12/03/15

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A floresta abriga o Lago Kaindy, onde as árvores ficam submersas, proporcionando um cenário belíssimo O Cazaquistão - maior país sem costa marítima do mundo e o nono maior do planeta -, pode te surpreender. O lugar que abriga uma plataforma de lançamento de foguetes para o espaço também conta com uma natureza surpreendente. Não é apenas a Nova Zelândia que tem um lago incrível, nem só a selva Amazônica que está cheia de belezas naturais para serem exploradas. A floresta submersa do Lago Kaindy, no Cazaquistão, reserva um cenário inusitado, cheio de vibrações e encantos.Com 400 metros de comprimento, o lago está situado entre as montanhas Tian Shan, a 2 mil metros acima do nível do mar, com profundidades que chegam a 30 metros. Seu surgimento se deu no ano de 1911, após um forte terremoto, chamado Kein, de magnitude 7,7, que atingiu toda a região. O incidente provocou mudanças na estrutura geológica do local, além de deslizamentos de terra que bloquearam um desfiladeiro. A água da chuva, então, acabou formando uma represa, o Lago Kaindy, que inundou as árvores.Mesmo 100 anos após o ocorrido, os pinheiros permanecem submersos e intactos, formando um cenário totalmente diferente de provavelmente tudo que você já viu. A água do lago é tão fria que, mesmo no verão, a temperatura não passa dos seis graus, mas é essa condição térmica que garante a preservação das árvores debaixo d´água. A cor da água pode variar, devido à presença do calcário e de outros minerais, mas permanece sempre cristalina.No inverno, a superfície do Lago Kaindy congela, tornando o lugar ideal para a prática da pesca de trutas e mergulho no gelo. Todos os anos, mergulhares do Cazaquistão e de sua vizinha Rússia se aventuram na experiência de encarar as baixas temperaturas e nadar entre os galhos submersos das árvores.E aí, teria coragem? Se sim, se liga na dica de como chegar lá: O lago fica a 280 quilômetros de Almaty. A melhor opção é ir de carro, mas vale lembrar que, devido às condições da estrada, a viagem leva de cinco a sete horas. Chegando na região, é preciso pagar uma taxa de 500 tenge por pessoa para entrar no Parque Nacional e, caso você queira passar a noite, 700 tenge.Na Foto: A floresta submersa do Lago Kaindy reserva um cenário inusitado cheio encantos

A floresta abriga o Lago Kaindy, onde as árvores ficam submersas, proporcionando um cenário belíssimo

O Cazaquistão - maior país sem costa marítima do mundo e o nono maior do planeta -, pode te surpreender. O lugar que abriga uma plataforma de lançamento de foguetes para o espaço também conta com uma natureza surpreendente. Não é apenas a Nova Zelândia que tem um lago incrível, nem só a selva Amazônica que está cheia de belezas naturais para serem exploradas. A floresta submersa do Lago Kaindy, no Cazaquistão, reserva um cenário inusitado, cheio de vibrações e encantos.

Com 400 metros de comprimento, o lago está situado entre as montanhas Tian Shan, a 2 mil metros acima do nível do mar, com profundidades que chegam a 30 metros. Seu surgimento se deu no ano de 1911, após um forte terremoto, chamado Kein, de magnitude 7,7, que atingiu toda a região. O incidente provocou mudanças na estrutura geológica do local, além de deslizamentos de terra que bloquearam um desfiladeiro. A água da chuva, então, acabou formando uma represa, o Lago Kaindy, que inundou as árvores.

Mesmo 100 anos após o ocorrido, os pinheiros permanecem submersos e intactos, formando um cenário totalmente diferente de provavelmente tudo que você já viu. A água do lago é tão fria que, mesmo no verão, a temperatura não passa dos seis graus, mas é essa condição térmica que garante a preservação das árvores debaixo d´água. A cor da água pode variar, devido à presença do calcário e de outros minerais, mas permanece sempre cristalina.

No inverno, a superfície do Lago Kaindy congela, tornando o lugar ideal para a prática da pesca de trutas e mergulho no gelo. Todos os anos, mergulhares do Cazaquistão e de sua vizinha Rússia se aventuram na experiência de encarar as baixas temperaturas e nadar entre os galhos submersos das árvores.

E aí, teria coragem? Se sim, se liga na dica de como chegar lá: O lago fica a 280 quilômetros de Almaty. A melhor opção é ir de carro, mas vale lembrar que, devido às condições da estrada, a viagem leva de cinco a sete horas. Chegando na região, é preciso pagar uma taxa de 500 tenge por pessoa para entrar no Parque Nacional e, caso você queira passar a noite, 700 tenge.

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Com 400 metros de comprimento, o lago está situado entre as montanhas Tian Shan, a 2 mil metros acima do nível do mar

Mesmo após 100 anos, os pinheiros permanecem submersos e intactos

No inverno, a superfície do Lago Kaindy congela, tornando o lugar ideal para a prática da pesca de trutas e mergulho no gelo

Todos os anos, mergulhares do Cazaquistão e da Rússia se aventuram na experiência de encarar as baixas temperaturas e nadar entre os galhos submersos das árvores

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O planeta está repleto de belezas naturais, mas há alguns lugares que conseguem se destacar em meio a tantas maravilhas. Paisagens que mais parecem ter sido criadas na ficção são bem reais e uma delas fica aqui, no Brasil! Conheça aqui algumas dessas verdadeiras obras de arte da mãe natureza.

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KIRKJUFELL, ISLÂNDIA
Localizada na Península de Snaefellsnes, na Islândia, a montanha Kirkjufell não tem a importância para a formação da ilha como os muitos vulcões locais, mas não há como negar que ela é, disparada, a maravilha natural mais fotogênica do país. Desde a paisagem digna da Terra Média de ‘O Senhor dos Anéis’ até o trio de cachoeiras que alimentam um fluxo de água clara como cristal em seu pé, Kirkjufell possui uma paisagem que mais parece ter saído de um sonho.

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CAÑO CRISTALES, COLÔMBIA
Considerado o rio mais bonito do mundo, o Caño Cristales, na Colômbia é conhecido por lá como “arco-íris derretido”. Ele chama a atenção pela mistura de cores vivas que pode ser observada a cada ano, na transição entre as estações seca e úmida. Nessa época, a diminuição no nível da água e da correnteza faz surgir uma planta aquática chamada macarenia clavigera, que colore o rio com cinco tons que se mesclam na água: vermelho, amarelo, azul, verde e preto.

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GLACIER TAYLOR, ANTÁRTIDA
Exemplo marcante da singularidade da Antártida, o Glacier Taylor “vomita” um fluxo contínuo de água hipersalina rica em ferro sobre a neve ao seu redor. A geleira foi descoberta em 1911 por um explorador chamado Thomas Griffith Taylor, que supôs que o tom avermelhado da fonte era causado por uma forma desconhecida de bactéria. Mas esse fenômeno acontece porque a água rica em ferro entra em contato com o oxigênio, dando à cachoeira uma cor diferente, que conferiu ao lugar o apelido de Cataratas de Sangue.

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FONTES DE BEPPU, JAPÃO
Beppu, no Japão, é um dos pontos mais quentes do planeta. O local possui mais de 2.500 fontes de água borbulhante, mas as principais são oito, popularmente conhecidas como “os oito infernos”. Cada uma possui características distintas, como a Fonte de Sangue e sua água ferrosa, o Inferno Branco, fonte rica em ácido bórico que dá à água uma consistência leitosa; a Cabeça Raspada do Inferno, uma massa de lama borbulhante que, de acordo com os locais, assemelha-se às cabeças raspadas de monges budistas. Há fontes menores, onde você pode fazer um belo escalda pés, mas na maioria delas há sinais de “não nadar”, pois chegam a alcançar a temperatura de 150 graus Celsius.

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LAGO MANCHADO, AUSTRÁLIA
Por milhares de anos, tribos aborígines viveram e lutaram no Vale Okanagan, na fronteira sul da região da Colúmbia Britânica. Uma das lendas dessas tribos conta que durante uma batalha que ocorreu nas colinas ao redor do Lago Manchado - então conhecido como Khiluk - os dois lados concordaram uma trégua para que os homens pudessem se banhar nessas águas ricas em minerais em paz. Aliás, as propriedades curativas do lago são enaltecidas até hoje. Nele, existem altas concentrações de 11 minerais diferentes, incluindo cálcio e sulfato de magnésio, além de vestígios de titânio e prata. No verão, quando o lago evapora parcialmente, os minerais precipitam em buracos arredondados. Cada buraco tem uma cor diferente, dependendo de quais minerais se concentram nesses pontos.

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PRAIA VERMELHA DE PANJIN, CHINA
Localizada no meio de um imenso pantanal perto da cidade de Panjin, na China, a areia da Praia Vermelha está coberta com um solo altamente alcalino, que é também fundamental para a maioria das plantas viverem. Isso deixa pouca concorrência para a suaeda, uma espécie de alga que foi tomando o local totalmente ao longo dos 1,4 milhões de acres do local. No verão, as algas ganham uma cor brilhante de tirar o fôlego. Mas não se empolgue muito, a maior parte da praia é fechada para visitantes, pois o ecossistema de lá é muito delicado.

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PISCINAS DE PAMUKKALE, TURQUIA
Um dos pontos turísticos mais exclusivos do mundo é, sem dúvida, as piscinas naturais de travertino de Pamukkale, na Turquia. Travertino é um tipo de pedra calcária que é encontrado em uma série de fontes termais do mundo. Quando o jorro d’água atinge a superfície, o travertino solidifica em estruturas que seguram a água da nascente. O resultado parece saído de um conto de fadas, com piscinas brancas de águas cristalinas umas em cima das outras. Pamukkale foi o antigo local da cidade grega de Hierapolis, que significa 'castelo de algodão'.

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ZHANGYE DANXIA, CHINA
O Parque Geológico de Zhangye Danxia fica no sudoeste da China e contém mais do que algumas características incomuns. A mais surpreendente delas são as montanhas multicoloridas conhecidas como Danxia. A coloração surreal vem de depósitos de arenito e minerais naturais vermelhos que se formaram ao longo de 24 milhões de anos. Cada 'faixa' constitui um mineral diferente, e ao longo dos tempos, eles formaram camada sobre camada, resultando em um padrão de arco-íris.

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LAGO RETBA, SENEGAL
Há um punhado de nomes que foram dados a este lago por moradores e visitantes, mas todos eles significam a mesma coisa: 'O Lago Rosa”. Pode não ser o apelido mais criativo, mas é, definitivamente, o mais preciso. O Retba, no Senegal, é separado do Oceano Atlântico por uma estreita faixa de dunas de areia. Devido a essa ligeira separação geográfica, uma espécie de alga chamada dunaliella salina tem sido capaz de proliferar nas águas quentes do lago. Encontrado apenas em poucos lugares do mundo, essas algas são amantes sal, o que é bom, pois as águas do Retba são tão salgadas quanto as do Mar Morto. Para sobreviver a tais condições salinas, a dunaliella produz um pigmento vermelho que lhes permite absorver mais luz solar e produzir betacaroteno, que funciona como um filtro contra o sal. Durante temporadas particularmente secas, o lago assume um tom que só pode ser descrito como 'sangrento'.

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LENÇÓIS MARANHENSES
O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses é um exponente dos ecossistemas de mangue, restinga e dunas no Brasil. Sua grande beleza cênica, aliada aos passeios pelos campos de dunas e à possibilidade de banhar-se nas lagoas, atraem turistas de todo o mundo. O clima local é sub-úmido seco, com temperatura média anual de 26 graus Celsius. Portanto, nem pense em trazer roupas pesadas. Somente shorts, camisetas, sandálias, chapéu e roupa de banho. Repelente, óculos escuros e protetor solar não podem ser esquecidos de colocar na bagagem.

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