5 destinos para ver neve nas férias de julho

Quer viajar e ver neve nestas férias de julho? Veja quais lugares ficam branquinhos e ainda mais bonitos nesta época do ano!
As férias de julho são muito mais que um merecido descanso escolar para os pequenos. Elas são a desculpa perfeita para viajar em família. Veja algumas sugestões de destinos para quem quer ver neve!

A neve mexe com o imaginário dos brasileiros, graças à sua participação mais que especial em clássicos do cinema e em desenhos animados. Não por acaso, muitos marcam suas viagens justamente com o propósito de se encontrar os flocos que caem do céu e que deixam as cidades por onde passam ainda mais bonitas. Na Europa e nos Estados Unidos, porém, principais destinos de inverno entre os brasileiros, a temporada de neve acontece em dezembro, o que atrapalha os planos de quem sonha em ver a neve, mas que só pode viajar em julho ou em outros meses do meio do ano.

Mesmo assim, não há porque se desanimar. Afinal, o inverno no hemisfério sul acontece justamente nessa época do ano, coincidindo perfeitamente com as férias de julho. Quem quer ver neve, portanto, nem precisa fazer uma viagem assim tão longa. Basta se planejar para conhecer os destinos indicados na lista de hoje. Dá uma olhada!

Serra de Santa Catarina
É na serra de Santa Catarina que ficam as cidades mais frias do país. Laje, Urupema, Urubici, Rio Rufino, São Joaquim, Bom Jardim e Bom Retiro costumam marcar temperaturas negativas durante o inverno brasileiro e, praticamente todos os anos, mesmo que por um dia, ficam cobertas de neve. O fenômeno acontece geralmente durante a madrugada e início da manhã e em vez de aproveitarem o clima para ficarem embaixo das cobertas, moradores e visitantes se protegem contra o frio como podem e saem para ver o espetáculo. Carros, ruas, prédios e árvores recebem o branco da neve, enquanto fontes e águas ficam congeladas, o que dá um toque ainda mais pitoresco ao cenário.

Ao escolher a região como destino para as férias de julho, os visitantes podem ainda visitar lugares históricos e participar de atividades em meio à natureza. Para aquecer, as trilhas são as melhores opções, enquanto os espaços culturais são pedidas perfeitas para fugir do frio congelante lá fora.

Bariloche – Argentina
Bariloche é o primeiro destino a ser lembrado para as férias de julho por quem quer ver neve e esquiar. Suas estações de esqui estão entre as mais famosas de toda a América do Sul e podem ser aproveitadas tanto por iniciantes quanto por esquiadores mais experientes. Dentre as principais, a de maior destaque é a Cerro Catedral, onde é possível alugar os equipamentos e participar de outras atividades, muitas delas voltadas para o público infantil.

Quem decide viajar para Bariloche durante o inverno também tem a chance de complementar o roteiro com outras atrações, responsáveis por preencher os momentos livres antes ou depois do esqui. O Parque Nacional Nahuel Huapi é apenas uma das possibilidades que fazem brilhar os olhos de adultos e crianças, com as paisagens naturais que se descortinam depois de trilhas, que variam em diferentes níveis, e, além das caminhadas, outros esportes estão entre as opções para os visitantes, como rafting, canoagem, cavalgada e pesca. O roteiro na cidade inclui ainda experiências gastronômicas ímpares, que combinam perfeitamente com o clima, e oferece também a chance de visitar espaços culturais que vão tornar as férias de julho muito mais ‘didáticas’ para os pequenos viajantes se familiarizem com o contato com diferentes culturas. 

Mendoza – Argentina
Na província de Mendonza, também há cenários que têm sua beleza intensificada pelo branco da neve. Para esquiar, a estação Las Leñas é a mais famosa, sendo também a mais alta da Argentina, ultrapassando os 3 mil metros de altitude. E se o clima não for favorável para a prática do esporte, a pista conta com um moderno sistema responsável por fabricar neve artificialmente para conseguir que cada temporada seja um sucesso. Vale lembrar que o centro de esqui Las Leñas fica no Valle Hermoso, um lugar mágico e envolvente, capaz de fascinar toda a família.

Se a ideia não for esquiar, vale a pena passar as férias em Mendoza, capital da província, onde os apaixonados por vinho podem participar de tours entre as vinícolas da região. A cidade conta também com uma infraestrutura preparada para recepcionar os visitantes, garantindo momentos agradáveis, com roteiros que podem ser formados com visitações a espaços culturais, restaurantes inspirados em diferentes gastronomias e centros de compras.

Santiago – Chile
No Chile, ao contrário do que acontece na Argentina, não é preciso se distanciar muito da capital nacional para ver neve. Isso porque as principais estações de esqui chilenas ficam nos arredores de Santiago. Valle Nevado, por exemplo, está a 60 km de distância da capital, enquanto El Colorado está ainda mais perto, em uma viagem que percorre menos de 40 km de estrada. Estes são os dois centros de esqui mais importantes do país, justamente pela proximidade com a capital, mas oferecem muito mais que fácil acesso. Aluguel de equipamentos, aulas para crianças e para adultos iniciantes, hotéis e outros estabelecimentos comerciais são algumas das possibilidades que fazem parte do roteiro de quem está conhecendo estes dois complexos.

De volta a Santiago, vale a pena dedicar um tempo da estadia para visitar suas atrações culturais, que se dividem entre o passado histórico da capital chilena e a modernidade de algumas das suas mais recentes construções. Gastronomia, compras e outras opções de lazer complementam o roteiro.

Chillán – Chile
Para quem quer se aventurar entre o território chileno, mas não chegar aos extremos como Punta Arenas e Punta Natales, na Patagônia, a dica é eleger região de Chillán como destino. A 450 km de Santiago, o local é conhecido pela famosa estação de esqui Nevados de Chillán e pelas propriedades medicinais de suas águas termais. Os cenários ficam pintados de branco boa parte do ano e podem ser explorados de diferentes maneiras pelos visitantes, com roteiros capazes de agradar adultos e crianças. A cidade mais próxima, com aeroporto, é Concepcion, onde pousam voos diretos saindo de Santiago. Para chegar até Chillán, são mais 100 km de estrada. A dica é contar com os serviços de translado oferecidos pelo hotel da região ou usar o transporte público – há linhas de ônibus e de trem que ligam os dois destinos.

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