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REGIÃO NORTE: PRAIAS DE ÁGUA DOCE, MUITO ALÉM DO RIO AMAZONAS
O estado Amazonas conta também com diversas praias de água doce, veja a seguir algumas delas

Descubra um pouco sobre o turismo local amazonense

Dona de uma das paisagens brasileiras mais bonitas do país, o Norte é cercado de natureza, desde rios e praias de água doce a imensas florestas cheias de biodiversidade.

A região pode não ter as melhores praias de água salgada do Brasil, mas conta com piscinas naturais de tirar o fôlego, a exemplo da Lagoa Azul,situada no Amazonas. Este estado, além de ter parte da maior floresta tropical do mundo, possui também diversas cidades cercadas de história, como Parintins e seu Festival Folclórico, Tabatinga e a tribo indígena Kokama, Manaus e o Teatro Amazonas, entre outras.

O ideal é partir de Manaus, onde grande parte da infraestrutura está localizada e ir explorando diversas cidades ribeirinhas, localizadas ao redor do estado amazonense. Uma outra dica é se hospedar em meio a Floresta Amazônica. Lá existem alguns resorts que contam com diversas atividades voltadas para a natureza local, como passeios de barco pelos rios e mergulhos com botos.

No entanto, muitas regiões não são habitadas ou não possuem infraestrutura para muitos turistas, a exemplo de diversas praias de água doce. A maioria delas surge apenas em algumas épocas do ano e estão localizadas em lugares de difícil acesso, o que torna a viagem mais difícil, mas, ao mesmo tempo, intrigante. Não há nada melhor do que conhecer um lugar bem nativo e que quase nenhum turista tem acesso não é mesmo? Açatuba, Tartaruga e Aramanai são alguns exemplos.

Veja na galeria acima, diversas praias de água doce espalhadas pelo Região Norte:

Praia da Ponta Negra: Considerada uma das mais famosas praias de Manaus, a Ponta Negra é artificial e recente. Cartão postal da capital, a praia fica bastante cheia durante o dia se o clima estiver quente, e de noite, por causa dos bares e apresentações noturnas do boi-bumbá.

Açutuba: A praia de Açutuba, localizada no município de Iranduba, é considerada uma das mais bonitas do estado do Amazonas. As areias brancas contrastam com a cor escura do Rio Negro e o contam com infraestrutura simples, com restaurantes e banheiros.

Alter do Chão: Uma das praias mais conhecidas do Pará, Alter do Chão é uma ótima pedida para quem busca tranquilidade na viagem. As águas do rio Tapajós e a areia branca da praia fazem o local ser considerado o Caribe brasileiro. Situada em Santarém, Alter do Chão é uma das principais belezas naturais do país.

Praia Grande: Situada na cidade de Salvaterra, na Ilha de Marajó, a Praia Grande é uma das mais populares da região e conta com uma boa infraestrutura para receber turistas. Em volta da praia existem diversas barracas de comida e música ao vivo.

Praia da Cachoeira da Velha: Localizada em Tocantins, no Parque Estadual do Jalapão, a praia de água doce está situada ao lado da Cachoeira da Velha, considerada uma das maiores do local.

Praia da Tartaruga: Situada no Tocantins, próximo a cidade de Palmas, a praia conta com uma ótima infraestrutura, o que atrai muitos turistas para região. A Tartaruga não é visível o ano todo, ela surge a partir da formação de uma ilha quando as águas do rio Tocantins baixam.

Praia do Aramanai: Situada na cidade de Belterra, a praia possui ótima infraestrutura com pousadas e restaurantes. Além disso, conta com o Igarapé Encantado, riacho de água gelada que contrasta com as águas quentes do rio Tapajós.

Praia do Tupé: Bastante visitada por moradores do norte, a praia é acessível somente de barco. Tupé fica exposta o ano todo, mas entre os meses de agosto e março é a melhor época para visitá-la, pois a maré do Rio Negro está baixa.

Praia da Lua: Considerada uma das praias mais frequentadas pela população local, a Lua conta com fraca infraestrutura para receber turistas. Localizada no Rio Negro, a praia fica exposta praticamente o ano todo, sendo que entre os meses de setembro e janeiro as faixas de areia são mais largas.

Praia de Caipiru: Situada no município de Oriximiná, a praia é banhada pelo lago Caipiru e pelo Rio Trombetas. Sem nenhum infraestrutura, Caipiru só é acessível de barco. Muito procurada pelos moradores locais, a praia recebe mais visitantes na celebração de Santo Antônio.

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Praia da Ponta Negra, Manaus (AM)

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Praia da Ponta Negra, Manaus (AM)

© Divulgação, Creative Commons / Lubasi / Flickr

Alter do Chão, Santarém (PA)

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Alter do Chão, Santarém (PA)

© Divulgação, Creative Commons / Celso Abreu / Flickr

Praia Grande, Salvaterra (PA)

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Praia Grande, Salvaterra (PA)

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Praia Tupé, Manaus (AM)

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Praia de Tupé, Manaus (AM)

© Universidade de Cambridge Visitantes no parque nacional do Quênia.

Sem saber e sem a intenção de fazê-lo, turistas amantes da natureza a estão colocando em perigo. Em seu amor pela vida selvagem, tentam se aproximar o máximo possível, tirar uma fotografia a poucos metros de distância e, se o guia deixar, dar de comer ao animal. Mas agora um estudo mostra como o contato com seres humanos induz a mudanças fisiológicas e comportamentais nos animais. Eles se tornam mais confiantes e, quando os turistas vão embora, ficam mais vulneráveis a outros seres humanos – desta vez armados com rifles – ou aos ataques de seus predadores.

O ecoturismo ou turismo de natureza, como muitos ecologistas preferem chamá-lo, se transformou em um fenômeno de massas. Um estudo da Universidade de Cambridge, divulgado no começo do ano, estimava que os parques nacionais e as reservas naturais recebem 8 bilhões de visitantes por ano – mais do que a população mundial. Só a moda de nadar com golfinhos atrai 13 milhões de pessoas anualmente. Tanta visita gera o equivalente a 2,23 trilhões de reais por ano. Apesar de uma ínfima parte desse dinheiro, cerca de 43 bilhões, ser dedicada à preservação desses espaços naturais e à pesquisa, são milhões que fazem bem à natureza. O problema é o preço que os animais podem estar pagando.

Um grupo de pesquisadores norte-americanos, franceses e brasileiros revisaram o que se sabe sobre o impacto do contato dos animais com seres humanos. Eles somaram a estudos anteriores suas próprias pesquisas sobre as mudanças fisiológicas e de comportamento de um animal selvagem quando ele se habitua à presença do homem. Encontraram uma espécie de processo de aculturação nos animais que apresenta muitos paralelismos com aquele dos bichos domesticados ou os que vivem nas zonas urbanas: tornam-se confiantes. Confiantes demais.

Durante os vários anos que pode levar um processo de domesticação de uma espécie, como os cavalos ou os cães, o ser humano domina aqueles genes que os tornam mais dóceis e tolerantes com seus donos. Além do aumento da produtividade, como é o caso do gado, os processos principais induzidos pela ação humana são a redução da agressividade e a perda do medo. Atos humanos dos quais os predadores, como pumas e lobos, souberam se aproveitar.

Não são necessários milênios para completar a domesticação. Em 1999, um estudo paradigmático demonstrou como é possível domesticar a raposa em poucas gerações. Ao fim do experimento, 80% das raposas testadas acabaram mais dóceis. Fisicamente, elas apresentavam uma menor pigmentação da pele, orelhas mais flácidas e rabo mais curto. Os dois últimos são elementos fundamentais em seu sistema de alerta. Fisiologicamente, a docilidade se manifestou com uma menor produção de corticosteroides, hormônios que interferem no estresse. Um estudo semelhante feito com salmões comprovou que aqueles criados em cativeiro apresentavam menor tendência a fugir diante da presença de tubarões.

As cidades também são como um narcótico para muitos animais. Assim como ocorre com a domesticação, os entornos urbanos mitigam a tendência natural de fuga diante de uma possível ameaça. Algumas espécies de esquilo, por exemplo, começam a correr quando um ser humano se aproxima a uma distância sete vezes mais curta na cidade do que seus congêneres no meio selvagem. Outro estudo com 48 espécies de aves europeias estimou que os exemplares urbanos alçavam voo duas vezes mais tarde que os de fora da cidade.

Mas as metrópoles têm outro efeito mais sutil que também reduz a reação dos animais. A presença do ser humano faz com que os predadores se afastem, o que transforma as cidades em santuários para muitas espécies que acabam se descuidando de seus sistemas de alerta. Em 2012, uma pesquisa com 15 espécies de aves mostrou como os pássaros urbanos resistiam menos à captura ou persistiam menos quando tinham seu ninho atacado do que os que viviam na zona rural, o que sugere uma conduta mais relaxada diante dos predadores.

O atual estudo, publicado na revista Trends in Ecology & Evolution, defende que as manifestações mais prejudiciais dos processos de domesticação e urbanização também estão ocorrendo entre os animais selvagens, como resultado do contato humano. Os animais não só criam confiança com os turistas, como também podem fazer o mesmo com humanos caçadores ou com seus predadores.

“Sabemos que o aumento de visitas por parte do homem levou algumas espécies a tolerá-lo e a se comportar de maneiras que sugerem que se habituaram a nossa presença. Também sabemos que, em alguns casos, os animais selvagens são habituados deliberadamente para aumentar as oportunidades para o turista, como vimos com os grandes símios, chimpanzés e gorilas, em vários lugares da África. E sabemos que esses símios acabam sendo mais vulneráveis aos caçadores ilegais” diz o co-autor do estudo, Daniel Blumstein, ecologista da Universidade da Califórnia.

Essa exposição aos turistas pode agir de duas maneiras sobre a conduta dos animais. Por um lado, como ocorre nas cidades, a presença de humanos não perigosos cria um escudo protetor que afugenta os predadores. Isto faz o animal relaxar. No Parque Nacional Grand Teton (Wyoming, EUA), os alces e antílopes americanos passam menos tempo em estado de alerta, dedicando-se mais a buscar alimentos nas áreas onde os turistas se reúnem para vê-los. Também formam grupos menores, e a maior dimensão da manada é outro mecanismo que os protegeria dos pumas e lobos.

Do ponto de vista fisiológico, o menor estado de alerta pode estar associado com a produção hormonal. “O sinal de estresse se manifesta muitas vezes com a produção de cortisol”, diz Benjamin Geffroy, pesquisador da Universidade Federal do Mato Grosso e principal autor do estudo. O problema é que as pesquisas realizadas até agora oferecem resultados contraditórios. Ante a presença de humanos, algumas espécies apresentam altos níveis de cortisol, ao passo que outras têm níveis baixos. “Inclusive do ponto de vista das espécies, parece que os resultados dependem muito da duração das visitas turísticas. Por exemplo, os gorilas selvagens acostumados há tempos com a presença humana têm menos corticoides nas fezes que os recentemente habituados. Mas os gorilas não acostumados apresentam menores níveis que os acostumados. À primeira vista, isso pode parecer sem sentido, mas o que devemos ter em conta é que, seja qual for a espécie, a presença humana provoca mudanças no estado fisiológico normal dos animais”, diz Geffroy.

O estudo deixa em aberto duas questões essenciais que, para os pesquisadores, precisam ser respondidas o mais breve possível. Por um lado, não se sabe se esses processos são transmitidos às gerações seguintes. Por outro, embora haja vários exemplos já demonstrados, falta ainda estabelecer se a habituação aos humanos reduz as defesas ante os predadores de forma generalizada.

Blumstein teme que sim, citando de novo a domesticação e a urbanização. “O processo de domesticação animal baseia-se em domar e selecionar os animais para que convivam melhor conosco. Nas áreas urbanas, os bichos se comportam de forma diferente do que o fazem nas rurais. E, em certas espécies, os cientistas encontraram evidências de que a seleção natural em curso explica algumas dessas diferenças. Não sabemos em que medida o ecoturismo pode estar por trás dessas mudanças na vida selvagem, mas suspeitamos que pode fazer isso dependendo da duração e da intensidade do contato.”

O dilema apresentado pela pesquisa é difícil de resolver. É preciso impedir a entrada dos turistas nos espaços naturais? Além de ecologista, Blumstein passou boa parte de sua carreira usando o ecoturismo como um mecanismo para que os humanos amem a natureza. Chegou a escrever um guia turístico de um parque do Paquistão. “Mas também percebi que a crescente atividade humana em áreas virgens muda o comportamento dos animais, e essas mudanças podem ter consequências ecológicas”, diz ele. “Em última instância, nosso amor pelas áreas naturais, viajando até elas, nem sempre é benigno.”

Andrew Balmford, biólogo de Cambridge e autor do cálculo sobre as visitas aos parques nacionais, reconhece que é uma questão complicada. “Em algumas regiões do planeta, o ecoturismo é muito importante para financiar os esforços de conservação e obter apoio político e comunitário”, afirma. Balmford também diz que preciso haver mais estudos e concorda com autores da pesquisa sobre algumas medidas que poderiam ser tomadas. “O principal é reconhecer que as visitas podem provocar interferências importantes, e procurar minimizá-las através da regulação, do desenvolvimento de infraestrutura e, onde for possível, da redução das atividades para que algumas áreas permaneçam inacessíveis aos turistas.”


Miguel Ángel Criado

© Stuart Palley

A Califórnia tem enfrentado a pior seca de todos os tempos. Segundo estudo publicado na revista Nature Climate Change, o acúmulo de neve nas montanhas de Sierra Nevada está no seu ponto mais baixo em 500 anos. A seca aumenta o risco de que as florestas sejam consumidas pelo fogo.

O chamado "Valley Fire" foi o terceiro pior na história do estado americano. Destruiu mais de 74.500 acres de floresta e 585 residências em Lake County. 

O fotógrafo Stuart Palley esteve lá para registrar tudo.

"Eu nunca vi uma destruição assim e fotografei mais de 60 incêndios", disse Palley, que há 3 anos fotografa incêndios, em entrevista para a Business Insider.

Criado em Newport Beach, no Sul da Califórnia, Palley sempre teve a vida pautada pelos incêndios.

"Me lembro de jogar futebol na escola e das cinzas caírem sobre o campo", disse Palley.

A série de imagenns de Palley, chamada "Terra Flama", inclui algumas dessas imagens

© Stuart Palley

Em 1993, na cidade de Newport Beach, quando Palley era ainda uma criança, sua família foi obrigada a fugir de um incêndio florestal que se aproximava perigosamente de sua casa

© Stuart Palley

O fotógrafo perdeu uma semana inteira de aulas por causa de outro incêndio florestal na Califórnia

© Stuart Palley

Em 2007, quando visitava a família por uma semana depois de voltar do internato na faculdade, ele fotografou seu primeiro incêndio. Mas só cinco anos depois fotografaria profissionalmente uma ocorrência deste tipo 

© Stuart Palley

As leis de acessibilidade de profissionais de imprensa aos incêndios varia de estado para estado e até mesmo de incêndio para incêndio, mas na Califórnia o acesso é irrestrito 

© Stuart Palley

Em sua primeira experiência profissional fotografando incêndio, em Riverside County, ele viu uma mansão milionária em chamas e, mesmo com toda sua experiência profissional, descreveu a experiência como "chocante"

© Stuart Palley

Desde então, seu interesse em documentar incêndios só aumentou. Ele almeja mostrar o fogo e todo seu impacto na paisagem

© Stuart Palley

Ele recebeu treinamento profissional do Serviço Florestal Americano e leu muitos livros para aprender sobre o comportamento do fogo e como pode lidar com ele 

© Stuart Palley

Mesmo com todo o know how, ele sempre toma todos os cuidados possíveis para não ser vítima do fogo. Ele se posiciona com o carro próximo para uma fuga rápida ou fotografa de um ponto de vantagem de onde pode escapar com rapidez e segurança

© Stuart Palley

Palley sempre tem em muita consideração os bombeiros para não atrapalhar seu trabalho

© Stuart Palley

Com o aumento dos incêndios, o Serviço Florestal americano estimou um aumento de US$ 700 milhões em seus custos, passando de US$ 1,1 bilhão para US$ 1,8 bilhão em uma década

© Stuart Palley

"Os bombeiros são abnegados e optam por trabalhar ajudando comunidades quando poderiam estar fazendo outra coisa ganhando muito mais dinheiro e com menos stress", diz Palley 


© Stuart Palley

O fotógrafo afirma não tomar partido com suas fotos e apenas registra os acontecimentos para que o mundo tire suas próprias conclusões 

© Stuart Palley

A seca histórica tem ampliado o número de oportunidades para que Palley registre suas imagens impressionantes 

© Stuart Palley

O fotógrafo afirma que as regiões queimadas levarão décadas, senão séculos, para serem repostas e provavelmente jamais voltarão a ser as mesmas 

Business Insider

Além disso, prefeitura da cidade aprovou a possibilidade de que outras companhias "patrocinem" jardins

Imagem: Cesar Ogata/SECOM

A inauguração do primeiro jardim vertical em um prédio vizinho ao elevado Costa e Silva, o Minhocão, em setembro de 2015, despertou o interesse de novos empreendedores para apoiar o projeto. No dia 14 de outubro, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), recebeu a visita de representantes da empresa Tishman Speyer, que se propuseram a converter R$ 12 milhões, oriundos de compensação ambiental, para a implantação de novos jardins verticais no corredor verde do Minhocão. A estimativa é que até 40 empenas cegas (paredes lisas e externas de edifícios, sem abertura a iluminação, ventilação e insolação) sejam beneficiadas com o projeto.

O jardim vertical é uma estrutura capaz de sustentar e manter vegetações em superfícies verticais. Eles podem ser aplicados em muros, paredes e empenas cegas, pois se adaptam tanto em espaços internos como externos.

A partir de agora, é necessário que os condomínios interessados apresentem projetos. A partir de então os técnicos avaliam os tipos de mudas necessárias e as especificações para cada empena. Os projetos também precisam ser aprovados pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.

Além de melhorar a paisagem urbana, os jardins são capazes de contribuir na filtragem da poluição do ar, reduzindo-a em até 30% na região, e diminuem em até 7ºC a sensação térmica do edifício onde estão instalados, além de beneficiarem também o seu entorno. As plantas auxiliam também no controle da umidade e representarem uma significativa barreira acústica. Não há riscos de infiltração para os locais em que o jardim for instalado.


Patrocínio para manutenção dos jardins

Para auxiliar os moradores dos condomínios beneficiados após o primeiro ano de implantação dos jardins verticais, a prefeitura pretende regulamentar nos próximos dias um termo de compromisso permitindo que outras empresas realizem a manutenção dessas estruturas em troca da assinatura do patrocínio institucional dos locais. Esse termo será semelhante ao que é utilizado para a preservação de praças, permitindo a exibição das marcas das empresas responsáveis pela conservação.


Jardins verticais

De acordo com o preço público fixado pela Secretaria de Infraestrutura Urbana e Obras (Siurb), o valor do metro quadrado do jardim vertical é de R$ 891,03. A empresa responsável pela implantação do projeto é a W Torre, que fará a manutenção do local por seis meses e depois disso a Prefeitura assumirá o investimento. Os jardins verticais exigem pouca manutenção, pois o sistema de irrigação é automatizado, e pode ser retirado posteriormente, sem que a superfície original seja danificada.

O edital de chamamento público foi aberto em maio deste ano e, até o momento, a Prefeitura analisa tecnicamente o pedido de dez condomínios que mostraram interesse em participar. A escolha dos edifícios é feita pela Câmara Técnica de Compensação Ambiental (CTCA) e se dará a partir de alguns critérios, como o fato de a nova área verde proporcionar redução da poluição sonora e do calor no entorno. Para se candidatar, os condomínios que possuam empenas cegas que estejam localizadas a uma quadra do Minhocão deverão enviar uma carta de intenção na sede da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, localizada na Rua do Paraíso, 387/389 - térreo, das 9h às 16h.

Fonte: Prefeitura de São Paulo

Protótipo foi vencedor de concurso de design
Em tempos de escassez de água em boa parte do mundo, empreendedores são desafiados a criar soluções capazes de ao menos minimizar o problema.

Esse é o caso de Simin Qiu, estudante da conceituada escola de artes Royal College of Art de Londres, que projetou uma torneira que economiza até 15% de água e que faz isso por meio de jatos de água em formas geométricas e espiraladas.

O efeito que, além de belo, economiza água, ocorre devido ao interior da invenção, construída com turbinas duplas e bicos que formam os desenhos e ainda possui limitadores que diminuem a vazão, apenas fornecendo a quantidade certa e necessária de água.

Segundo o portal My Modern Met, os relevos em taças de cristais foram a inspiração para a escolha dos desenhos (que são de três tipos diferentes) liberados pela água.

O projeto de Simin Qiu foi o protótipo vencedor do prêmio IF Design 2014. Mas caso venha a ser viabilizado em escala comercial, não duvide que no futuro esse tipo de torneira estará disponível na casa de material de construção mais próxima de você.

Fonte: EcoD

Ela faz uso da maior inimiga de engenheiros e arquitetos, a vorticidade

Uma empresa espanhola chamada Vortex Bladeless propõe uma nova maneira de gera energia eólica diferente da convencional. Trata-se do Vortex, uma turbina eólica sem pás (ou hélices) parecida com um "canudo gigante" que veio, segundo seus criadores, para mudar o mundo da energia renovável.

A ideia surgiu depois que David Suriol acompanhou um vídeo da Tacoma Narrows Bridge oscilando com a força do vento.

A aparência pode enganar, mas mesmo sem as hélices o Vortex consegue transformar brisas de ar em energia, mas de maneira diferente. Em vez de usar o movimento circular que as pás fazem, a nova turbina utiliza a chamada vorticidade, um efeito aerodinâmico que produz o padrão de vórtices giratórios. A vorticidade tem sido considerada a maior inimiga dos arquitetos e engenheiros, que tentam ao máximo trabalhar ao redor desses turbilhões de vento em certos tipos de construções. No entanto, os fundadores da Vortex Bladeless, David Suriol, David Yáñez, e Raul Martín, viram nisso uma oportunidade.

O formato do Vortex foi desenvolvido para garantir que os ventos giratórios percorram, em sincronia, toda a expansão do mastro, de modo a obter uma boa performance.

Seu protótipo atual é feito de fibra de vidro e fibra de carbono, que permite que ele vibre o máximo possível. Na base do cone, foram colocados dois imãs repelentes, que agem como um motor não elétrico. Quando o cone oscila para um lado, os imãs o puxam para outra direção, como um pequeno impulso no seu movimento sem precisar contar com a velocidade do vento. Essa energia cinética é então convertida em eletricidade por um alternador que multiplica a frequência da oscilação do mastro para melhorar a eficiência da obtenção de energia.

Os criadores se orgulham do fato da turbina não precisar de engrenagens, parafusos ou peças mecânicas, já que isso diminui o preço de produção e manutenção da turbina. Segundo eles, a versão mini de 12 metros pode capturar 40% da energia do vento em condições ideais (41 km/h). Baseando-se em testes em campo, o mini captura 30% menos do que as turbinas eólicas tradicionais, mas é compensado pelo seu tamanho, ou seja, você pode colocar o dobro de turbinas Vortex mini no mesmo lugar de uma turbina tradicional. De acordo com a empresa, a turbina custaria 51% menos que as turbinas tradicionais, cujos maiores custos vem das pás e sistemas de suporte.

O novo modelo também é silencioso e mais seguro para os pássaros. Com as turbinas tradicionais, milhares de animais acabam morrendo anualmente em todo o mundo.

A empresa já conseguiu arrecadar um milhão de dólares de capital privado e de financiamento do governo. A tecnologia ainda tem que avançar muito para poder chegar ao consumidor. No entanto, eles dizem que sua versão mini pode estar pronta em 2016. Segundo a Wired, Suriol diz que não há nada de errado com as turbinas tradicionais, até garante que são ótimas máquinas, mas que eles estão apenas propondo uma maneira nova e diferente de se obter energia eólica.


Fonte: Wired

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AUSTRÁLIA: LORD HOWE, LADY ELLIOT E AS ILHAS MAIS BONITAS DO PAÍS

Além de ser dona de uma das cidades mais amigáveis do mundo, a Austrália possui diversas ilhas incríveis, a maioria delas possíveis de serem visitadas e ambientalmente preservadas. O país conta também com um dos melhores lugares para se admirar a primavera do mundo, a festa das flores na cidade de Camberra.

Atividades turísticas são o que não faltam na Austrália. Para quem quer viajar para fazer compras, a cidade de Melbourne é considerada a mais fashionista do país e é cercada de lojas de estilistas locais, além de possuir um dos maiores museus da Oceania e o que detém o maior teto de vidro do mundo, o National Gallery of Victoria. Já quem prefere um passeio mais cultural, a cidade de Sidney, é a mais amigável do mundo para receber turistas e conta com diversas galerias e parques, como a Galeria de Artes de Nova Gales do Sul e o Blaxland Riverside Park, considerado um dos playgrounds mais legais do planeta.

Que tal uma visita as ilhas mais bonitas do país? Situadas muito próximas a cidade de Queenslândia, vale esticar a viagem e conhecer algum desses locais a exemplo de regiões quase totalmente preservadas como a Ilha Moreton e a Lord Howe.

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ILHA MORETON, QUEENSLÂNDIA

O Parque Nacional de Moreton ocupa cerca de 95% da ilha e está a aproximadamente uma hora de barco da cidade de Brisbane. Os outros 5% do território abrigam o Tangalooma Island Resort, único local da ilha onde é permitido alimentar os golfinhos. É na ilha que está localizada a maior duna de areia do mundo, o Mount Tempest, nela você pode fazer passeios de jeep 4x4 e descer as dunas de tobogã

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ILHA FRASER, QUEENSLÂNDIA

A Fraser é considerada a maior ilha de areia do mundo e Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO. Um terço de seu território é intocado pelo homem e faz parte do Parque Nacional Great Sandy. Devido a isso, é proibido a entrada de carros sem licença especial no local ou acampar fora dos locais demarcados. Um dos principais atrativos de Fraser, além das trilhas, é a migração das baleias jubarte, que ocorre entre os meses de agosto e setembro

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ILHA ROTTNESS, AUSTRALIA OCIDENTAL

Muito próxima da cidade de Perths, apenas três horas de ferryboat, a ilha tem esse nome por ser casa do quokka, um marsupial nativo da ilha. Sua arquitetura é toda datada do século XIX e suas casas coloniais são uma viagem no tempo. Passeios de barco levam o turista a conhecer baleias, golfinhos e tartarugas, enquanto as trilhas apresentam os cangurus aos 

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ILHA STRADBROKE, QUEENSLÂNDIA

Conhecida como a segunda maior ilha de areia do mundo, a Stradbroke tem ótima infraestrutura para receber os turistas, apesar da maioria de seus visitantes tirarem só um dia para conhecê-la, vindos de Brisbane e Queensland. O local é cercado de atividades, sendo que a maior parte delas inclui passeios voltados para a natureza, a exemplo do Moreton Bay Marine Park, que preserva a biodiversidade da ilha. Além disso, a Stradie, como é chamada pelos moradores locais, oferece também passeios culturais como show de cultura aborigene

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ILHA DO NATAL, OCEANO INDICO

A ilha do Natal, localizada no Oceano Índico, é famosa por ser o lar de diversas espécies raras em extinção. É lá que acontece a migração anual dos caranguejos vermelhos, que aparecem na cidade toda. A maior parte da população local é chinesa e a quantidade de turistas que visita a ilha é bem pequena, já que grande parte do local é preservado

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ILHA BRUNY, TASMÂNIA

A ilha Bruny, localizada a sudoeste da Tasmânia, é dividida em duas partes: a sul, mais úmida e arborizada, e a norte, mais seca e coberta por pastagens. Além das praias, a ilha possui outras atividades como caminhadas com guias, passeios de caiaque e de barco, sendo o último com duração de três horas e podendo ainda ver leões marinhos e golfinhos

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ILHA MAGNETIC, QUEENSLÂNDIA

Próxima a cidade de Townsville, a ilha, acessível apenas pelo mar, é moradia de mais de 800 coalas e 189 espécies de pássaros, além da vida marinha. A ilha Magnetic possui diversas atividades durante o dia, todas envolvendo a natureza, que vão desde trilhas a passeios de mergulho. Uma curiosidade é que próximo a ilha fica o SS Yongala, um barco que afundou em 1911, que pode ser visitado por turistas através da empresa de mergulho de mesmo nome, considerada uma das melhores da Austrália

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ILHA LADY ELLIOT, QUEENSLÂNDIA

Também localizada ao sul da Grande Barreira de Corais, a ilha faz parte do Parque Marinho da Grande Barreira de Corais, área de preservação ambiental. Considerada um dos melhores lugares para se praticar mergulho, o local possui além dos lindos recifes, água cristalina. A biodiversidade marinha da Lady Elliot é enorme e tubarões, arraias, baleias e tartarugas são visitas constantes

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ILHA DE LORD HOWE, NOVA GALES DO SUL

Localizada no mar da Tasmânia, a ilha Lorde Howe é a única do arquipélago que também leva seu nome. Com capacidade para no máximo 400 turistas, o local possui vinte hotéis à disposição. Por ser considerada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO, Lorde Howe possui 70% da sua área territorial preservada, para que sua fauna e flora sejam mantidas intactas. Acredita-se que no lugar existam mais de 10 espécies de aves em extinção que só existem na ilha

© Creative Commons / Jon Connell / Flickr

ILHA HERON, QUEENSLÂNDIA

A pequena ilha localizada ao sul da Grande Barreira de Corais conta com um único hotel, o Heron Island Resort, e um centro de pesquisa, o Heron Island Research Station, da universidade de Queensland, que estuda a biodiversidade local. A ilha Heron possui também um parque nacional, o Capricornia Cays, que pode ser visitado pelos turistas. As principais atividades do local são os mergulhos de snorkel ou com câmaras de oxigênio. Vale lembrar que Heron tem um atrativo especial: entre os meses de março e outubro, muitas tartarugas chegam a ilha para deixar seus ovos e o hotel leva os hóspedes para ver o nascimento dos animais e ainda ensina sobre a preservação do meio ambiente.

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