.

Se continuarmos no ritmo atual, vamos consumir o equivalente a dois planetas até 2030, antecipando ainda mais o "Dia da Sobrecarga", para junho, segundo o estudo.

Juros pesados

À medida que aumenta nosso consumo, cresce a nossa dívida ecológica. Em termos planetários, os resultados dos juros que pagamos se tornam mais claros a cada dia.

Eles se traduzem na perda de bens e serviços ambientais, desequilíbrio climático, na redução de florestas, perda de biodiversidade, colapso de recursos pesqueiros, escassez de alimentos, redução da produtividade do solo e acúmulo de gás carbônico na atmosfera. Este último é uma preocupação constante por conta das mudanças climáticas.

Atualmente, mais de 80 por cento da população mundial vive em países que usam mais do que seus próprios ecossistemas sçao capazes de renovar. Estes países "devedores ecológicos" ou esgotam de uma vez seus próprios recursos ecológicos ou os obtém de outro lugar.

Residentes do Japão, por exemplo, consomem recursos de 7,4 “Japãos”. São necessárias 2,2 "Estados Unidos” para abastecer a população americana. Já a China usa os recursos ecológicos de 3,6 “Chinas".

A imagem abaixo mostra quantos países são necessários para suprir a demanda de seus cidadãos:

Claro que nem todos os países exigem mais do que seus ecossistemas podem fornecer, mas até mesmo os chamados "credores ecológicos", como o Brasil, Indonésia e Suécia, estão diminuindo ao longo do tempo.

A mensagem é clara. Está cada vez mais difícil - e perigoso - sustentar um déficit orçamentário crescente entre o que a natureza é capaz de fornecer e o quanto nossa infraestrutura, economias e estilos de vida exigem. É hora de organizar as contas e rever os gastos.

Vanessa Barbosa - EXAME.com

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A maior cachoeira da Europa tem nada menos que 32 metros de altura e 70 metros de largura

Brasileiro que é brasileiro está acostumado com calor e praia. Talvez por isso a Islândia, considerada um dos destinos mais frios e remotos do mundo, nem sempre esteja no roteiro de quem vem de um país tropical. Mas os cenários inacreditavelmente incríveis, aliados a belezas naturais de tirar o fôlego, podem fazer com que muita gente do Brasil queira ir agora mesmo para a Islândia. Se você nunca ouviu falar da Gullfoss Waterfall esteja preparado para ver do que a natureza é capaz.

A queda d´água de Gullfoss está situada na região de Sudurland, no sul do país, a 100 quilômetros de Reiquiavique. A cachoeira, que leva as águas do rio Hvitá, vindas do glaciar Langjökull, tem nada menos que 32 metros de altura e 70 metros de largura. A catarata Dourada, como é conhecida, faz parte do circuito turístico que parte de Reykjavík, juntamente com o Parque Nacional de Thingvellir.

Considerada a maior cachoeira da Europa, Gullfoss Waterfall é linda em qualquer época do ano. Ao visitar a queda d´água é possível ver e entender de perto toda a força e esplendor da natureza, que não economiza em beleza.

Curtiu a Gulfoss? Então confira, a seguir, fotos deste espetáculo da natureza na Islândia!

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A queda d´água de Gullfoss está situada na região de Sudurland, no sul do país, a 100 quilômetros de Reiquiavique

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A cachoeira, que leva as águas do rio Hvitá, vindas do glaciar Langjökull, tem nada menos que 32 metros de altura e 70 metros de largura

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A catarata Dourada, como é conhecida, faz parte do circuito turístico que parte de Reykjavík, juntamente com o Parque Nacional de Thingvellir

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Ela é considerada a maior cachoeira da Europa

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Gullfoss Waterfall é linda em qualquer época do ano

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Ao visitar a queda d´água é possível ver e entender de perto toda a força e esplendor da natureza

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Gullfoss não economiza em beleza

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Gullfoss está entre os cenários inacreditavelmente incríveis da Islândia

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E aí, curtiu a Gulfoss? Que tal incluir esse espetáculo da natureza no próximo roteiro de viagem?

pureviagem.com.br

O plano da Ucrânia é transformar o lugar do desastre em uma enorme fonte de energia. Falta encontrar quem esteja disposto a colocar dinheiro nisso.

O desastre de Chernobyl ainda custa caro para a Ucrânia. A radiação na região poder demorar mais 24 mil anos para chegar a níveis seguros. Hoje o governo gasta até 7% dos impostos para garantir o isolamento e a segurança de uma região maior que um Parque do Ibirapuera e meio.

A Ucrânia já aceitou que a Zona de Exclusão não vai servir de moradia, plantação e nem madeireira tão cedo. A nova proposta é criar uma enorme usina de energia solar no local do acidente nuclear, capaz de gerar mil megawatts de potência, suficiente para abastecer uma média de 164 mil residências. Se fosse terminada hoje, seria a maior planta solar da história.

Pela localização, os painéis poderiam ajudar a manter "ligada" parte da cidade de Kiev, o maior centro urbano do país, que também é o que consome mais energia.

A Chernobyl Solar ainda tem que ultrapassar alguns desafios para se tornar realidade. O primeiro passo é aprovar uma lei amplie o acesso e o uso da Zona de Exclusão - a primeira versão dessa legislação já está passando pelo Parlamento ucraniano.

Depois, é uma questão de dinheiro. O custo total da instalação da planta solar deve passar dos R$ 3 bilhões e a Ucrânia quer atrair investidores dispostos a financiar o projeto. Como a região está abandonada, o custo do terreno é extremamente baixo. Além disso, a instalação poderia tirar vantagem dos cabos de transmissão de alta voltagem que já estão instalados por conta da antiga usina nuclear.

Chernobyl fica no norte da Ucrânia, que recebe bem menos luz solar que a porção sul do país. Mas o país como um todo ainda recebe bem mais radiação solar que a Alemanha, que é líder europeia em energia renovável. Além das possibilidades energéticas, outra etapa decisiva vai ser a avaliação dos riscos por parte dos investidores: afinal, eles precisam se comprometer com a segurança das equipes de construção que vão instalar os painéis solares.

Acima dos aspectos técnicos, porém, a Ucrânia tem divulgado o projeto como o renascimento de Chernobyl e um esforço para que nada parecido volte a se repetir. Ainda hoje, metade da energia do país vem de usinas nucleares. Já as novas instalações em Chernobyl seriam o primeiro passo para "limpar" a matriz energética. O plano é que, até 2020, 11% da energia ucraniana venha de fontes renováveis. 

Ana Carolina Leonardi - Superinteressante

Secas prolongadas, altas temperaturas, quebra de safras agrícolas, perda de biodiversidade...A lista de problemas associados ao aquecimento global é extensa - e não para de crescer. Um novo efeito preocupante do fenômeno? O aumento da salinidade da água do mar.

Em estudo recente publicado na revista Scientific Reports, pesquisadores observaram que o aumento da temperatura tem um poderoso impacto sobre a evaporação ao longo da costa, o que, por sua vez, torna a água do mar mais salgada.

Os cientistas enxergam com preocupação esse processo, especialmente nas zonas costeiras, que suportam uma rica variedade de criaturas marinhas e de plantas. O estudo foi realizado pelo Centro de Recursos Naturais e Desenvolvimento (CNRDP) do New Jersey Institute of Technology.

"A evaporação é um importante motor de fluxo de água e salinidade subterrâneas, e os animais, tais como mexilhões e caranguejos são afetados por mudanças de salinidade. Se a concentração é muito alta ou muito baixa, eles vão se afastar", observa Xiaolong Geng, principal autor do estudo.

As taxas de evaporação - e salinidade - são determinadas principalmente pela temperatura e umidade relativa do ar, enquanto os fluxos de maré e de ondas ajudam a diluir o teor de sal de uma praia.

Neste estudo, os cientistas analizaram os efeitos da evaporação sobre o fluxo das águas subterrâneas e sobre a salinidade na zona intertidal da praia (ou zona entremarés), que corresponde à zona do litoral que fica exposta ao ar durante a maré baixa e que permanece submersa durante o resto do tempo.

Na costa de Slaughter Beach, em Delaware, a equipe mediu concentrações de sal de 25 gramas por litro (g / L) na parte mais superficial da água, durante a maré baixa, o que levou os pesquisadores a esperar que a água durante a maré alta teria níveis semelhantes ou mesmo inferiores de salinidade, uma vez que nesses níveis a água do mar avança sobre a terra e se mistura com as águas subterrâneas, menos salgadas.

No entanto, eles descobriram que a salinidade média da chamada zona intertidal superior (a linha da maré alta) foi de 60 g / L, com alguns valores chegando a 100. "Estes níveis elevados só podem ser causados por evaporação, já que não há outro mecanismo para aumentar o sal na água intersticial, que fica presa entre os grãos de sedimentos", disse Xiaolong Geng, principal autor do estudo. 

Os pesquisadores desenvolveram modelos que mostram que o aumento da temperatura associado ao aquecimento global pode alterar drasticamente o padrão de salinidade da água costeira, com graves implicações para animais e plantas.

Vanessa Barbosa - EXAME.com

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